<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102</id><updated>2011-11-29T11:47:25.699-08:00</updated><title type='text'>Desafio de Mudança</title><subtitle type='html'>Acreditar em Portugal.Pensar livremente.Lutar contra a resignação.Procurar a esperança e motivação.Salvar a Nação na convicção da nossa identidade histórica e na qualidade humana dos portugueses.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>169</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7281038511195632315</id><published>2011-11-29T11:38:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T11:47:25.705-08:00</updated><title type='text'>Estão a apagar a luz ao fundo do tunel</title><content type='html'>E de repente todos se voltaram para o Mar. &lt;br /&gt;O mar voltou a ser o nosso futuro. &lt;br /&gt;O semanário Expresso na sua Conferencia do Mar convida Durão Barroso, que disserta sobre as potencialidades marítimas por explorar…&lt;br /&gt;Na Conferencia do Atlântico Cavaco disserta sobre a suas próprias vulgaridades repetidas sobre a matéria de que se julga com direitos de autor...&lt;br /&gt;Passos Coelho vem salientar que a nova Plataforma Continental vai aumentar a área de soberania nacional para mais de 15 vezes a actualm o que vai ser uma grande oportunidade (perdida?)… &lt;br /&gt;pois logo a EU se apressa a apresentar na mesma conferência(coincidência?) uma estratégia para o Atlantico, que defende ser de todos os europeus … &lt;br /&gt;milhões de euros para fiscalização e apoios ao investimento ...&lt;br /&gt;e que os licenciamentos deverão ser comunitários… &lt;br /&gt;Estão a apagar a nossa luz ao fundo do túnel… &lt;br /&gt;e somos nós (eles) que nos pomos a jeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7281038511195632315?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7281038511195632315/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/11/estao-apagar-luz-ao-fundo-do-tunel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7281038511195632315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7281038511195632315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/11/estao-apagar-luz-ao-fundo-do-tunel.html' title='Estão a apagar a luz ao fundo do tunel'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2079629831353565292</id><published>2011-10-27T04:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T04:38:29.994-07:00</updated><title type='text'>A luz ao fundo do túnel</title><content type='html'>E de repente ficamos a saber que temos a maior reserva de ferro da Europa, que há interessados credíveis em a explorar, que isso implica obras na modernização do transporte ferroviário abandonado, que os portos de Leixões e Aveiro terão de ter obras de reformulação.&lt;br /&gt;Surge o ouro no Alentejo, o gás natural no Algarve, o petróleo em Peniche, que sabemos agora, não teve apetência empresarial de exploração por duvidosas questões ambientais, levantadas por grupos de pressão favorecidos na sua capacidade de intervenção pela comunicação social.&lt;br /&gt;Ficou claro também, que de repente que a União Europeia aceita a alteração do TGV, para uma via rápida de mista (mercadorias e passageiros) o que transforma o porto de Sines como a principal porta europeia para entrada e escoamento comercial, depois da próxima abertura do canal do Panamá…ficamos a saber também que afinal o porto de Algeciras estava já ligado à Europa através da via ferroviária com bitola europeia e assim percebemos melhor a razão do acordo Ibérico feito pelo governo de Sócrates e as vantagens económicas evidentes que adviriam para Espanha.&lt;br /&gt;Tomamos também agora consciência pública que 1/3 do território nacional está em desertificação acelerada, através do alerta divulgado pelo Observatório Espacial Europeu…se bem que tal facto não tenha tido impacto na nossa comunicação social, porquanto levantaria problemas graves de consciência a políticos no activo. em particular ao senhor Presidente da Republica, responsável primeiro pelo estado lamentável de abandono da nossa actividade agrícola.&lt;br /&gt;O sector primário… minas, energia, agricultura e pescas, é finalmente avaliado ainda apenas por alguns portugueses, como essência para o nosso arranque no caminho do desenvolvimento económico e da eliminação da dependência externa, que nos causou todo este empobrecimento brusco e violento.&lt;br /&gt;A luz ao fundo do túnel é assim este pensamento estratégico, que a crise fez ressurgir.&lt;br /&gt;O erro é hoje evidente…Portugal mesmo integrando uma União Europeia fulgurante no seu desenvolvimento, não poderia subsistir como Nação, preterindo o seu sector produtivo à visão de país eminente prestador de serviços.&lt;br /&gt;A luz ao fundo do túnel é esta visão, triste é certo, de ouvir os “carrascos” da nossa produção agrícola e industrial, a falarem hoje na necessidade de consumir produtos nacionais.&lt;br /&gt;Ainda haverá um largo caminho a percorrer para que esta pequena luz, ilumine os espíritos de políticos, sindicalistas e dirigentes patronais, que teimam a esquecer o pensamento económico estratégico, pois persistem em se manter bloqueados na exclusiva premissa do aumento da produtividade empresarial.&lt;br /&gt;Os interesses particulares e de grupos corporativos, dominam ainda a mentalidade geral da economia portuguesa…os ganhos de produtividade estão bloqueados pela mentalidade sindical dominante, pela burocracia estatal, pelo enquadramento jurídico e pela ineficácia judicial. Muito tempo haveria que esperar pelas reformas essenciais que alterassem este enquadramento…mas o pensamento dominante persiste em acreditar que esta é a principal premissa do desenvolvimento.&lt;br /&gt;Essa, e a injecção de dinheiro na economia…dinheiro emprestado e não criado.&lt;br /&gt;É aqui, que está a verdadeira luz ao fundo do túnel…eliminar a nossa dinâmica de endividamento externo…pagar as nossas dívidas com dinheiro criado através da exploração dos nossos recursos naturais…sector primário.&lt;br /&gt;Teremos ainda capacidade humana disponível para os sacrifícios inerentes à actividade mineira, à agricultura e às pescas?&lt;br /&gt;Esta dúvida coloca-se no meu espírito, mas tenho esperança que o sofrimento que hoje muitos já sentem também irá ocasionar uma outra mudança na mentalidade dos portugueses…não é possível continuar a beneficiar dos direitos, sem deveres e esforço.&lt;br /&gt;O Ministro da economia anunciou como provável o maior investimento de sempre realizado em Portugal através da cedência de exploração das minas de Moncorvo…há muitos outros projectos e finalmente Portugal começa a entender as suas próprias potencialidades.&lt;br /&gt;O porto de Sines tem mais condições que o porto de Algeciras…o “papalvo” já fugiu para Paris.&lt;br /&gt;A esperança de voltarmos a ter esperança, veio associada a esta crise e a mudança que ela determinará na nossa mentalidade será a condição determinante para que a nossa saudade do passado histórico se atenue, perante a luz que se alguns já visionam ao fundo do túnel.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2079629831353565292?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2079629831353565292/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/luz-ao-fundo-do-tunel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2079629831353565292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2079629831353565292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/luz-ao-fundo-do-tunel.html' title='A luz ao fundo do túnel'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3080891056140293248</id><published>2011-10-26T04:56:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T04:57:50.352-07:00</updated><title type='text'>O despudor de alguns eminentes ex-políticos</title><content type='html'>Questionados sobre a sua opinião face ao eventual corte do seu subsídio vitalício, alguns políticos tiveram o despudor de responder de uma forma despudorada.&lt;br /&gt;Uma confirmação pública do seu carácter e da sua irresponsabilidade cívica.&lt;br /&gt;Ângelo Correia afirma que estão em causa quebra de direitos adquiridos… ignorando o direito do subsídio de Natal e de Férias de todos os funcionários públicos.&lt;br /&gt;Dias Loureiro afirma que o seu contributo na luta contra a crise é a sua contribuição na criação de emprego…certamente em Cabo Verde onde se encontra refugiado por ser arguido no processo BPN.&lt;br /&gt;Jorge Coelho, afirma que entrega o seu subsídio vitalício a instituições de caridade, sem as referir…e sem esclarecer porque não faz caridade com o chorudo ordenado que ganha na Mota Engil e não com o dinheiro dos contribuintes.&lt;br /&gt;Muitos outros, também questionados sobre a mesma questão recusaram-se a responder… por oportunismo, consciência pesada ou vergonha, mas o que é ainda mais revelador da absurda mentalidade dos ex-políticos, é que apenas uma das respostas foi no sentido de aceitação.&lt;br /&gt;Estes homens pequenos, que subiram a patamares profissionais através da política e servem uma promiscuidade política/empresarial que nos tem custado fortunas, revelam-nos assim toda uma vergonhosa, mas muito nítida “fotografia” de uma das razões e de grande impacto, que nos levou ao actual drama social, político e económico.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3080891056140293248?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3080891056140293248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/o-despudor-de-alguns-eminentes-ex.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3080891056140293248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3080891056140293248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/o-despudor-de-alguns-eminentes-ex.html' title='O despudor de alguns eminentes ex-políticos'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7053104585575634803</id><published>2011-10-20T06:40:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T06:41:40.432-07:00</updated><title type='text'>Finalmente uma estratégia de regime</title><content type='html'>Chegamos a uma situação de quase ruína…expressa em regressão económica, em eliminação de direitos e rendimentos, em limitações inaceitáveis de soberania, porque o actual regime foi incapaz de se consolidar através de uma estratégia política autónoma.&lt;br /&gt;Ao longo destes 36 anos, a politica desprezou a indispensabilidade de encarar as potencialidades de Portugal no mundo moderno e globalizado. Restringimos as nossas preocupações ao nível da distribuição de rendimentos e das regalias sociais, sem cuidar de as preservar no futuro através do pensamento estratégico de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Acreditamos numa ilusão… que pertenceríamos a uma Europa, capaz de garantir o nosso sonho de bem-estar, o nosso novo-riquismo, as nossas necessidades alimentares e a nossa ansiedade consumista crescente. &lt;br /&gt;Esta cegueira de visão estratégica foi fatal para Portugal.&lt;br /&gt;Hoje já se reconhecem os gravíssimos erros cometidos na definição de aplicação dos fundos estruturais que beneficiamos com a nossa adesão à Comunidade Económica Europeia.&lt;br /&gt;Uma boa parte do território nacional (interior) em desertificação ambiental, social e económica galopante, auto-estradas sem rentabilidade possível porque carecem de utentes, escolas abandonadas e novas escolas com despesas de funcionamento e conservação incompatíveis com a melhoria do serviço que as justificaram, hospitais e centros de saúde ingeríveis no aspecto financeiro e na prestação do serviço essencial.&lt;br /&gt;Erramos, porque fomos incapazes de ter pensamento estratégico autónomo, assumindo esse drama de que pertencíamos já a uma outra Nação…como se fosse possível haver uma Nação sem um povo identificado com o novo projecto, homogéneo na sua identidade.&lt;br /&gt;Erramos, porque não pensamos por nós, porque fomos na canção do bandido de uns quantos apátridas.&lt;br /&gt;Assim não o fizeram outros povos, do mesmo projecto…por isso está aí claro, também hoje, a dominância Alemã de novo na Europa, com o suporte subserviente da França.&lt;br /&gt;Acabamos, nesta vergonhosa intervenção externa, que nos vai obrigar a mudar radicalmente de vida e de políticas, sem que tenhamos sequer a possibilidade de pestanejar.&lt;br /&gt;Que esta lição, nos conduza de novo a pensar por nós próprios e nos mobilize a encontrar os projectos e os desígnios que preservem a nossa capacidade de nos auto-governar.&lt;br /&gt;Há sinais de que assim vai ser. &lt;br /&gt;Curiosamente esses sinais não são valorizados na Comunicação Social, apenas ávida da promoção da luta partidária como forma de manter o sistema pelo entretenimento emocional do povo.&lt;br /&gt;O novo ministro da economia, Álvaro Santos Pereira, passa por ser a maior decepção perante as expectativas face ao governo, na perspectiva banal dos analistas políticos da nossa praça…mas é a ele que se deve a primeira alteração substancial na estratégia macro económica, que pode indiciar a viabilidade do nosso futuro.&lt;br /&gt;Trata-se da mudança de agulha nos projectos do TGV e da utilização ferroviária e portuária na sua função decisiva de fomento económico.&lt;br /&gt;A União Europeia já aceitou e garantiu que os fundos previstos serão utilizados para construção de uma via ferroviária mista (pessoas e mercadorias) Sines-Caia, com bitola europeia. Uma importantíssima vitória nacional e uma derrota do centralismo Castelhano de Madrid. &lt;br /&gt;Falta ainda ganhar a segunda batalha. Que a linha que segue de Madrid para França também tenha a mesma bitola…mas agora temos novos aliados para essa guerra…a Catalães e Bascos também convém esta solução.&lt;br /&gt;O porto de Sines passará a ser um importantíssimo pólo de desenvolvimento nacional, por três razões essenciais.&lt;br /&gt;1- Porque passará a ser um porto determinante de importações e exportações de mercadorias do Atlântico e não apenas de acesso de produtos petrolíferos, passando assim para a ser um espaço intermodal de referência nacional, peninsular e europeia.&lt;br /&gt;2- Vinhos e Azeites do Alentejo, passarão a beneficiar de novos mercados (países lusófonos e emigração portuguesa) de uma nova capacidade de competição pelo benefício de terem este espaço de escoamento muito menos oneroso dos custos de transporte e colocação no mercado mundial…dado que muita da reestruturação do olival alentejano foi feita por espanhóis que laboram o produto nos lagares da Andaluzia, esta nova oportunidade de escoamento poderá também assumir o efeito de deslocação para território nacional uma boa parte dos lagares e para a vinha originar uma mais determinada reivindicação na possibilidade de alargamento da área vitícola nacional.&lt;br /&gt;3- Também a nossa dependência e custo das importações sai fortemente atenuada, porquanto a nossa reserva alimentar estratégica será fortemente beneficiada uma vez que passamos a não depender quase exclusivamente do transporte terrestre através dos Pirenéus e nos garante uma outra capacidade negocial com muitos outros países, para além do continente europeu.&lt;br /&gt;É claro que esta mudança radical não é salientada, nem sequer entendida como essencial no quadro do debate político nacional…a mediocridade e traição dos agentes políticos mais influentes assim o determina e a mediocridade da generalidade dos nossos comentadores ao seu serviço assim estabelece.&lt;br /&gt;Pela minha parte fico obrigado a Álvaro Santos Pereira e ao facto de ter atravessado o Atlântico e ter meditado sobre o que este oceano pode e deve vir de novo a nos oferecer, se formos inteligentes e patriotas.&lt;br /&gt; José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7053104585575634803?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7053104585575634803/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/finalmente-uma-estrategia-de-regime.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7053104585575634803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7053104585575634803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/finalmente-uma-estrategia-de-regime.html' title='Finalmente uma estratégia de regime'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-479316141299528785</id><published>2011-10-13T10:34:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T10:36:06.395-07:00</updated><title type='text'>A História repete-se. Será? Então haja esperança, motivação e determinação.</title><content type='html'>Em 1578, D. Sebastião animado pela sua campanha de Tanger (1574) decide dar resposta aos apelos das Cortes para travar a dominância do Império Otomano no Norte de África e assim defender as nossas Praças comerciais. Ouve muitas vozes contra a campanha de D. Sebastião.&lt;br /&gt;Em 1974, o Estado Novo mantinha há mais de dez anos uma campanha militar em África, para travar a influência do Império Soviético nos territórios ultramarinos portugueses. Havia também vozes de protesto contra a determinação nacional em defender os seus interesses e contra a sua opção estratégica ocidental, no quadro da guerra fria.&lt;br /&gt;D. Sebastião morre em Alcácer Quibir, morrem muitos nobres que constituíam a nata do nosso exército e ficamos depauperados com os resgates que tivemos de pagar pelos sobreviventes.&lt;br /&gt;Em 1975, Portugal entrega os seus territórios ultramarinos às forças de influência soviéticas e o nosso exército sofre uma derrota política humilhante, que coloca as chefias na prateleira. Também ficamos depauperados pela necessidade de receber (mesmo sem dignidade) os nossos compatriotas retornados.&lt;br /&gt;Ter participado na derrota de Alcácer Quibir foi humilhante para os que voltaram, como foi humilhante para os retornados a forma como tiveram de fugir e ser recebidos no continente.&lt;br /&gt;Em 1580 com um Cardeal Rei moribundo e hesitante, estávamos sem norte, sem dinheiro e sem desígnio. O nosso Império era cobiçado.&lt;br /&gt;Em 1975, o General Spínola, rotulado de traidor e hesitante, estávamos sem norte, sem dinheiro e sem desígnio. O nosso Império tinha terminado.&lt;br /&gt;Cristovão de Moura foi a personalidade política que ao serviço de Filipe II, conseguiu comprar e impor um novo sonho, numa elite desorientada, através da ilusão de passarmos a pertencer ao Império dos Habsburgos.&lt;br /&gt;Mario Soares, ao serviço da Internacional Socialista, consegue o mesmo, através do sonho europeu e transforma-se no político eminente do Portugal pós revolucionário em 1975.&lt;br /&gt;Em 1580, passamos a pertencer ao Império europeu dos Habsburgos.&lt;br /&gt;Em 1985 passamos a pertencer á Comunidade Económica Europeia.&lt;br /&gt;O populismo nacionalista de António Prior do Crato foi derrotado pela intriga religiosa católica, que o conotou com os inimigos anglicanos seus apoiantes. Os seus “amigos” não o acompanharam quando desembarcou em Peniche, para cercar Lisboa, onde teria apoio de uma armada britânica comandada por Drake.&lt;br /&gt;O populismo de Sá Carneiro, resistiu às tentativas maçónicas de conotação e rotulagens diversas, mas não resistiu ao assassinato.&lt;br /&gt;Duas formas, muito comuns na história de Portugal de travar as popularidades e as suas dinâmicas, quando não seguem os ventos dos interesses dos dominantes europeus.&lt;br /&gt;As promessas de Filipe II feitas nas Cortes de Tomar, foram sendo esquecidas nos reinados seguintes e as vantagens oferecidas aos nobres portugueses, transformaram-se em obrigações de sacrifício. A ilusão europeia de passar a pertencer a um grande e rico Império familiar, que silenciou o povo apesar da sua descrença, também passou a pesadelo através das exigências de progressivos aumentos do pagamento de impostos para a preservação da luxúria e do poder.&lt;br /&gt;As promessas dos Fundos Estruturais e as ilusões de pertencermos a uma sociedade rica e de bem-estar, também começaram progressivamente a desvanecer-se, quando a União Europeia nos passou a exigir comedimento perante os nossos excessos de despesismo e desbarato dos dinheiros públicos.&lt;br /&gt;Portugal europeu do início do século XV, passou a ser um contribuinte líquido do Império dos Habsburgos. Portugal europeu do início do século XXI, também passou a contribuinte líquido. Há 400 anos ainda foi preservada a nossa moeda, hoje já não temos esse instrumento de soberania política. &lt;br /&gt;O aumento dos impostos, estiveram na origem da revolta do Manuelinho ou Alterações de Évora de 1637, que se expandiram por todo o país e são o rastilho que levou à Restauração de 1640. Foi o grito de “Basta” do povo, que nunca sentira vontade, nem afinidade perante uma dinâmica que o empobrecia. Os Nobres agora obrigados a servir nos exércitos dos Habsburgos e perante o evidente desmoronamento do seu Império, sentiram que havia chegada a hora de restabelecer a independência.&lt;br /&gt;O actual desmesurado aumento da carga fiscal está a destruir também agora, toda uma classe média, que é o suporte da nossa sociedade. Sectores empresariais foram sacrificados pela política europeia…a Agricultura, as Pescas, a Construção Naval, o pequeno Comercio, a pequena Industria, numa dinâmica profundamente errada que partia da premissa de que pertencíamos a uma União Política, que nos forneceria todas as nossas necessidades e nos poderia dispensar desse trabalho produtivo.&lt;br /&gt;A crise Europeia anuncia o desmoronamento do seu projecto Federalista.&lt;br /&gt;A tomada de consciência popular sobre as consequências da perda de soberania nacional está a começar a generalizar-se …. as “Alterações”, poderão surgir quando também se começar a entender que temos mais afinidades culturais e afectivas na América do Sul, em África e até na Ásia, do que na Europa a que afinal nunca pertencemos por vontade própria.&lt;br /&gt;Nunca poderemos mudar a nossa situação geográfica privilegiada de porta de entrada e saída da Europa, por isso nunca poderemos abdicar de compromissos com os seus povos e as suas Nações, mas isso não pode levar a que esqueçamos as nossas afinidades naturais, históricas e afectivas e a desperdiçar as oportunidades de riqueza que no futuro isso nos poderá proporcionar.&lt;br /&gt;O domínio Filipino levou a perda de muito património ultramarino nacional…ficou porém o suficiente para preservarmos uma Nação e até para usufruir de momentos de riqueza.&lt;br /&gt;A descolonização não apagou a viabilidade de uma nova forma de recuperação do nosso protagonismo em associação com os países de língua e cultura lusófona.&lt;br /&gt;É que hoje o domínio administrativo sobre os territórios não é determinante para a obtenção de riqueza nacional…bem mais importante será a afinidade cultural/afectiva e a nossa capacidade de a usar.&lt;br /&gt;Será que a história se vai repetir?&lt;br /&gt;Viva Portugal independente e soberano.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-479316141299528785?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/479316141299528785/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/historia-repete-se-sera-entao-haja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/479316141299528785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/479316141299528785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/historia-repete-se-sera-entao-haja.html' title='A História repete-se. Será? Então haja esperança, motivação e determinação.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-130937293260493861</id><published>2011-10-11T14:26:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T14:27:38.931-07:00</updated><title type='text'>O novo paradigma</title><content type='html'>Aos políticos exige-se a capacidade de encontrar soluções sustentáveis e não desculpas.&lt;br /&gt;A crise tem sido a desculpa, utilizada sistematicamente pelos políticos para branquear a sua incapacidade e a sua inconsciência cívica.&lt;br /&gt;A crise não é passageira, é uma realidade da economia global onde nos integraram, porventura inconscientemente.&lt;br /&gt;A crise perdurará, pois a economia global é por natureza instável e os paradigmas da economia de bem-estar ou dos Estados previdência estão desadaptados a essa nova circunstância.&lt;br /&gt;As ideologias do passado ainda dominam os partidos políticos, que não entendem, nem assumem esta realidade de exigência. As políticas e as empresas terão de ser flexíveis de forma a conseguirem conviver com as inevitáveis crises.&lt;br /&gt;Os partidos políticos são dominados por uma corte de personalidades, que próximos do poder auferem privilégios e favorecem a corrupção, constituindo a maior força de resistência à mudança de paradigma social e político.&lt;br /&gt;Os actuais partidos políticos com assento parlamentar são por estas duas razões os grandes obstáculos à mudança indispensável. As verdadeiras forças da reacção.&lt;br /&gt;Os que são arautos do esquerdismo, fixam-se na defesa dos direitos adquiridos (em época do desenvolvimento ilusório) e na defesa da luta contra a precariedade, que é a antítese da flexibilidade indispensável à vivencia económica do século XXI.&lt;br /&gt;Os partidos da área do poder, reféns das suas cortes interesseiras e corruptas dificilmente conseguem ultrapassar o lamentável estádio de cedência a interesses internos ou externos e inviabilizam sistematicamente o surgimento do rigor, da clarividência, do bom senso, do desígnio e projecto nacional mobilizador.&lt;br /&gt;O Presidente da República surge como símbolo deste regime caduco e incapaz de assumir a sua indispensável regeneração.&lt;br /&gt;Não é referência credível e não tem estatuto humano, social e cultural, que origine a respeitabilidade generalizada dos portugueses. &lt;br /&gt;Eleito irregularmente por uma minoria da população, que pela via eleitoral claramente denunciou que não acredita no regime, o senhor Presidente da Republica demonstra toda a sua mediocridade na sua afirmação política, na sua nova ansiedade de intervenção com que quer marcar este seu segundo mandato.&lt;br /&gt;Os seus discursos e intervenções são delirantes de generalidades e imprecisões, de incapacidade mobilizadora.&lt;br /&gt;“Temos de viver de acordo com as nossas capacidades”…não sr. Presidente, o Estado não pode gastar acima das suas receitas (como se, o seu silêncio durante cinco anos não tivesse sido uma conivência dramática)…”temos de exportar mais e importar menos”…como? Senhor Presidente diga-nos como, pois a sua politica de destruição do tecido industrial, comercial, agrícola e marítimo nacional, foi determinante para esta situação de dependência externa.&lt;br /&gt;Estas banalidades e generalidades são o refúgio do medíocre, que na sua arrogância desculpabilizante assume na plenitude o simbolismo de um regime incapaz de se reafirmar pela mudança. Mudança, que parcialmente nos impõem agora através do vergonhoso “resgate” a que a incompetência política nos conduziu, mas que será insuficiente se a sociedade portuguesa não se assumir num novo protagonismo de exigência. &lt;br /&gt;A mentalidade dos nossos políticos e os interesses particulares da oligarquia governante chocam hoje já claramente com uma nova mentalidade que começa a surgir através da juventude herdeira da crise.&lt;br /&gt;A luta de classes é agora encarada como o grande erro…as empresas terão de ser equipes homogéneas e motivadas para sobreviverem. A cultura da solidariedade nos processos produtivos e da emoção pelos resultados, terá de constituir a premissa essencial do aumento da nossa produtividade empresarial.&lt;br /&gt;Direitos e obrigações terão de ser reequilibrados e passar a constituir uma nova mentalidade colectiva… o trabalho é um direito (cada vez mais um privilégio), interligado à obrigação do cumprimento rigoroso do contributo individual, para a máxima capacidade produtiva.&lt;br /&gt;A geração que agora procura entrar no mercado de trabalho não quer ser ingrata para com seus progenitores, mas sente que tem melhores qualificações e que está bloqueada…a sua atitude não pode ser a de uma luta inter-geracional, mas exige uma oportunidade no país onde nasceu e que felizmente ama.&lt;br /&gt;Por isso é com orgulho que finalmente vejo chegar à opinião pública uma nova mensagem protagonizada por esta juventude…. Sentimo-nos preparados para contribuir para ajudar Portugal, somos a geração mais qualificada da nossa história, sabemos que temos de trabalhar mais, com mais rigor, maior empenhamento, mais horas e até mais anos, porque só assim asseguraremos o rendimento nacional e a possibilidade de nossos progenitores terem reformas dignas, saúde pública e nossos filhos educação conveniente…dêem-nos a oportunidade de contribuir para salvar Portugal.  &lt;br /&gt;Gostei de ouvir esta nova postura.&lt;br /&gt;O país não é o Estado, ao Estado compete a mobilização do país e essa é uma mudança essencial…é preciso libertar a sociedade civil para que o caminho do desenvolvimento aconteça. &lt;br /&gt;Estes jovens merecem a resposta conveniente… a profunda reforma do Estado, do regime e do sistema.&lt;br /&gt;Mudança de paradigma é o que exige a nossa juventude…um projecto nacional, pois temos matéria humana e muitas potencialidades…se deixarmos de olhar apenas para o continente e voltarmos a olhar para outros horizontes e soubermos escutar o coração dos portugueses.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-130937293260493861?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/130937293260493861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/o-novo-paradigma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/130937293260493861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/130937293260493861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/10/o-novo-paradigma.html' title='O novo paradigma'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-9066953748282044187</id><published>2011-06-08T13:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T13:09:54.999-07:00</updated><title type='text'>Saber entender o eleitorado, uma questão essencial.</title><content type='html'>Fazer uma leitura correcta dos resultados eleitorais, é determinante para a credibilidade da uma democracia.&lt;br /&gt;Nas eleições legislativas de 2009, a errada leitura do Presidente da República penalizou Portugal e os portugueses, conduziu o país a uma situação de bancarrota, que nos obrigou à humilhação do pedido de resgate da nossa dívida externa.&lt;br /&gt;Cavaco Silva, conhecedor da situação difícil que já encarávamos, não teve coragem ou independência, para colocar o interesse nacional como factor prioritário da análise dos resultados então obtidos e deu posse a um Governo minoritário, que nos foi fatal.&lt;br /&gt; Porventura seguiu os conselhos e influências partidárias, numa demonstração de dependência evidente, que é uma constante nos regimes republicanos.&lt;br /&gt;A leitura era evidente… o eleitorado tinha retirado a maioria absoluta a Sócrates e ao seu PS e o país, precisava de reforçar a sua credibilidade externa … a exigência que o PR de hoje faz, de um governo de maioria, não foi feita em 2009 e por consequência Cavaco Silva, partilha as responsabilidades de dois anos de desgoverno com a 1º Ministro agora afastado, por vontade expressa do eleitorado português.&lt;br /&gt;Passo Coelho terá também de saber entender o significado prioritário do sentido de voto dos portugueses.&lt;br /&gt;Houve um seu compromisso que claramente foi rejeitado pelos eleitores e por consequência será o seu primeiro grande teste de liderança política … saber reconhecer que na sua vitória, houve uma derrota particular, que está muito bem identificada nos resultados eleitorais pelo círculo de Lisboa.&lt;br /&gt;O compromisso de eleger Fernando Nobre para Presidente da Assembleia da Republica (em consequência da negociação de este ser o cabeça de lista por Lisboa), originou o pior resultado distrital do PSD, a maior subida do CDS, destoando de toda a dinâmica nacional e este fenómeno só pode ser directamente imputado ao  Nobre “fenómeno”. &lt;br /&gt;A inclusão de Dr. Fernando Nobre nas listas do PSD, foi clarificada pelo próprio ao confirmar a sua ligação maçónica.&lt;br /&gt;O CDS logo veio salientar o erro do PSD, afirmando que uma eleição para Presidente da Assembleia da Republica é um acto político da exclusiva competência dos deputados eleitos e dando assim a entender que nunca seria fácil a sua aceitação desse compromisso de Passos Coelho.&lt;br /&gt;A questão não deixará de estar em cima da mesa das negociações do acordo parlamentar e de governo entre os dois partidos.&lt;br /&gt;Esta questão assume assim uma importância enorme, pois será o primeiro sinal conhecido da capacidade de liderança de Passos Coelho.&lt;br /&gt;Que ele seja capaz de entender o eleitorado e a confiança que este nele depositou…a mensagem é clara. &lt;br /&gt;O eleitorado do círculo de Lisboa deu uma indicação inequívoca. &lt;br /&gt;Seria muito bom para Portugal, que nesta primeira situação, pois a eleição do Presidente da Assembleia, será previa hà aprovação do programa de governo, que o novo 1º Ministro demonstrasse que sabe entender os portugueses e respeitar a sua vontade.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-9066953748282044187?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/9066953748282044187/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/06/saber-entender-o-eleitorado-uma-questao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9066953748282044187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9066953748282044187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/06/saber-entender-o-eleitorado-uma-questao.html' title='Saber entender o eleitorado, uma questão essencial.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6691521957114694706</id><published>2011-06-06T04:11:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T04:13:43.429-07:00</updated><title type='text'>Síntese de reflexões pós eleitorais…há uma democracia a regenerar e uma Nação a preservar.</title><content type='html'>Os resultados eleitorais deixam-nos mensagens claras, que não poderemos deixar cair no esquecimento e que nos impõem uma reflexão profunda.&lt;br /&gt;O contexto emocional e político, que esteve subjacente a estas eleições, representa uma forte condicionante à liberdade de escolha e de opinião, que caracteriza o actual sistema político e ainda mais acentuado pela circunstância anormal de ter sido realizado após uma negociação de resgate financeiro nacional.&lt;br /&gt;O deficit ou asfixia democrática, foram assim uma forte condicionante e tiveram naturalmente consequências nos resultados. O sistema está totalmente manipulado pelos partidos com representação parlamentar e a igualdade de oportunidades entre as forças políticas, nem sequer é uma ilusão, mas um princípio acintosamente desprezado. &lt;br /&gt;Mas para os que não se resignam perante este quadro e se enquadram na ansiedade de alterar profundamente este quadro de limitações à liberdade e á democracia há nestes resultados eleitorais algumas questões que merecem aprofundada análise:&lt;br /&gt;1- Sujeitos a uma manipulação sem precedentes, através da comunicação social dominada pelo governo, os portugueses acabaram por dar uma lição de bom senso e de lucidez, penalizando fortemente os responsáveis e derrotando irremediavelmente Sócrates e a sua arrogância política pessoal. O eleitorado português está cada vez mais consciente e muito menos dependente e esse caminho de exigência de respeito pela transparência e verdade, representa um facto político determinante para o futuro.&lt;br /&gt;2- Conscientes da insolvência de um Estado ao serviço dos interesses particulares, partidários, empresariais, financeiros ou pessoais, infiltrado pela promiscuidade generalizada e pela corrupção facilitada, os portugueses manifestaram uma inquestionável exigência de mudança. O sentido e o alcance dessa mudança, constituirá o factor decisivo, que proporcionará ou estabilidade e consistência governativa ou pelo contrário, a emergência de fortes convulsões sociais. &lt;br /&gt;3- A forte dinâmica abstencionista representa, apesar de estar empolada ficticiamente pela desactualização dos cadernos eleitorais, uma fortíssima força de descrença pelo sistema, pela classe política dominante e por esse facto um apelo colectivo de alteração profunda do actual sistema político.&lt;br /&gt;4- O anátema psicológico do confronto ideológico artificial entre “esquerda e direita” foi ultrapassado por uma parte significativa do eleitorado. A principal novidade política alcançada por estas eleições (a chamada maioria Presidencial/Governativa de direita) representa o avanço de um estádio de libertação do eleitorado. Este fenómeno poderá constituir uma forte dinâmica política de libertação e consequente apetência para novas ideias, novas ideologias e novos projectos.&lt;br /&gt;5- O clubismo político, que é expresso por uma forte votação tradicional (até irracional), que está claramente expressa na generalidade dos partidos com expressão parlamentar, que resiste por atitude reaccionária a todas as evidências de indispensabilidade de mudança, representa ainda, comprovadamente por estes resultados eleitorais, uma forte dinâmica de resistência à indispensável abertura à possibilidade de alterações ao actual sistema político, sendo factor decisivo para a preservação de uma partidocracia dominante e dominadora.&lt;br /&gt;6- A comprovada incapacidade, dos chamados pequenos partidos conseguirem ultrapassar a circunstância de inacessibilidade parlamentar, é uma demonstração inequívoca da total limitação democrática do actual sistema político.&lt;br /&gt;7- As eleições legislativas acentuaram ao extremo, a personalização da exclusividade de opção de escolha, entre dirigentes dos partidos. Não se debatem, nem se escolhem programas, ignoram-se, omitem-se e desprezam-se candidatos a deputados…as eleições passaram assim a ser uma escolha de governos e não de representantes. O deputado é assim totalmente secundarizado, logo passa a ser impossível a sua responsabilização. Os próprios partidos políticos passam também a ser subalternizados, porque muito mais dependentes da força eleitoral dos seus lideres…acentuou-se assim a dependência do eleitorado perante os directórios dos partidos e perante as personalidades e carácter dos dirigentes. É a dinâmica da personalização da partidocracia que saiu fortemente reforçada.&lt;br /&gt;8- Os três partidos filiados em internacionais e dependentes do exterior, subscritores do acordo de resgate nacional, representam eleitoralmente mais de 75% do eleitorado. Esta é a verdadeira medida da dependência externa em que nos deixamos envolver.&lt;br /&gt;Porventura haverá outras questões importantes diferentes das que assinalei. Mas sobre estas não tenho quais dúvidas que deveremos reflectir profundamente…se queremos preservar a nossa liberdade, regenerar a democracia nacional e preservar um futuro colectivo dentro do nosso direito à independência e num quadro de soberania nacional que nos garanta a possibilidade de termos direito à diferenciação de ser portugueses e termos orgulho no que somos.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6691521957114694706?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6691521957114694706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/06/sintese-de-reflexoes-pos-eleitoraisha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6691521957114694706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6691521957114694706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/06/sintese-de-reflexoes-pos-eleitoraisha.html' title='Síntese de reflexões pós eleitorais…há uma democracia a regenerar e uma Nação a preservar.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2522574843180282716</id><published>2011-05-25T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T08:29:57.732-07:00</updated><title type='text'>Como vou agir nas eleições de 5 de Junho.</title><content type='html'>Como agirei no próximo acto eleitoral...&lt;br /&gt;Seguindo concelho de Aristóteles:&lt;br /&gt;"Qualquer um pode zangar-se - isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa - não é fácil."&lt;br /&gt;Não é possível que nas próximas eleições os portugueses deixem de expressar objectivamente através do seu voto, a sua indignação e zanga, face ao governo que nos encaminhou irresponsavelmente para a ruína…social, política, económica e financeira.&lt;br /&gt;O acto eleitoral de 5 de Junho é assim determinante para o futuro de Portugal.&lt;br /&gt;Uma escolha entre a expressão clara e inequívoca da nossa vontade de mudar ou a submissão perante a dominação, de quem usurpou a nossa benevolência.&lt;br /&gt;Estamos zangados pela humilhação a que fomos sujeitos, pela mentira sistemática com que a propaganda governamental nos tenta manipular, pela incapacidade e irresponsabilidade governativa.&lt;br /&gt;Estamos zangados com a pessoa certa…Sócrates.&lt;br /&gt;Na medida certa… a sua derrota eleitoral.&lt;br /&gt;Na hora certa …as próximas eleições de 5 de Junho.&lt;br /&gt;Pelo motivo certo…a sua incompetência como governante.&lt;br /&gt;Da maneira certa … pela concentração dos nossos votos em quem tem uma natural posição para o derrotar.&lt;br /&gt;É fácil expressar a nossa zanga…em comentários e desabafos.&lt;br /&gt;Não será fácil para muitos de nós, seguir este conselho do sábio….mas o seu sábio conselho é essencial e determinante para a salvação da nossa dignidade e para a preservação de uma porta aberta de esperança no nosso futuro colectivo.&lt;br /&gt;Por Portugal e pelo nosso amor a esta terra e aos nossos descendentes.&lt;br /&gt;Sigamos então este sábio conselho e continuemos a lutar pela nossa liberdade e diferenciação como Nação orgulhosa de seus filhos.&lt;br /&gt;Repetirei esta mensagem até à exaustão…pois amo Portugal e não abdico da minha dignidade como português orgulhoso da sua condição.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2522574843180282716?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2522574843180282716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/como-vou-agir-nas-eleicoes-de-5-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2522574843180282716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2522574843180282716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/como-vou-agir-nas-eleicoes-de-5-de.html' title='Como vou agir nas eleições de 5 de Junho.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5124735076641168520</id><published>2011-05-15T03:35:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T03:37:43.235-07:00</updated><title type='text'>Como pode Passos Coelho ainda ganhar…porque se ele ganhar, Portugal poderá ter futuro.</title><content type='html'>Convocar eleições num período de resgate nacional por insolvência financeira, foi um enorme disparate político do Presidente da Republica e Conselheiros de Estado e muito provavelmente irá ter consequências dramáticas para o nosso futuro próximo.&lt;br /&gt;Esta minha afirmação foi feita logo na altura e tentei desenvolver alguns argumentos que infelizmente se estão a concretizar.&lt;br /&gt;Sócrates e o PS, foram os principais beneficiários da decisão. Passo Coelho o principal prejudicado.&lt;br /&gt;Uma parte significativa do eleitorado do PCP e BE, acredita que Sócrates irá ser o mais útil lutador, perante as medidas de austeridade e sacrifício, impostas pela Troika. &lt;br /&gt;Sócrates que é capaz de enganar os portugueses, também será capaz de enganar o FMI e a União Europeia…é nisto que apostam muitos eleitores, que pretendem evitar a mudança radical de vida e das funções do Estado na sociedade portuguesa. &lt;br /&gt;Sócrates pelo seu perfil, de ausência de princípios, transforma-se assim na derradeira tábua de salvação dos defensores e beneficiários de um Estado garantia dos rendimentos e regalias sem esforço.&lt;br /&gt;Esta é a mentalidade generalizada numa parte significativa da população, para quem o actual PS, passou a ser a única garantia de preservação. &lt;br /&gt;É claro que estão profundamente enganados…o acordo com a Troika é um compromisso nacional e uma vitória do PS nestas eleições, apenas ocasionará uma instabilidade adicional de natureza política e uma maior desmotivação da sociedade civil para ultrapassar a gravíssima crise económica, política e social, que assume como nunca na nossa história, também o carácter de uma crise de independência e soberania.&lt;br /&gt;A vitória de Sócrates e do seu PS, será um fortíssimo contributo para a condenação de Portugal como país soberano e independente…será o aval popular à instabilidade politica provocada pela incapacidade do actual Presidente da Republica.&lt;br /&gt;O erro do Presidente foi ainda mais reforçado com os apelos ao consenso nacional entre os partidos subscritores do acordo com a Trioka.&lt;br /&gt;Esta lamentável distorção do sentido democrático, originou uma enorme dificuldade adicional ao novo líder do maior partido da oposição. Passo Coelho teve então a indispensável necessidade de se distanciar o mais possível de Sócrates, mas dificilmente o poderia fazer através de propostas, pois elas já estavam estabelecidas, mas sim através de atitudes. &lt;br /&gt;Sócrates, que é o Secretário Geral do PS, domina totalmente o seu partido e o seu partido tem uma forte dominância na comunicação social, que representa uma máquina de propaganda como em momento algum aconteceu e como nunca seria imaginável acontecer num regime democrático.&lt;br /&gt;Passos Coelho não é o Secretário Geral do seu partido.&lt;br /&gt; O Secretário Geral do PSD é assim uma peça dominante para a acção difícil da liderança de um novo presidente sujeito a uma afirmação de natureza pessoal e a uma luta política desigual.&lt;br /&gt;Os erros sucedem-se… o partido é sujeito a uma fortíssima infiltração de lobies e de seitas secretas…o grupo de Boston nas matérias da educação, o movimento da sociedade civil, dos gestores públicos, a invasão maçónica, de que o folhetim Fernando Nobre, assume maior evidencia e controvérsia.&lt;br /&gt;Passos Coelho, fica sujeito e tem necessidade de se afastar de muitas das propostas e atitudes protagonizadas por este dinâmica de assalto ao PSD, que obriga a inúmeras intervenções contraditórias decorrentes das lutas internas.&lt;br /&gt;Passos Coelho ficou fragilizado e deve esse facto ao seu Secretário Geral.&lt;br /&gt;Esta situação de eminente dificuldade do único líder capaz de derrotar, quem nos condenou, veio a originar o deslumbramento de Paulo Portas.&lt;br /&gt;Uma subida eleitoral à custa desta lamentável dificuldade do PSD se assumir unido e respeitador do seu actual líder, originou essa ridícula pretensão de Paulo Portas candidato a Primeiro Ministro.&lt;br /&gt;Mas Portas não teve a frontalidade suficiente para rejeitar liminarmente vir a ser parceiro num Governo com o PS. Com isso deu argumentos a Sócrates e a todo o deslocamento do eleitorado que tem favorecido o PS nas sondagens. &lt;br /&gt;O “Nim” de Paulo Portas e a sua coincidência de posição, de poder não participar num Governo com o PSD, caso Passos Coelho ganhe, também é um forte contributo para toda esta dinâmica de insolvência política e um pronuncio gravíssimo para o nosso futuro colectivo.&lt;br /&gt;Só a vitória de Passo Coelho poderá evitar o descalabro nacional…mas para que isso aconteça, é cada vez mais indispensável e urgente, a sua demarcação do seu próprio Secretário Geral.&lt;br /&gt;Passos Coelho, terá de se assumir como líder indiscutível e incontestado…que o seu partido entenda de uma vez, que não é apenas um instrumento da futura influencia dos lobies e da maçonaria, mas sim o travão dessa influência e o único instrumento politico deste sistema que pode abrir a porta da mudança que se impõe, sem graves convulsões sociais.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5124735076641168520?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5124735076641168520/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/com-pode-passos-coelho-ainda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5124735076641168520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5124735076641168520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/com-pode-passos-coelho-ainda.html' title='Como pode Passos Coelho ainda ganhar…porque se ele ganhar, Portugal poderá ter futuro.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1547445017809334553</id><published>2011-05-09T15:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T15:43:18.198-07:00</updated><title type='text'>Da revolução imposta á derrota de Sócrates.</title><content type='html'>A loucura ideológica, dita de esquerda, está na origem do total descalabro das contas públicas. &lt;br /&gt;Esta loucura, começou com a invasão ideológica socialista pós 25 de Abril, em que ao Estado competiria a manutenção e orientação de toda a sociedade.&lt;br /&gt; O mais grave, não foi as enormes despesas e desperdícios no erário público, mas sim, a nova mentalidade que rapidamente se generalizou entre os portugueses. Ao Estado passou a competir a  garantia dos direitos e dos rendimentos, mas pouco exigente nas obrigações, permissivo nos aproveitamentos individuais, de grupos, de partidos políticos e de seitas. &lt;br /&gt;Os portugueses aproveitaram esta mensagem política, obtiveram vantagens, mas acomodaram-se de tal forma que acreditaram poder viver sem esforço. A garantia de rendimentos passou a ser a preocupação dominante de cada família, independentemente do seu contributo para crescimento da economia e da riqueza nacional. Ter emprego, subsídio, o serviço gratuito, manteve ao longo de todos estes anos a ilusão de poderíamos viver eternamente às custas de um Estado, que até tinha conseguido, que uma maioria vivesse substancialmente melhor.&lt;br /&gt;A permissividade originou uma enorme promiscuidade e a corrupção generalizada. Pertencer a esta máquina do Estado, passou a ser o passaporte do rápido enriquecimento e da ambicionada influência perante os demais agentes da sociedade civil, nomeadamente as empresas, comunicação social, até sobre a Justiça.&lt;br /&gt;Os partidos políticos da área governativa, passaram a ser os veículos que transportavam para os privilégios todas as mais diversas ambições.&lt;br /&gt;O PS, passou a ser a principal central de transporte, dos “Zé Ninguém” ao estrelato da influência política. O PSD, o mais escolhido, para premiar a promiscuidade política empresarial, financeira e jurídica.&lt;br /&gt;Passaram estes partidos a ser o suporte de um sistema político, que preservando a influência dominante do Estado, era cada vez mais um Estado tentacular e despesista, neutralizante da sociedade civil, mas servidor de interesses financeiros e estrangeiros.&lt;br /&gt;O sistema político associado aos interesses financeiros e de alguns sectores empresariais, criou a ilusão do crédito ao consumo, que foi a mais grave alienação política, que veio a originar o endividamento generalizado e a consequente dependência partidária da classe média.&lt;br /&gt;Garantiam assim, estes dois partidos dominantes, com o apoio possível e sempre ansioso do CDS, que o sistema político se fosse perpetuando.&lt;br /&gt;Desde os finais do século passado que os indicadores deram sinais aos políticos da exigência de mudança de rumo.&lt;br /&gt;Guterres fugiu, Barroso declarou que estávamos de “tanga” e soube aproveitar  a oportunidade de se livrar deste buraco, Santana Lopes apesar de tudo, não era suficientemente louco, para dirigir o descalabro…até que foi encontrado o perfil ideal da irresponsabilidade e do aventureirismo … Sócrates conseguiu esta brilhante proeza, de ao longo de seis anos, enganar a maioria dos portugueses, alimentar a sua ilusão de continuarmos a viver e a acreditar que poderíamos continuar eternamente, a pedir emprestado para pagar uma despesa muito superior ao nosso rendimento colectivo.&lt;br /&gt;Ou seja, conseguiu manter o caminho inevitável da falência colectiva, preservando a loucura ideológica de base e distribuindo de tal forma habilidosa, os privilégios, que conseguiu dominar a oposição, o descontentamento e alicerçar um sistema de propaganda pessoal e partidário, ao nível da mais repressiva ditadura.&lt;br /&gt;A bancarrota era uma premeditação dos sensatos há mais de uma década e os mercados tornaram-na uma realidade.&lt;br /&gt;Sócrates foi derrotado pela realidade…as suas acusações são ridículas.&lt;br /&gt;A Troika (FMI; EU e BE) veio trazer-nos a revolução imposta.&lt;br /&gt;A partir de agora o PCP e Bloco de Esquerda se assumirão cada vez mais, como partidos reaccionários a esta mudança radical, que há muito se impunha.&lt;br /&gt;O PS encarnou a reacção promíscua e interesseira…preservar a mentira ideológica, beneficiando dela.&lt;br /&gt;O PS, vai ter muita dificuldade de voltar a recuperar desta derrota de Sócrates, pois a revolução só agora se vai iniciar e a sua dinâmica não pode nunca ser a do passado, que manifestamente os portugueses irão rejeitar quando libertados desta propaganda dominadora.&lt;br /&gt;A revolução iniciada, que não fomos capazes de fazer e nos foi imposta, não será apenas de natureza financeira, pois a crise que originou a dramática situação das contas públicas é acima de tudo de valores e política.&lt;br /&gt;A revolução prosseguirá o seu ritmo, após o plebiscito de 5 de Junho…onde a nossa única escolha possível é a de penalizar ou sucumbir perante o actual 1º Ministro.&lt;br /&gt;Competirá à sociedade civil, exigir o novo rumo e determinar o futuro político e estratégico de Portugal…este sistema está caduco, viciado, auto-neutralizado e não será capaz de ultrapassar esta mísera condição, de originar meros governos de gestão das imposições externas.&lt;br /&gt;Viver como dependentes e submissos, não é uma condição dos portugueses.&lt;br /&gt;Outras referências terão de surgir…é difícil porque este sistema é autocrático … mas é uma exigência nacional e um desígnio que teremos de cumprir para mantermos a nossa independência, soberania e identidade.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1547445017809334553?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1547445017809334553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/da-revolucao-imposta-derrota-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1547445017809334553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1547445017809334553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/da-revolucao-imposta-derrota-de.html' title='Da revolução imposta á derrota de Sócrates.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1455643600166183012</id><published>2011-05-09T02:11:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T02:12:29.348-07:00</updated><title type='text'>Povo usurpado</title><content type='html'>Povo usurpado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo está carente&lt;br /&gt;Aparentemente resignado&lt;br /&gt;Apesar de descontente&lt;br /&gt;Espera paciente&lt;br /&gt;Não está ainda revoltado.&lt;br /&gt;Este povo é crente,&lt;br /&gt;Também inocente,&lt;br /&gt;Facilmente enganado.&lt;br /&gt;É um povo generoso,&lt;br /&gt;Que acredita no falacioso,&lt;br /&gt;Na mentira do mentiroso,&lt;br /&gt;Porque é bem formado.&lt;br /&gt;Não reage facilmente,&lt;br /&gt;Menos ainda com violência,&lt;br /&gt;Aparenta condescendência,&lt;br /&gt;Povo sabedor e consciente.&lt;br /&gt;Não teme o sofrimento,&lt;br /&gt;Está habituado à pobreza,&lt;br /&gt;Venceu sempre o mau momento,&lt;br /&gt;Este é o seu pensamento,&lt;br /&gt;Esta a sua firmeza.&lt;br /&gt;Beneficia enquanto é tempo,&lt;br /&gt;Esta a sua esperteza.&lt;br /&gt;Povo com um longo passado,&lt;br /&gt;Sofredor, tantas vezes usurpado,&lt;br /&gt;A sabedoria é a sua riqueza,&lt;br /&gt;Também o seu pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1455643600166183012?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1455643600166183012/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/povo-usurpado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1455643600166183012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1455643600166183012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/povo-usurpado.html' title='Povo usurpado'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2583076337366822819</id><published>2011-05-04T05:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T05:02:44.616-07:00</updated><title type='text'>Sócrates , o  herói negociador</title><content type='html'>O nosso 1º Ministro para além do mais é uma bizarra figura. &lt;br /&gt;Há 15 dias apresentava-se como o herói da resistência da invasão satânica, do temeroso FMI. &lt;br /&gt;Ontem apresentou-se como o herói negociador, que impediu todos os males que os satânicos e sinistros do tenebroso FMI, nos queriam impor.&lt;br /&gt;O sentido propagandístico de Socrates, é a essência da sua consistência política.&lt;br /&gt;A ausência de sentido crítico da população portuguesa, cerceado pela propaganda oficial do sistema, alimentado por uma comunicação social dependente, é o pilar de sustentação de protagonistas políticos deste calibre.&lt;br /&gt;Não sei a que negociação se refere o 1º Ministro, seria interessante conhecer esses pormenores negociais. Sei, que logo apareceu Catroga a reivindicar para o PSD, muitas vitórias negociais.&lt;br /&gt;Desconfio que a verdadeira negociação foi interna entre as instituições que compõem a troika.&lt;br /&gt;Estou ansioso pelo esclarecimento cabal desta situação.&lt;br /&gt;Os partidos dominantes, ainda nos querem fazer crer, que têm alguma influência sobre os destinos de Portugal no curto prazo, depois de nos terem colocado numa situação de banca rota, pela sua inconsciência, irresponsabilidade e ansiedade de usufruto de benesses e privilégios.&lt;br /&gt;Os partidos dominantes mantêm uma atitude de sobranceria perante o povo português, usando e abusando do seu bom, interpretando maliciosamente este sentimento colectivo como uma submissão ou mais grave ainda como uma incapacidade de compreensão, acreditando que o podem continuar a manipular, como o exclusivo intuito da preservação dos seus poderes.&lt;br /&gt;Eles são os donos de Portugal e os portugueses os seus submissos apoiantes…é nesta premissa, que desvirtuou o sentido da democracia, que se sustenta todo este sistema político, que criou uma sociedade de ilusão, medíocre, sem capacidade reivindicativa, dependente, injusta e insolvente.&lt;br /&gt;Mas estes novos donos de Portugal, que nos asfixiam e manipulam, estão eles próprios, totalmente sujeitos a dominâncias de lobies e de interesses, precisamente porque a sua motivação para a coisa pública não é um serviço de paixão pelo país, mas simplesmente os seus próprios sonhos de protagonismo pessoal e os seus interesses mesquinhos.&lt;br /&gt;Por isso desconfio que esta negociação, resultou de um equilíbrio entre interesses financeiros e políticos, em que se exigiu a nossa subordinação total e se porventura deste acordo resultar alguns benefícios para Portugal, eles não decorrem da visão politica dos nossos partidos, mas sim, da sua incapacidade.&lt;br /&gt;Aquilo que se propagandeou como “ajuda externa”, terá assim este significado perverso de ajudar a manter estes partidos incapazes, irresponsáveis e dependentes, como base da sustentação de um sistema político que criou esta lamentável dependência aos interesses alheios e esta sociedade de subsistência das injustiças e cada vez mais impossibilitada de assumir o seu direito de auto-governar.&lt;br /&gt;Exigir e escolher em liberdade foi um sonho …. a democracia portuguesa está apenas restringida a uma cada vez mais ténue possibilidade de sancionar periodicamente as decisões que nos são impostas do exterior.&lt;br /&gt;Por incapacidade nossa (dos políticos que mantivemos), por dependência ideológica colectiva a soluções do passado que estão caducas e formas de organização política e administrativa desadequadas.&lt;br /&gt;Paralisados como sociedade, pela dependência a estas forças políticas, desenraizados dos nossos valores de diferenciação, ficamos cativos e perdemos a nossa dinâmica e criatividade colectiva.&lt;br /&gt;Incrédulos, porque não vislumbramos alternativas a um sistema político, do qual maioritariamente desconfiamos e nele não nos revemos.&lt;br /&gt;As referências políticas actuais, são passado…a motivação colectiva deste magnífico povo, só poderá acontecer com novas referencias, credíveis e apaixonadas.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2583076337366822819?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2583076337366822819/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/socrates-o-heroi-negociador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2583076337366822819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2583076337366822819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/05/socrates-o-heroi-negociador.html' title='Sócrates , o  herói negociador'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7984674358944213807</id><published>2011-04-28T03:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T03:52:57.779-07:00</updated><title type='text'>Os apelos de união nacional do Presidente da República, são patéticos e só comprovam a sua incompetência.</title><content type='html'>Há muito tempo que o senhor Presidente da Republica deveria saber, que era inevitável o resgate da divida publica nacional e o pedido formal de intervenção do FMI.&lt;br /&gt;Se não o sabia é porque afinal é um fraco economista ou uma personalidade mal informada sobre as finanças públicas, o que manifestamente não pode ser verdade.&lt;br /&gt;O sr. Presidente foi agindo na sua ténue magistratura de influência, preservando um governo irresponsável, que não lhe ligou peva e por consequência essa sua influência foi nula.&lt;br /&gt;As manobras dilatórias do governo, expressas em PEC’s e mais PEC’s, acabaram por originar a natural atitude conjunta das forças partidárias de oposição, pois a farsa já era demasiado evidente.&lt;br /&gt;A Banca deu o mote aos partidos…”não temos condições para suportar mais a divida do Estado”.&lt;br /&gt;O sr. Presidente da Republica, foi incapaz de estar à altura dos acontecimentos e de exigir dos partidos uma atitude responsável, perante a evidente situação de colapso das nossas finanças.&lt;br /&gt;Num momento de pedido de intervenção, que exigiria uma negociação forte e unitária, o sr. Presidente  decidiu, convocar eleições e manter em funções de gestão o governo , principal responsável pela nossa falência.&lt;br /&gt;Uma decisão desastrosa, tendo em atenção que era  uma evidente  forma de viabilizar a  desresponsabilização do governo e de promover um clima de intensificação da luta partidária.&lt;br /&gt;O Sr. Presidente não teve coragem para colocar os interesses nacionais e preferiu lavar “as mãos”, tentando dar a entender que competiria aos partidos a solução da grave crise nacional…como se isso fosse possível num clima de campanha eleitoral…como se isso fosse o desejável perante a necessidade de criar uma forte e maioritária frente de negociação.&lt;br /&gt;Nada impediria que a exigência que faz para o futuro, de uma maioria parlamentar governativa tivesse sido feita sem dissolver o Parlamento e se o tivesse feito então estaríamos agora bem esclarecidos de quais os partidos e quais os dirigentes partidários tinham sentido de Estado.&lt;br /&gt;Se nenhum quisesse assumir essa possibilidade, também nada impediria o sr. Presidente de nomear um Governo de unidade nacional, que obviamente teria de fazer passar o seu programa na Assembleia da Republica e se não passasse, ficaríamos a conhecer as razões dos partidos políticos, o que pelo menos seria um enorme contributo para a transparência democrática.&lt;br /&gt;Patético é assim agora este apelo do Sr. Presidente, pois teve como responsabilidade política criar essa exigência de unidade e abdicou dela.&lt;br /&gt;É hoje humilhante verificar a nossa submissão à Troika….toda esta lamentável romaria de chapéu na mão dos nossos políticos e dos nossos dirigentes da chamada sociedade civil.&lt;br /&gt;Uma vergonha colectiva, de fraqueza e de submissão, em que chegamos ao cúmulo do ridículo,de ouvir o Presidente  de uma Confederação  Socio-profissional afirmar após uma reunião com a Troika…” viemos «PEDIR » que se mantivessem os fundos estruturais para o desenvolvimento da agricultura”.&lt;br /&gt;Como poderíamos ter alguma capacidade negocial, neste clima político criado pela atitude do senhor Presidente da Republica? Como poderíamos ter a tal unidade nacional indispensável ?  Como poderíamos ter a responsabilização política?&lt;br /&gt;As eleições vão ser uma farsa…uma lamentável farsa, porque nenhuma partido politico do arco governativo poderá com verdade apresentar um programa de governação, que não nos seja o imposto pela Trioka e ainda por cima sem ter sido convenientemente negociado como resultante desta decisão lamentável de convocar eleições neste momento decisivo.&lt;br /&gt;A incompetência do sr. Presidente da República, que não sei se é resultante da sua incapacidade política ou do seu carácter, acabou por ser, a mais irresponsável atitude política, que conseguiu até esta  notável contradição, de diluir a própria irresponsabilidade de José Socrates e aí estão as sondagens a evidencia-lo.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7984674358944213807?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7984674358944213807/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/os-apelos-de-uniao-nacional-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7984674358944213807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7984674358944213807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/os-apelos-de-uniao-nacional-do.html' title='Os apelos de união nacional do Presidente da República, são patéticos e só comprovam a sua incompetência.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7161560063116013516</id><published>2011-04-24T13:49:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T13:50:38.419-07:00</updated><title type='text'>25 de Abril. Mataram o sonho.</title><content type='html'>25 Abril &lt;br /&gt;Mataram o sonho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantaram-se hinos à liberdade,&lt;br /&gt;Firmes promessas de igualdade,&lt;br /&gt;Em que o Povo acreditou.&lt;br /&gt;Encheram-se as ruas de alegria,&lt;br /&gt;A única coisa que se ouvia,&lt;br /&gt;Era que a ditadura acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um Abril de esperança,&lt;br /&gt;Uma época de mudança.&lt;br /&gt;E os acusados de traidores,&lt;br /&gt;Que desde logo apareceram,&lt;br /&gt;Em voz alta, prometeram,&lt;br /&gt;Mudanças ainda maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiseram esses novos senhores,&lt;br /&gt;Impor-nos outros valores&lt;br /&gt;Trazidos de uma terra fria,&lt;br /&gt;Aquela era a sua oportunidade,&lt;br /&gt;E em nome da liberdade,&lt;br /&gt;Esqueceram o que o povo queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apareceram então outros senhores,&lt;br /&gt;Que falavam como salvadores,&lt;br /&gt;Da vontade popular.&lt;br /&gt;Prometeram dar voz ao povo,&lt;br /&gt;E o que aconteceu de novo,&lt;br /&gt;Foi que o povo voltou a errar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Votou o povo em vendedores,&lt;br /&gt;Que foram novos traidores,&lt;br /&gt;Em que muitos acreditaram.&lt;br /&gt;Património vendido e desperdiçado,&lt;br /&gt;Um risco na história e no passado.&lt;br /&gt;País sem rumo foi o que deixaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com liberdade e pouco mais.&lt;br /&gt;Começa o tempo dos ideais,&lt;br /&gt;Mas pobre era a imaginação,&lt;br /&gt;Todos falavam igual.&lt;br /&gt;O socialismo era afinal,&lt;br /&gt;Para todos a única solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou apenas a democracia.&lt;br /&gt;Mas como ideais, já não havia…&lt;br /&gt;Que democracia podíamos ter?&lt;br /&gt;Partidos que mais não são,&lt;br /&gt;Espelhos da desmedida ambição,&lt;br /&gt;ambição de riqueza e de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justo referir a excepção,&lt;br /&gt;De generosos com ilusão,&lt;br /&gt;Que não podemos esquecer.&lt;br /&gt;Determinados e apaixonados,&lt;br /&gt;Homens bem preparados,&lt;br /&gt;Que acabaram por morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que no fim ficou,&lt;br /&gt;E o que mais a todos marcou,&lt;br /&gt;Não foi nunca a qualidade.&lt;br /&gt;Sacrificaram-se os inteligentes&lt;br /&gt;Crucificaram-se os crentes.&lt;br /&gt;Favoreceu-se a mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem uma única boa referência,&lt;br /&gt;Este país de longa existência,&lt;br /&gt;Perdeu a sua identidade.&lt;br /&gt;É hoje apenas uma região&lt;br /&gt;Vivendo como pedinte e em ilusão,&lt;br /&gt;Do país, nem sequer à saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o povo que em Abril vibrou,&lt;br /&gt;Que generosamente acreditou,&lt;br /&gt;Está incrédulo e desorientado.&lt;br /&gt;Tem um Estado que o despreza,&lt;br /&gt;Que o empurra para a pobreza,&lt;br /&gt;Triste povo que está cansado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História o povo já não conhece&lt;br /&gt;Sem uma identidade, padece,&lt;br /&gt;Triste povo, que foi risonho.&lt;br /&gt;De onde saiu a inteligência,&lt;br /&gt;Pior ainda, a decência,&lt;br /&gt;Que matou todo um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade . 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7161560063116013516?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7161560063116013516/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/25-de-abril-mataram-o-sonho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7161560063116013516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7161560063116013516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/25-de-abril-mataram-o-sonho.html' title='25 de Abril. Mataram o sonho.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8830896525621601625</id><published>2011-04-13T12:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T12:53:20.020-07:00</updated><title type='text'>A irracionalidade ganhou estatuto de objectivo nacional</title><content type='html'>Atiramos a toalha ao chão, porque não fomos capazes de atempadamente emendar o erro e o vício de viver apenas de acordo com os nossos rendimentos e possibilidades.&lt;br /&gt;Esta irracionalidade manteve-se ao longo de mais de uma década e agudizou-se com a irresponsabilidade de um Governo, que negou a verdade e promoveu a inconsciência colectiva.&lt;br /&gt;Uma dupla irracionalidade.&lt;br /&gt;Os nossos credores, a quem pedíamos dinheiro para manter estas irracionalidades, naturalmente que perderam a confiança e exigiram progressivas garantias e mais elevados juros pois os riscos do seus negócios eram cada vez maiores.&lt;br /&gt;A culpa é dos credores, do mercado, onde precisávamos de nos manter, para manter a irracionalidade.&lt;br /&gt;Uma tripla irracionalidade.&lt;br /&gt;A situação passou a insustentável, mesmo com as sucessivas avalanches de PECs e de austeridade avulsa, os mercados não confiavam, as suas exigências prosseguiam e chegamos a um momento de evidente constatação da insolvência da nossa divida soberana.&lt;br /&gt;As irracionalidades governativas, originavam assim a única saída…a inevitável intervenção externa. &lt;br /&gt;Mas nem isto, foi reconhecido atempadamente pelo governo irresponsável…adiou-se, protelou-se em nome da mentira e da sonegação ao povo da realidade. Deu o Governo preferência a uma estratégia de sucessivos pedidos de sacrifício, preservando a mentira de que seriam suficientes. &lt;br /&gt;Escondeu-se a realidade da situação financeira do Estado, para preservar o povo sereno e iludido.&lt;br /&gt;A quadrupla irracionalidade.&lt;br /&gt;Esta estratégia de irracionalidade foi protagonizada por um partido, que não tinha suporte maioritário parlamentar, nem popular, mas que ia tentando compromissos falsos e ténues que lhe iam garantindo a gestão pública ruinosa.&lt;br /&gt;Chegou um momento em que o maior partido da oposição não teria mais condições de suportar tais compromissos, sob pena de esvaziamento total da sua função. Finalmente disse não.&lt;br /&gt;O 1º Ministro pediu a demissão e acusou a oposição de irresponsabilidade, pelo não definitivo à gestão ruinosa e enganosa.&lt;br /&gt;A quíntupla irracionalidade.&lt;br /&gt;O senhor Presidente da Republica, entende convocar eleições e manter o governo em gestão num momento de evidente desconfiança internacional sobre a nossa governação e de eminência de uma negociação de salvação nacional.&lt;br /&gt;Manter nas em negociações vitais para o nosso futuro esta desconfiança, debilidade e insegurança, foi um acto de irresponsabilidade do mais alto magistrado, que abdicou num momento chave, da sua função e das suas responsabilidades, lavando as mãos, num acto lamentável, de negação de sentido de Estado.&lt;br /&gt;Sêxtupla irracionalidade.&lt;br /&gt;É pedida a chamada “ajuda externa” (que designação tão enganosa!!!) , que mais não é do que uma penhora, em que o direito de soberania é entregue a organizações internacionais de natureza financeira.&lt;br /&gt;Hipotecamos uma Nação, como se fosse uma empresa e vamos alegremente escolher, em eleições, quem é o mandatário deste vexame.&lt;br /&gt;A democracia que foi sendo asfixiada ao longo dos anos de desvario nacional, que foi dominada e anulada pelos interesses partidários, fica assim também penhorada.&lt;br /&gt;O direito natural de escolha, foi substituído pelo vexame democrático, de ser “oferecido” aos portugueses a oportunidade de avalisarem, as políticas e as opções determinadas por instituições financeiras internacionais.&lt;br /&gt;A irracionalidade nacional, foi assim um objectivo alcançado. &lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8830896525621601625?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8830896525621601625/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/irracionalidade-ganhou-estatuto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8830896525621601625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8830896525621601625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/irracionalidade-ganhou-estatuto-de.html' title='A irracionalidade ganhou estatuto de objectivo nacional'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7980176652587993783</id><published>2011-04-11T14:46:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T14:48:06.858-07:00</updated><title type='text'>A lição Fernando Nobre</title><content type='html'>A lição Fernando Nobre.&lt;br /&gt;Ser independente exige ser livre … “ a liberdade só existe quando todos os actos concordam com todo o nosso pensamento – Agostinho da Silva”&lt;br /&gt;Não é este o perfil humano de referência nacional promovido por este sistema. &lt;br /&gt;Nem sequer o da coerência. A Coerência que deveria ser a base da credibilidade, é por este sistema político, condição de ostracismo.&lt;br /&gt;A coerência e a credibilidade são os grandes inimigos dos partidos dominantes do actual sistema político.&lt;br /&gt;Nem o PS, nem o PSD, poderiam deixar em liberdade Fernando Nobre…infelizmente Fernando Nobre não era livre e o seu discurso eleitoral foi uma fraude.&lt;br /&gt;O PSD não tem grandes ilusões quanto ao número de votos que esta sua nova “contratação” lhe irá trazer… o mais importante é o reforça do seu discurso…abertos aos independentes…que permitirá a opção eleitoral de muitos descontentes.&lt;br /&gt;O mais grave não é a atitude de Fernando Nobre, é sim, o significado político, desta aparente contradição.&lt;br /&gt;Os partidos dominantes, são dominadores e não admitem nenhum esboço de movimentos políticos independentes.&lt;br /&gt;Nem os partidos dominadores, nem as seitas dominantes…mas como provar… que Fernando Nobre foi apenas um instrumento? Ele nunca sairá de avental à rua e como ficou demonstrado tem uma personalidade perfeitamente adaptada a este sistema em que a mentira é a rainha, que abafa sempre a verdade.&lt;br /&gt;Esta lição é particularmente importante para os movimentos de independentes, determinados em construir uma alternativa credível de mudança…&lt;br /&gt;Os partidos e as seitas, estão muito atentos…as suas acções de neutralização são tanto mais fortes e objectivas, quanto mais temerem a força da congregação do descontentamento.&lt;br /&gt;Eles nunca admitirão alternativas, eles são os donos do sistema.&lt;br /&gt;O seu discurso será sempre este…estamos abertos à mudança…mas por dentro, segundo as nossas regras.&lt;br /&gt;Porém, essas regras são os pilares desta Oligarquia e a desgraça de Portugal, a negação da liberdade e da democracia.&lt;br /&gt;José Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7980176652587993783?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7980176652587993783/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/licao-fernando-nobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7980176652587993783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7980176652587993783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/licao-fernando-nobre.html' title='A lição Fernando Nobre'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8085805348984042089</id><published>2011-04-06T04:34:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T04:35:29.814-07:00</updated><title type='text'>Eleições ou Fraude?</title><content type='html'>Este Governo e Sócrates, estão-se a comportar como aquele jovem a quem o pai autiroizou a fazer despesas, garantindo o pagamento das contas e sem cuidar de lhe exigir a indispensável contenção...mentalidade generalizada nestes tempos...este facilitismo, gera a inconsciencia juvenil e a irresponsabilidade...chegou o momento em que o pai já não tem dinheiro para pagar....o filho responsabiliza-o e acusa-o...que infantilidade...o grave de tudo isto é que o Pai é o povo português....mas ao pai está vedada a atitude correcta de não permitir mais desvarios dos filhos...ou seja está condenado...a menos que tome as rédeas definitivas da situação e obrigue os filhos a viver com a contenção necessária aos rendimentos da família e lhes incuta o sentido da poupança e da responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai terá de ser informado da realidade da divida ocasionada pelos filhos...da verdade, para depois saber como agir e como decidir ... é isto que o povo português tem de exigir...caso contrário nunca qualquer decisão poderá ser objectiva...ou seja as eleições serão uma fraude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8085805348984042089?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8085805348984042089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/eleicoes-ou-fraude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8085805348984042089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8085805348984042089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/eleicoes-ou-fraude.html' title='Eleições ou Fraude?'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7907871801045634303</id><published>2011-04-04T13:38:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T13:39:28.325-07:00</updated><title type='text'>Reflexão sobre Política Agrícola</title><content type='html'>Começa a generalizar-se em Portugal a preocupação sobre o estado actual do nosso sector primário.&lt;br /&gt;A questão agrária ganhou adeptos, pelo reconhecimento social da sua debilidade actual.&lt;br /&gt;É francamente positiva esta tomada de consciência social, apesar de tardia.&lt;br /&gt;A questão pode ser abordada em dois níveis, ambos de natureza política.&lt;br /&gt;1- Através dos direitos dos povos que constituem Nações, terem o direito inequívoco a uma reserva estratégica alimentar, que no caso português está a um nível que coloca totalmente em causa a soberania nacional e um direito básico e essencial da sua população.&lt;br /&gt;2- Através da perspectiva correcta do aproveitamento dos recursos naturais, do equilíbrio social e ambiental harmonioso de todo o território e ainda na vertente económica e financeira de produzir para o mercado e diminuir a dependência e os custos em produtos importados.&lt;br /&gt;Se podemos aspirar a um alargado consenso teórico sobre as premissas anteriores, já será bem mais difícil encontrar consensos quanto às soluções a adoptar.&lt;br /&gt;Portugal perdeu a sua autonomia em termos de política agrícola e tem apenas a débil faculdade de influenciar as políticas sectoriais agrícolas da União Europeia.&lt;br /&gt;Existe até uma tentativa de colocar no debate da agenda política a questão, se deveremos ou não, ter num Governo um Ministro da Agricultura.&lt;br /&gt;Efectivamente, de acordo com os Tratados a nossa margem de manobra para mudar a situação da Agricultura e das Pescas, é ao nível dos princípios políticos e muito menos de natureza sectorial.&lt;br /&gt;De acordo com o 1º nível de análise enunciado (a questão da soberania nacional) é evidente que se trata de uma questão de natureza política da própria União Europeia … ou estamos perante uma Federação ou estamos perante Nações, que não podem (não devem) abdicar dos seus próprios interesses e muito menos ficarem sujeitos a situações de inferioridade, marginalização e penalização, seja de natureza alimentar, seja económica, social ou ambiental. Se estamos disponíveis para o caminho Federal, então teremos de aceitar esta marginalização no aproveitamento dos nossos recursos, o elevado custo da nossa estagnação agrária, a exploração dos nossos recursos marinhos e os riscos evidentes de carências de abastecimento alimentar.&lt;br /&gt;A opção é assim de política externa portuguesa, nada tem a ver com facto de ter ou não ter ministro, mas sim de querermos continuar a ser Nação ou simples Região ou Estado.&lt;br /&gt;Defendi sempre, que cada Nação da União Europeia, deveria ter o direito à definição rigorosa, dentro de um princípio definido na dupla consideração sobre dois conceitos fundamentais…o direito a uma reserva estratégica alimentar de produção própria ( com políticas autónomas de fomento) e o direito à sua harmonia territorial paisagística e ecológica que nunca será possível sem uma politica agrícola diferenciada e adaptada às particulares situações de Portugal.&lt;br /&gt;A abordagem de acordo com o 2º nível de análise política para o sector primário, implica uma clarificação de qual é a nossa actual e real autonomia política para tomar decisões de apoio ao desenvolvimento do sector primário.&lt;br /&gt;Qual o nosso espaço de manobra político?&lt;br /&gt;A actual Politica Agrícola Europeia, a que estamos vinculados, impede-nos de medidas próprias de fomento agro-pecuário. Já seria excelente, mesmo sem a abordagem da questão da soberania alimentar, mesmo que não tivéssemos capacidade para alterar a injusta actual Politica Agrícola Comum, agir de forma a viabilizar o que nos resta de Agricultura e Pescas e com isso tentar manter uma parte da população activa no sector primário.&lt;br /&gt;Para tal, também não será determinante a existência ou não de Ministro da Agricultura…seria determinante o reconhecimento de que salvo as excepções (parte do sector vinícola, horto-frutícula e parte do sector Florestal), os outros subsectores não têm condições de viabilidade financeira empresarial e mesmo familiar, pelas limitações naturais da nossa estrutura agrícola e climática … mas sobretudo porque a essas limitações se adicionam os custos elevadíssimos de produção, que decorrem dos preços dos combustíveis e energia, que impõem preços incomportáveis de muitos outros factores de produção ( rações; adubos; serviços; pesticidas; etc) aos sub-sectores, que impossibilita totalmente a concorrência num mercado globalizado. &lt;br /&gt;Esta margem de manobra é assim, também ela exclusivamente politica … se queremos ter Agricultura e Pescas nos níveis mínimos aceitáveis … haverá que fazer uma politica específica de preços da energia e dos combustíveis, não apenas para o sector mas também para toda a indústria que lhe está a montante e transformadora… o Estado português, como está impedido de interferir nos preços, se quer preservar o mínimo de produção alimentar, terá de fazer uma decisiva opção política de isenção fiscal para o sector ou melhor de não penalização fiscal para o sector.&lt;br /&gt;A esta politica de contenção dos preços dos factores de produção, terá ainda de ser assegurada uma politica de credito adequada e de cobertura de riscos…que o Estado português nunca quis encarar a serio, o que nomeadamente levou a que os investidores estrangeiros tivessem em Portugal muito melhores condições de sucesso, em particular os espanhóis, mas não só,  que compraram muitas terras em Portugal e usaram muitos fundos estruturais destinados aos portugueses.&lt;br /&gt;É evidente que não estamos a falar de desenvolvimento da Agricultura, que imporia o reconhecimento de Bruxelas da especificidade da nossa agricultura e mudanças nos fortes bloqueios e cotas de produção que nos são impostas …. estamos apenas a referir, em preservar o mínimo do razoável, numa perspectiva nacional.&lt;br /&gt;É fundamental ter a noção que a actividade agrícola, pode ser estimulante como forma de vida, mas implica fortes sacrifícios que quem nela não é formado, dificilmente aceita na sociedade moderna… ocupação permanente e diária, sem direito a Ferias e Fins de Semana, no campo faça chuva ou sol, sem horários, pois o animal não escolhe o dia para parir ou adoecer e precisa de comer todos os dias do ano, pois o ataque do fungo, bactéria ou insecto, não espera pela hora conveniente ao agricultor, porque exige uma dedicação e um espírito muito especial em que o risco é uma constante e a compensação é muito aleatória. &lt;br /&gt;A arte de empobrecer alegremente…como se dizia sobre a agricultura, de onde quem sai já não volta mais, nem seus filhos e netos.&lt;br /&gt;A actual situação da Agricultura e também das Pescas portuguesas, é muito delicada e exigiria a devida atenção política e social.&lt;br /&gt;Implica com gravíssimos problemas, que sem uma urgente e diferente abordagem da questão agrícola e piscatória, apenas se agravarão…problemas sociais e de ocupação do território, problemas ecológicos e ambientais, problemas económicos e de segurança alimentar da população.&lt;br /&gt;Mesmo sem termos o direito a ter um Ministro da Agricultura (que Bruxelas dispensa) e uma Politica Agrícola (que Bruxelas impede), há que salvar o património nacional, humano, social e territorial …pela preservação dos que ainda restam como agricultores. &lt;br /&gt;Salvaremos assim uma parte importante de Portugal, até em valores e tradições.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7907871801045634303?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7907871801045634303/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/reflexao-sobre-politica-agricola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7907871801045634303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7907871801045634303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/reflexao-sobre-politica-agricola.html' title='Reflexão sobre Política Agrícola'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8226786227879065753</id><published>2011-04-01T14:42:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T14:43:35.078-07:00</updated><title type='text'>Um desastre este Chefe de Estado.</title><content type='html'>Cavaco atemorizava todo o país (apenas à dois meses) com os perigos da “Bomba atómica” que seria uma crise política que levasse a eleições … hoje ele despoletou essa “BOMBA”…seguindo a vontade dos partidos … como é fantástico para os partidos ( os grandes responsáveis por este drama) ter tal préstimo do Chefe de Estado …que assim se comporta como simples “empregado” partidário… exige rigor e verdade…mas nega uma auditoria publica às contas publicas e à situação real…coitados de nós...um PR que exije uma nova maioria, mas que deu posse a um Governo minoritário que comprometeu totalmente Portugal...um PR que apela ao consenso nacional dos partidos, mas foi incapaz de exigir esse consenso previo a umas eleições...um PR que anda a reboque e que não serve os interesses nacionais....o "rating da Republica" está proximo do lixo...o que é absolutamente normal com este Presidente ... um PR que insinua que o Governo tem poderes para pedir ajuda externa e que afirma que apoiará essa eventualidade, sabendo previamente que o actual Governo afirma que não tem poderes para o fazer...ou seja é o próprio PR que está a introduzir uma polémica política sobre uma questão fulcral e a promover a crispação política que afirma ser negativa para o país...um autentico desastre político este Chefe de Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavaco foi incapaz de estar à altura da situação de urgencia nacional que carecíamos...TRISTEZA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8226786227879065753?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8226786227879065753/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/um-desastre-este-chefe-de-estado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8226786227879065753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8226786227879065753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/04/um-desastre-este-chefe-de-estado.html' title='Um desastre este Chefe de Estado.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7697156158731510814</id><published>2011-03-26T12:14:00.001-07:00</published><updated>2011-03-26T12:14:51.616-07:00</updated><title type='text'>Portugal é muito mais que este regime e não poderá sucumbir com ele.</title><content type='html'>Vivemos com despesas muito acima dos nossos rendimentos.&lt;br /&gt;Famílias e Estado.&lt;br /&gt;Mais de uma década sem desenvolvimento económico e com a despesa pública sempre a aumentar.&lt;br /&gt;Empréstimos bancários induziram e suportaram esta loucura.&lt;br /&gt;As famílias vão à falência de uma forma discreta, mas dramática…só desde o princípio do ano declararam a sua insolvência em tribunal mais de mil famílias.&lt;br /&gt;A comunicação social dá apenas destaque ao problema nacional…o Estado português segue o mesmo rumo de insolvência de muitas famílias de portugueses.&lt;br /&gt;Sonhamos demasiado alto e os nossos governantes foram incapazes de terem o bom senso de travar sonhos inconsistentes.&lt;br /&gt;A nossa dívida atinge hoje valores superiores a 100% do PIB…nunca na história de Portugal tivemos uma crise financeira tão grave e as anteriores deram origem a revoluções penosas.&lt;br /&gt;O Estado Previdência, o Estado que tudo a todos, garantia…esta foi a ilusão que nos condenou…um Estado que absorve 50% da riqueza produzida e que ainda tem necessidade absoluta e permanente de recorrer ao crédito externo.&lt;br /&gt;Um Estado despesista, que sufoca a economia e as famílias, que matem uma postura de novo riquismo, continuando a viver sem contenção e com atitudes inconcebíveis de parcerias público privadas, que são autênticos massacres às finanças públicas e bónus de Natal para algumas empresas privadas.&lt;br /&gt;Não só não há qualquer coerência nesta situação, como não há qualquer proposta concreta para sair dela.&lt;br /&gt;O Chefe de Estado pede desenvolvimento, através das exportações…como se não soubesse que o ambiente político, fiscal e jurídico, português impossibilita totalmente essa possibilidade.&lt;br /&gt;Os Partidos políticos dividem-se na sua utopia. &lt;br /&gt;Os auto apelidados de esquerda, que insistem no reforço do Estado como entidade dominante da vida das famílias e como promotor da economia…os outros, aqueles que têm ambições de poder, são incapazes de falar a verdade, tementes das consequências eleitorais.&lt;br /&gt;Prisioneiros destas limitações, discutimos a austeridade que nos impõem os nossos credores.&lt;br /&gt;Não se discute a essência da questão… a divida soberana e a estagnação económica.&lt;br /&gt;As medidas que são propostas e impostas…a austeridade, os sacrifícios e a quebra de direitos, também os violentos e sucessivos aumentos de impostos, têm apenas o objectivo da continuação da saga do aumento do nosso endividamento e promovem a nossa estagnação económica.&lt;br /&gt;Sacrifícios sem qualquer garantia de melhoria da situação portuguesa, pelo contrário com fortes probabilidades de nos levar para a bancarrota.&lt;br /&gt;Irresponsabilidade total.&lt;br /&gt;Não temos nenhum estadista á altura do grave momento que enfrentamos, talvez o mais dramático de toda a nossa história.&lt;br /&gt;Não temos no actual espectro partidário nenhuma organização política, capaz de assumir uma atitude de responsabilidade e de verdade. Capaz de mobilizar a nação através de um plano consistente e coerente … um projecto de salvação nacional.&lt;br /&gt;Os portugueses irão para eleições sem conhecerem a realidade da situação portuguesa…uma autêntica indução política à inconsciência colectiva. Uma fraude.&lt;br /&gt;Perante esta situação exigia-se do Chefe de Estado duas atitudes.&lt;br /&gt; 1- Uma auditoria externa às contas públicas do Estado, pré eleitoral, para esclarecimento integral da situação e das responsabilidades; &lt;br /&gt;2- Uma exigência aos partidos políticos para um acordo de regime e de emergência, que caso não fosse possível ou viável, justificaria um Governo de iniciativa presidencial.&lt;br /&gt;Mas o Chefe de Estado, não tem esta envergadura… um reformado, dependente, fraco e também com muitas responsabilidades no cartório.&lt;br /&gt;A mesquinhez tomou conta de Portugal, só pequenos homens conseguem sobreviver neste triste e pantanoso ambiente político, em que se deixou reduzir esta República.&lt;br /&gt;Portugal é muito mais do que este regime e não poderá sucumbir com dele.&lt;br /&gt;Um fraco rei, torna fraco um forte povo. &lt;br /&gt;Está na altura de mudar de rei.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7697156158731510814?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7697156158731510814/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/portugal-e-muito-mais-que-este-regime-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7697156158731510814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7697156158731510814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/portugal-e-muito-mais-que-este-regime-e.html' title='Portugal é muito mais que este regime e não poderá sucumbir com ele.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8637040789545857412</id><published>2011-03-17T05:54:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T05:56:14.543-07:00</updated><title type='text'>Acreditar na mudança, através de quem nos afundou? Acreditar numa austeridade imposta e sem objectivos? Que sugestão política mais incongruente…</title><content type='html'>Aos portugueses é imposto um caminho de sacrifícios, que lhes são exigidos sem uma justificação fundamentada, sem uma clarificação dos resultados e dos objectivos. &lt;br /&gt;Para quê? Esta a questão que se generaliza e revolta. Logo surge a resposta fácil e concreta… manter um Estado com uma obesidade extrema e insustentável, pleno de privilégios atribuídos às militâncias partidárias, sem a capacidade, sequer preocupação, de demonstrar a sua utilidade e interesse de bem servir.&lt;br /&gt;Sufoca-se a sociedade com impostos, que afectam direitos e rendimentos das famílias, que trava o desenvolvimento económico e simultaneamente perante a desmotivação, descontentamento, indignação e revolta, fazem-se apelos de mobilização nacionais. &lt;br /&gt;A incongruência ultrapassa o limite do razoável e demonstra à evidência o desnorte total de uma desgovernação, que teima em prosseguir um rumo de gestão corrente, sem projecto político, sem doutrina ou ideologia.&lt;br /&gt;Portugal não tem motivação para ultrapassar a grave crise política, financeira, social e económica, porque os portugueses são desrespeitados e os actuais partidos dominantes são incapazes de apresentar o seu rumo de referência política, social e económica, porque não têm um projecto de futuro para o país.&lt;br /&gt;Sacrifícios sem objectivos, sem metas, sem a clarificação dos seus resultados, sem um projecto de reformas exigíveis.&lt;br /&gt;A questão não é apenas de não termos líderes políticos à altura, mas de termos um sistema político muito doente, incapaz de gerar lideranças e projectos, merecedores da confiança dos portugueses e capazes de gerar o entusiasmo colectivo. &lt;br /&gt;Não haverá, nem nunca houve projecto de qualidade sem confiança e entusiasmo.&lt;br /&gt;Se queremos salvar Portugal, se queremos ter futuro autónomo, se queremos preservar a nossa dignidade e os nossos direitos e liberdades, termos de ser capazes de fazer a ruptura com o sistema actual e exigir a indispensável mudança.&lt;br /&gt;Insistem os responsáveis políticos pelo desastre nacional, em tentar convencer os portugueses que através deles será possível a regeneração do sonho de liberdade e de bem-estar. Já não acreditam nessa panaceia a maioria dos portugueses…muitos ainda se deixarão embalar nesta triste e agónica canção dos partidos dominantes, porque não visionam alternativas, outros porque acreditam na sua ingenuidade que basta mudar lideranças em partidos para gerar mudanças…mas a verdade é que nestas crenças, também já não existe a convicção mobilizadora.&lt;br /&gt;A mudança do regime e sistema político é inevitável, para a regeneração de Portugal…aos mais conscientes exige-se neste momento histórico decisivo, o protagonismo empenhado, que mobilizará a vontade colectiva.&lt;br /&gt;A palavra é dos inconformados, o futuro de Portugal está nas suas mãos e na sua atitude patriótica.&lt;br /&gt;Exige-se uma nova ideologia mobilizadora, que ultrapasse definitivamente os complexos e as marcas divisionistas das doutrinas ideológicas do passado e origine um projecto político nacional.&lt;br /&gt;Humanismo e Patriotismo. &lt;br /&gt;Portugal é uma potência Universalista. &lt;br /&gt;A lusofonia é um património histórico, cultural e económico. &lt;br /&gt;O nosso património humano, cultural, territorial e marítimo, representa uma enorme potencialidade, que não pode continuar ser desprezado, mas sim integrado no nosso projecto de futuro.&lt;br /&gt;Acreditar na nossa diferenciação, como povo, como Nação…nascemos livres e livres haveremos de continuar a ser… a liberdade é o nosso primeiro valor individual e colectivo.&lt;br /&gt;Acreditar, foi o sentido inicial da nacionalidade, como será sempre o sentido do nosso futuro.&lt;br /&gt;Acreditar nos portugueses, acreditar em Portugal.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8637040789545857412?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8637040789545857412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/acreditar-na-mudanca-atraves-de-quem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8637040789545857412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8637040789545857412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/acreditar-na-mudanca-atraves-de-quem.html' title='Acreditar na mudança, através de quem nos afundou? Acreditar numa austeridade imposta e sem objectivos? Que sugestão política mais incongruente…'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5324157226166009797</id><published>2011-03-15T14:59:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T15:01:03.732-07:00</updated><title type='text'>Sócrates ultrapassará a actual situação política e vencerá…só o povo português o poderá derrotar.</title><content type='html'>O senhor Presidente da República, lançou há uns meses a despropositada mensagem de que eleições antecipadas, seriam uma bomba atómica política. &lt;br /&gt;Sócrates, agradeceu esta mensagem e a garantia que ela representava…a tal ponto, que já não teve pudor de trazer agora à luz do dia, todos os seus tiques anti-democráticos. &lt;br /&gt;Eleições uma bomba atómica? Este é o reconhecimento público de que o sistema não tem como premissa essencial ser uma democracia…um governo do povo, para o povo.&lt;br /&gt;Estes dois protagonistas do actual momento político, revelam assim o seu temor pela discussão pública da verdade, em período eleitoral…eles pretendem apenas preservar a mentira em que ambos foram coniventes, retirando dos portugueses a capacidade de exigirem, decidirem e optarem.&lt;br /&gt;A democracia está paralisada pelo compromisso de mentira, destes nossos protagonistas políticos.&lt;br /&gt;Cavaco Silva, desconhecia em Outubro de 2009, a gravidade da situação financeira nacional? Se não sabia, estamos perante um economista de terceira e um político medíocre, se sabia, porque deu posse a um Governo minoritário?&lt;br /&gt;Sócrates, que anunciava nessa campanha eleitoral o paraíso aos portugueses, sabia ou não qual era essa situação? Será que é apenas inconsciente? &lt;br /&gt;Não creio, apesar de também o ser. Ele é sobretudo um manipulador da mentira.&lt;br /&gt;Agora Sócrates, arroga-se ao desassombro de apresentar em Bruxelas um quarto plano de austeridade e sacrifícios, sem sequer ter o respeito mínimo de informar os portugueses, o PR, os parceiros sociais e imagine-se, os próprios outros membros do Governo.&lt;br /&gt;Desassombro ditaturial, que é uma consequência natural da permissividade política, que a atitude Presidencial lhe proporciona.&lt;br /&gt;A chantagem é evidente…Portugal precisa do apoio que lhe oferece a União Europeia e em particular a Chanceler  Merkel… ou este apoio ou a desgraça. &lt;br /&gt;Sócrates afirma com todo o despudor… eu apenas cumpro a minha responsabilidade de tomar as medidas difíceis (que muito me custam), mas que são essenciais ao país e que se forem adiadas, serão bem mais graves.&lt;br /&gt;Sócrates, não só não admite quaisquer responsabilidades, como construtor do drama financeiro onde nos enfiou, como pelo contrário, sabe que tem o ambiente político favorável, para impor a sua determinação…Cavaco é um fraco, o líder da oposição um inexperiente, que terá de voltar a pedir desculpas aos portugueses.&lt;br /&gt;A seu favor saltam os mais acreditados “fazedores de opinião”… Marcelo Rebelo de Sousa, veio hoje afirmar que o futuro terá de passar por um acordo PS/PSD.&lt;br /&gt;Esta tese associada à da necessária estabilidade política, é o conforto de Sócrates e o descanso para Cavaco, pois dispensa a consulta eleitoral, por desnecessária e perigosa.&lt;br /&gt;Acreditar que o PSD, vai resistir a todas a pressões internas e externas, é uma ingenuidade.&lt;br /&gt;Cavaco já anunciou que só intervirá se houver crise institucional…ou seja não demitirá Sócrates, nem dissolverá a Assembleia…dará um jeitinho dentro do seu partido para que essa crise nunca venha a acontecer.&lt;br /&gt;A solução passa assim por matar politicamente o actual líder do PSD, que obviamente já não terá condições para voltar a pedir desculpas aos portugueses.&lt;br /&gt;Sócrates vencerá em toda a linha, esta aparente crise política.&lt;br /&gt;Só o povo português o poderá derrotar. Terá de o fazer, pois trata-se da verdadeira exigência nacional.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5324157226166009797?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5324157226166009797/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/socrates-ultrapassara-actual-situacao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5324157226166009797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5324157226166009797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/socrates-ultrapassara-actual-situacao.html' title='Sócrates ultrapassará a actual situação política e vencerá…só o povo português o poderá derrotar.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8818636971091849809</id><published>2011-03-12T03:49:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T03:50:50.228-08:00</updated><title type='text'>Porque apoio o Protesto “Geração à Rasca” e a Manifestação de 12 de Março</title><content type='html'>-Porque indignado e inconformado, com a situação degradante e muito grave de natureza, política, social e económica, com que o actual sistema político, afundou Portugal.&lt;br /&gt;- Porque são os jovens os mais penalizados, que não só não auferiram benesses decorrentes da euforia politica, como lhes são vedados horizontes de oportunidade e simultaneamente são condenados, por terem de vir a suportar o pagamento da incúria politica actual e do passado recente.&lt;br /&gt;- Porque entendo perfeitamente natural e justo este protesto, contra a ideologia dominante, que formou e referenciou a actual juventude, para uma sociedade de pleno emprego, de garantia estatal de rendimentos, de facilitismo, que hoje se revela como a grande mentira política.&lt;br /&gt;- Porque é essencial exigir, um discurso e políticas de verdade. &lt;br /&gt;- Porque perante os horizontes negros de oportunidade de vida, da actual juventude se pavoneiam nos seus privilégios e mordomias toda uma classe política e seus cúmplices apoiantes do sistema, decretando sucessivamente medidas de austeridade, que retiram rendimentos, direitos e tornam ainda mais negro o futuro.&lt;br /&gt;- Porque perante esta situação em que um país despreza a sua juventude, em que muitos têm apenas como alternativa a saída para o estrangeiro, estamos a promover uma inaceitável sangria humana, que constitui uma das mais graves consequências, decorrentes da actual irresponsabilidade política.&lt;br /&gt;- Porque o marasmo e a apatia dos portugueses perante a sistemática mentira política e perante as políticas avulsas, tem constituído um aval inaceitável, que este protesto vem alterar, contribuindo por isso, para uma nova dinâmica crítica, essencial à recuperação do sentido democrático da sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;- Porque o simples facto, de estarmos perante uma situação generalizada de desmotivação e inicio de contestação das camadas mais jovens da população activa, é o sinal mais evidente da grave doença social e económica actual. &lt;br /&gt;- Porque se trata de um apelo genuíno, por conseguinte natural, que não teve a génese nem partidária, nem sócio profissional, sendo assim um reflexo inequívoco do sentimento e da vontade de uma parte essencial dos portugueses, que representa uma profunda e muito significativa mudança de comportamento social, essencial para a consciencialização do sentido crítico dos portugueses e a luta contra a manipulação e alienação.&lt;br /&gt;Sem confiança e crença no futuro, não será nunca possível ultrapassarmos as nossas graves dificuldades.&lt;br /&gt;É por este facto, pela descrença e desmotivação, que se generalizou em toda a sociedade portuguesa, que estamos neste impasse de pedintes de empréstimos no exterior e dependentes das suas exigências de austeridade, cada vez mais pobres e menos capacitados para o desenvolvimento económico e social.&lt;br /&gt;Portugal terá de abandonar as dinâmicas avulsas, assumir um projecto nacional, pois só assim, com verdade e entusiasmo, que leve a que a população portuguesa acredite e se empenhe, poderemos voltar a ter futuro. O regime e sistema político já demonstrou… ser incapaz de se regenerar.&lt;br /&gt;Bem hajam… pela vossa iniciativa e determinação.&lt;br /&gt;Á “rasca” está toda a população portuguesa.&lt;br /&gt;É com orgulho que estarei convosco….Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8818636971091849809?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8818636971091849809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/porque-apoio-o-protesto-geracao-rasca-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8818636971091849809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8818636971091849809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/03/porque-apoio-o-protesto-geracao-rasca-e.html' title='Porque apoio o Protesto “Geração à Rasca” e a Manifestação de 12 de Março'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6949451543454402845</id><published>2011-02-21T06:37:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T06:40:15.129-08:00</updated><title type='text'>Hipocrisa e racismo político, nas posições sobre a Moção de Censura.</title><content type='html'>O racismo político do PSD e CDS, é mais um disfarce da burla democrática nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bloco de Esquerda anunciou uma Moção de Censura ao actual governo. Está no seu direito e explicitou as suas razões.&lt;br /&gt;O PCP, já anunciou que votará favoravelmente, apresentando certamente outras razões.&lt;br /&gt;O PSD e o CDS, anunciam que se irão abster e com tal atitude, irão preservar o governo.&lt;br /&gt;As razões apresentadas por estes dois partidos, para uma tal atitude de abstenção, constituem um lamentável logro político, denunciador que os seus interesses estratégicos de tomada do poder, estão acima das suas convicções sobre a incapacidade governativa, de todo o seu discurso de oposição e de que colocam esses interesses como prioridade.&lt;br /&gt;Os argumentos para tal atitude são falaciosos e lamentáveis.&lt;br /&gt;Não concordam com os argumentos do Bloco…pois que apresentem os seus.&lt;br /&gt;Não gostam que a iniciativa tenha sido de uma cor diferente…racismo político, que não justifica nada, a não ser uma mentalidade inaceitável, que tenta esconder o seu oportunismo.&lt;br /&gt;Não é ainda oportuna a queda do governo…este é o argumento da sua fraqueza de convicções patrióticas, da sua fraqueza como alternativa e da sua falta de convicção democrática.&lt;br /&gt;Não é oportuna a queda de um governo que se acusa de irresponsável e incapaz?&lt;br /&gt;Não é oportuna a queda do governo, porque precisamos de ainda promover mais o seu desgaste? O que quer dizer este argumento, senão de acordo com as suas próprias opiniões, deixar arrastar ainda mais para o fundo o país?&lt;br /&gt;Não é oportuna porque ainda está a ser preparado um programa de governo a alternativo… mas este é um incrível argumento, pois o mínimo que se exige a um partido político de oposição responsável, é que tenha permanentemente actualizado, um programa de governo próprio. &lt;br /&gt;Outro argumento ainda, a difícil situação financeira do país e a ameaça de intervenção do FMI… então não têm sido estes mesmos partidos a responsabilizar a debilidade política de um governo minoritário, como razão determinante para a falta de confiança dos mercados? Havendo um Orçamento aprovado, em que medida poderia ser prejudicada a gestão pública, com um acto eleitoral?&lt;br /&gt;Será que estes partidos têm medo da opinião dos portugueses?&lt;br /&gt;Há ou não há, razões de sobra, para pedir de imediato a opinião dos portugueses?&lt;br /&gt;Este sinal de absoluta hipocrisia política dado pelo PSD e CDS, vêm agravar em muito a esperança nacional, para através deste sistema podermos vislumbrar alternativas das mudanças exigíveis. &lt;br /&gt;Mais um lamentável contributo, para a descrença nacional, neste regime e neste sistema político.&lt;br /&gt;A sua abstenção na moção de censura só tem uma interpretação possível…apoio ao governo que dizem ser incapaz e incompetente. A sua abstenção é um voto a favor do PS e do seu governo. A estabilidade não está em causa, porque eleições são actos naturais das democracias e não dramas.&lt;br /&gt;Preservar este governo, é um bom contributo para a condenação de Portugal e para o empobrecimento do seu povo.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6949451543454402845?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6949451543454402845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/hipocrisa-e-racismo-politico-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6949451543454402845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6949451543454402845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/hipocrisa-e-racismo-politico-nas.html' title='Hipocrisa e racismo político, nas posições sobre a Moção de Censura.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4927696404981184995</id><published>2011-02-18T11:11:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T11:12:11.257-08:00</updated><title type='text'>Esta vergonhosa classe política</title><content type='html'>Portugal é hoje o país da União Europeia com maiores desigualdades de rendimentos e de oportunidades sociais.&lt;br /&gt;Há mais de uma década que estamos em estagnação económica, empobrecendo e endividando-nos… num dramático caminho, para a insolvência.&lt;br /&gt;Tudo sob a capa de mensagens que foram uma mentira…”socialismo”; “ igualdade; fraternidade e liberdade”; “social-democracia”…&lt;br /&gt;Mensagens corrompidas por pessoas que assaltaram os partidos, destruíram-lhes as ideologias, criaram mecanismos para a sua manipulação e a sustentação dos seus interesses.&lt;br /&gt;Enganaram os portugueses, com mensagens atractivas e por incompetência ou por objectivo, adulteraram o sistema político e destruíram o sonho de liberdade português.&lt;br /&gt;A democracia foi espartilhada, ao exclusivo direito de podermos votar neles próprios…a simples benesse, de contribuirmos para a nossa submissão e para a manutenção do poder e privilégios desta lamentável classe política.&lt;br /&gt;Há gente decente na actual participação política? Não sei, o que sei é que se os há, são cúmplices, pois partilham de um sistema, que não tem em si, capacidade regenerativa, de que o silenciamento dos “decentes é a maior demonstração de prova.&lt;br /&gt;Como base da sua sustentação está a presunção, que a população portuguesa é submissa e ainda acredita na ilusão do discurso falacioso.&lt;br /&gt;Só a clara e inequívoca demonstração de repúdio, de indignação, de inconformismo, poderá travar esta dinâmica dos protagonistas políticos sem escrúpulos e que numa teia de compromissos envolvem e corrompem toda a sociedade.&lt;br /&gt;É hora da demonstração desse Inconformismo e de informar os portugueses do logro a que foram sujeitos.&lt;br /&gt;A única linguagem que entenderão…será a demonstração da nossa força de pressão.&lt;br /&gt;Portugal vencerá, se os portugueses acreditarem em si próprios e nos seus direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J.Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4927696404981184995?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4927696404981184995/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/esta-vergonhosa-classe-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4927696404981184995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4927696404981184995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/esta-vergonhosa-classe-politica.html' title='Esta vergonhosa classe política'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6362056582679990038</id><published>2011-02-16T04:35:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T04:36:54.792-08:00</updated><title type='text'>Em defesa de Portugal, alertando os portugueses.</title><content type='html'>1- Portugal está bloqueado&lt;br /&gt;…impossibilitado de assumir um projecto nacional, que salvaguarde o seu futuro, a identidade do seu povo, os direitos de seus filhos.&lt;br /&gt;Aos portugueses é negado o elementar direito de exigir e de responsabilizar, os que deveriam estar na política, num compromisso de Servir.&lt;br /&gt;Partidos que substituíram as ideologias, verdadeiros clubes de interesses, lobies ao serviço de novas formas de escravatura.&lt;br /&gt;Democracia é a nobre palavra mais adulterada. O sonho português abastardado, que os portugueses terão de resgatar.&lt;br /&gt;Como? &lt;br /&gt;Esse será o nosso desafio e também a nossa obrigação.&lt;br /&gt;2- A adulteração democrática &lt;br /&gt;Os Partidos dominantes apoderaram-se da democracia…preservam a palavra, mas afrontaram o conceito. &lt;br /&gt;Foi a ânsia de poder e de servir caminhos obscuros de carreiras políticas, de interesses pessoais, de grupos, de seitas e organizações secretas, de projectos internacionais de dominância.&lt;br /&gt;O sistema político português é a expressão desta Oligarquia partidária, que nega aos portugueses a capacidade de expressarem a sua vontade.&lt;br /&gt;Há noções, que estão na origem desta estratégia dominadora, que através da manipulação da opinião pública, sustentam a mentira.&lt;br /&gt;A representatividade proporcional (método de Hondt ) é a essência da doutrina enganadora.&lt;br /&gt;É um bloqueio Constitucional e não apenas Legal.&lt;br /&gt;Mas a Lei foi mais longe, nesta construção Oligárquica. &lt;br /&gt;A Lei eleitoral, a Lei da subvenção dos partidos .&lt;br /&gt;3- Manipulação é a palavra de ordem do sistema:&lt;br /&gt;O “politicamente correcto” é a redução da análise e debate político, na estrita concepção da luta dos partidos dominantes pelo poder. &lt;br /&gt;Somos assim limitados e condicionados através desta concepção, que tem como exclusivo objectivo a preservação da dominância partidária actual e do seu sistema político.&lt;br /&gt;Tudo isto nos entra pela casa a dentro, a qualquer hora do dia.&lt;br /&gt;Cria-se o pensamento político oficial…o permitido através de muitos outros mecanismos de promiscuidade e controle.&lt;br /&gt;Totalmente manipulados.&lt;br /&gt;Pagam-se valores milionários aos “fazedores da opinião”…a maioria, os mesmos há décadas.&lt;br /&gt;Política fica assim associada exclusivamente, ao lamentável quadro das disputas partidárias, na sua ânsia de poder.&lt;br /&gt; Os profissionalismo político, pago por todos nós, enquadra toda a manipulação e todos os partidos com expressão parlamentar, estão unidos nestas premissas, pois a todos convém.&lt;br /&gt;O ramalhete é completado, pela generosidade com que o actual sistema, promove e apoia as mais diversas formas de alienação popular.&lt;br /&gt;Não, não é só isto, mas isto já representa, um quadro dramático da actual concepção democrática.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6362056582679990038?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6362056582679990038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/em-defesa-de-portugal-alertando-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6362056582679990038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6362056582679990038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/em-defesa-de-portugal-alertando-os.html' title='Em defesa de Portugal, alertando os portugueses.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-372435369352643553</id><published>2011-02-10T04:10:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T04:13:40.783-08:00</updated><title type='text'>Renasce Terra - Apelo a Portugal</title><content type='html'>Renasce Terra&lt;br /&gt;Apelo a Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(comemorando a 150ª mensagem neste blog)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terra de tão nobres valores…&lt;br /&gt;Terra de tão nobres senhores…&lt;br /&gt;Terra que perdeu a memória…&lt;br /&gt;Que esqueceu o passado,&lt;br /&gt;As referências de sua glória,&lt;br /&gt;Tudo está hoje enterrado.&lt;br /&gt;Como podes tu, oh terra!&lt;br /&gt;A este ponto ter chegado.&lt;br /&gt;Tu que foste conquistada,&lt;br /&gt;Defendida por heróis na guerra,&lt;br /&gt;Estás hoje totalmente paralisada.&lt;br /&gt;Tudo isto, em nome de quê?&lt;br /&gt;Tudo isto, porquê?&lt;br /&gt;Ergue-te terra desgraçada…&lt;br /&gt;Tu tens um nobre Povo,&lt;br /&gt;Honra esse povo e a tua história,&lt;br /&gt;Enaltece os teus heróis de novo,&lt;br /&gt;Volta à tua velha glória.&lt;br /&gt;Liberta-te da mentira e da traição,&lt;br /&gt;Caminha pelo teu próprio pé.&lt;br /&gt;Ressuscita…&lt;br /&gt;Volta a ter Alma e Coração,&lt;br /&gt;Acredita…&lt;br /&gt;Põem-te em paz com a tua fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novenbro de 2009 – José Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-372435369352643553?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/372435369352643553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/renasce-terra-apelo-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/372435369352643553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/372435369352643553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/renasce-terra-apelo-portugal.html' title='Renasce Terra - Apelo a Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-186553659720837861</id><published>2011-02-07T06:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-07T06:33:26.523-08:00</updated><title type='text'>As panaceias políticas, que são disfarces.</title><content type='html'>Uma das técnicas políticas mais eficazes é o do lançamento de temas, que aparentam ir ao encontro do descontentamento, mas têm na prática o efeito contrário.&lt;br /&gt;Esta semana foram lançados dois temas, que são exemplo dessa técnica de manipulação da opinião pública.&lt;br /&gt;O da redução do número de deputados, que logo veio a seduzir, muitos dos críticos do actual sistema político.&lt;br /&gt;Muitos viram nesta “panaceia” uma medida útil para eliminar o despesismo do sistema político e raciocinando apenas nesta perspectiva (cujos efeitos seriam mínimos na despesa das contas públicas), esqueceram a razão política de tal proposta.&lt;br /&gt;Esta ideia, seria mais um importante reforço da dominância, dos partidos ( PS e PSD), pois o método de eleição proporcional ( método de Hondt), favoreceria essa maioria do chamado “centrão” e diminuiria substancialmente o número de deputados eleitos pelas outras forças partidárias. Mais grave ainda, iria tornar mais difícil ainda o surgimento de novas forças partidárias.&lt;br /&gt;Esta “panaceia”, tem ainda como objectivo, desviar do debate constitucional, qualquer ideia sobre a essência da questão essencial, que poderia salvar a democracia, e eliminar a consolidação da actual Oligarquia partidária…a eleição directa por círculos uninominais e a possibilidade de candidaturas independentes.&lt;br /&gt;O segundo exemplo, foi a polémica sobre a proposta do PSD, de eliminar num futuro governo o Ministério da Agricultura. Logo apareceu o CDS, a contestar esta obscenidade, utilizando apenas argumentos de natureza demagógica (não podemos abdicar da Agricultura como sector estratégico) e evitando com esta posição abordar a essência do problema agrícola nacional.&lt;br /&gt;O Ministro da Agricultura é um mero Director Geral ou Gestor, de uma política da União Europeia e sendo esta a verdade indiscutível, sendo assim o Ministro, apenas um título honorífico…&lt;br /&gt;O PSD reconhece isto e resigna-se a essa realidade, o CDS pretende manter uma aparência (o título de Ministro), como disfarce, sem ter a frontalidade de denunciar o facto importante,  ou seja, de termos abdicado da nossa soberania, em sectores essenciais, como são a Agricultura e as Pescas.&lt;br /&gt;Estes dois exemplos, são uma lamentável demonstração, de como os actuais partidos, preocupados apenas com a sua capacidade de influência e dominância, lançam no debate público nacional, temas como polémicas inúteis, que são meros disfarces, que evitam a abordagem das questões decisivas.&lt;br /&gt;Será decisivo para a democracia a modificação do sistema de representação proporcional e de exclusividade partidária.&lt;br /&gt;Como será decisivo para o nosso futuro, voltar a ter a capacidade de decidir por uma política agrícola e das pescas, que defenda os nossos interesses e preserve a nossa capacidade produtiva e os nossos equilíbrios ambientais e sociais. &lt;br /&gt;A abordagem política destas questões através, da redução do número de deputados ou eliminação do Ministério da Agricultura e Pescas, não passa de disfarce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-186553659720837861?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/186553659720837861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/as-panaceias-politicas-que-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/186553659720837861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/186553659720837861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/02/as-panaceias-politicas-que-sao.html' title='As panaceias políticas, que são disfarces.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8433692149991768399</id><published>2011-01-30T13:42:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T13:44:20.266-08:00</updated><title type='text'>Profeta louco? ou a voz da razão.</title><content type='html'>No Ilhéu das Rolas, onde o Meridiano se cruza com o Equador, há um padrão com a Cruz de Cristo.&lt;br /&gt;Foi aí que encontrei este Homem.&lt;br /&gt;Estava-mos sós os dois, reparei que não era negro, nem branco, sequer mestiço, era tudo isso.&lt;br /&gt;Olhou para mim e disse…tu português repara bem nesse Padrão.&lt;br /&gt;Foram os portugueses que o colocaram aqui no centro do Globo…padrão que foi português, que de momento não o é, mas que ninguém ousa retirar.&lt;br /&gt;Tu português, terás de entender isso…ninguém nunca terá coragem de apagar, a marca do desígnio português no mundo.&lt;br /&gt;Portugal não acabou, nem acabará, porque há destinos a cumprir, nobres funções a desempenhar.&lt;br /&gt;Olha o mar, repara bem nele e vê aí a reserva da humanidade. Está aí o alimento, a energia, a matéria prima, as moléculas que curarão as mais diversas doenças.&lt;br /&gt;Tu português, tens tudo na mão. Ninguém como tu, sabe compreender o mar.&lt;br /&gt;Tu e todos aqueles que têm a mesma raiz, uma imensidade de povos e de Nações.&lt;br /&gt;Liberta-te português, dessa tentação Continental, onde poderás encontrar a amizade, algum equilíbrio, mas nunca a solidariedade e a afinidade, que te preservará a tua identidade.&lt;br /&gt;Liberta-te da ilusão, da vivência sem esforço, porque não é essa a tua vocação, nem tão pouco o teu carácter.&lt;br /&gt;Rompe com os espartilhos da acomodação, com a mentira dos dominadores e volta a caminhar pelos teus meios.&lt;br /&gt;Portugal, não é a porta de saída da Europa, mas a porta de entrada da raiz lusitana.&lt;br /&gt;Volta a aproximar todos os que te conheceram e reconheceram, ao ponto de adoptarem a tua língua, enaltece o passado comum, para de mãos dadas encontrarem de novo a esperança e a voltarem a transmitir a todos os demais povos.&lt;br /&gt;A tua submissão, português, será a submissão de muitos mais, a uma nova escravidão. &lt;br /&gt;Tu que foste o primeiro a acabar com ela, terás também de ser o primeiro na luta que se irá travar contra forças poderosas, que de novo a querem impor.&lt;br /&gt;Só a tua sabedoria, o teu sentimento de solidariedade, a tua crença no Homem, poderá ser contraponto, a novas desgraças que os dominadores, na sua acção louca irão provocar.&lt;br /&gt; Desconfia da solidariedade de outros povos, que te oferecem recursos a troco de cedências e ilusões, com os quais não tens laços de afinidade e que te dominarão, na sua presunção de superioridade. &lt;br /&gt;Acredita nos teus irmãos e leva-os a acreditar em ti.&lt;br /&gt;Tu português tens de voltar a afirmar-te …teus filhos te honrarão e muitos outros filhos, te agradecerão.&lt;br /&gt;Desci do morro do Padrão amedrontado.&lt;br /&gt;Palavras que faziam sentido, profecias loucas? … acontece que nunca mais as esqueci e cada vez mais, as reconheço como verdade.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8433692149991768399?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8433692149991768399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/profeta-louco-ou-voz-da-razao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8433692149991768399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8433692149991768399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/profeta-louco-ou-voz-da-razao.html' title='Profeta louco? ou a voz da razão.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1908838345476311433</id><published>2011-01-27T07:22:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T07:25:03.351-08:00</updated><title type='text'>Ausência de princípios e ausência de vergonha…assim se expressou o regime.</title><content type='html'>As eleições presidenciais vieram ditar que a Abstenção foi superior a 53% do eleitorado.&lt;br /&gt;Apenas cerca de 40% dos eleitores, votaram expressamente nos candidatos à Presidência da República. Uma minoria do eleitorado, que ainda acredita ou se resigna ao actual regime.&lt;br /&gt;Inverteu-se totalmente o sentido da democracia…foi uma minoria que impõe um Presidente, a uma maioria, que não foi motivada para essa eleição.&lt;br /&gt;A democracia foi rejeitada, porque a actual Constituição aceita como válida uma eleição nestas circunstâncias, ou seja, aceitará também uma eleição com muito menores níveis de participação…aceita toda e qualquer ditadura.&lt;br /&gt;O perdedor, clama em tom esfusiante a vitória. Ele obteve 23% dos votos e considera-se com suficiente legitimidade para o exercício do seu cargo, como mais alto signatário da Nação. &lt;br /&gt;Espantosa derrota, que é vitoriada…um registo fúnebre, que foi entendido como sinal de debilidade e que logo ocasionou, os que entenderam esta incrível fraqueza, a produzir a desculpa inverosímil.&lt;br /&gt;Anuncia-se num Jornal diário, que o número de abstencionistas forçados é da ordem de 1.250.000 eleitores. Ou seja representa cerca de 7% do eleitorado. &lt;br /&gt;A todos estes, de acordo com o que se diz e não foi desmentido oficialmente, foi negado o direito de votar.&lt;br /&gt;Não se repetem as eleições, porque se considera, que esse número de direitos sonegados, não iria afectar a eleição do vencedor.&lt;br /&gt;É incrível mas é verdade.&lt;br /&gt;Nega-se o resultado oficial, nega-se o desprezo pela maioria dos portugueses, por conveniência de propaganda e simultaneamente valida-se a negação de direitos, a muitos outros. &lt;br /&gt;Dois delitos numa só eleição…a negação da democracia, a negação de direitos individuais.&lt;br /&gt;Regime sem princípios e sem vergonha.&lt;br /&gt;Mas um regime é feito por homens e quem aceita ser eleito nestas circunstâncias não merece outra consideração, que aquela que o regime deu de si próprio.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1908838345476311433?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1908838345476311433/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/ausencia-de-principios-e-ausencia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1908838345476311433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1908838345476311433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/ausencia-de-principios-e-ausencia-de.html' title='Ausência de princípios e ausência de vergonha…assim se expressou o regime.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-315156741278157936</id><published>2011-01-25T05:41:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T05:42:32.250-08:00</updated><title type='text'>Os renegados da ditadura</title><content type='html'>A decadência da nossa sociedade, expressa-se através do desprezo pelos princípios e pelos valores naturais, que constituem a essência do equilíbrio social e político.&lt;br /&gt;A ditadura do relativismo está aí em força a dominar as mentes dos portugueses.&lt;br /&gt;Os princípios e os valores, são substituídos por regras (leis), que minorias impõem, à maioria do povo português. Essas regras (leis), que são assim impostas, são o resultado da mentalidade dominadora dos detentores do poder político nacional. &lt;br /&gt;Uma mentalidade que não respeita e despreza, o sentimento e a vontade, da maioria dos portugueses e os seus valores essenciais, que despreza o equilíbrio da sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;Vivemos numa Ditadura.&lt;br /&gt;Uma Constituição da Republica, que aceita ser legítimo um Chefe de Estado, eleito por sufrágio directo e universal, reduzido a apenas 40%, do eleitorado português, só pode ser considerada de anti-democrática.&lt;br /&gt;Se aceita como legitimo uma eleição com uma participação desta natureza, também aceitará como legitima uma eleição com participações muito menores e renega o princípio essencial e insubstituível da legitimidade democrática…a sujeição das minorias á vontade expressa da maioria.&lt;br /&gt;Esta Constituição aceita como legitima, toda e qualquer ditadura.&lt;br /&gt; O novo argumento revela bem o sistema e a mentalidade anti-democrática dos senhores do regime e dos seus arautos.&lt;br /&gt;Quem não votou, não cumpriu um direito e um dever, por isso é desprezado.&lt;br /&gt;Ou seja, quem não votou, que exerceu um direito reconhecido pela Lei, é agora desprezado na sua vontade, na sua indignação, na sua opção, na sua incredibilidade, na sua revolta, no seu descontentamento….sendo desta forma considerado um renegado.&lt;br /&gt;Renegados que são a maioria, a quem se pretende retirar a expressão da sua atitude e reduzir ao silêncio, ou pior ainda, obrigar a serem acomodados apela negação do seu direito.&lt;br /&gt;Esta ditadura, não tem sequer o pudor de se afirmar como tal, usando e abusando através do incrível amordaçamento da expressão de vontades e da proscrição dos princípios, que não tem vergonha de continuar a afirmar.&lt;br /&gt;Os interesses particulares, dominaram os partidos políticos, perverteram a democracia, destroem os alicerces da sociedade portuguesa, referenciaram uma mentalidade de dominantes e dominadores, destruíram a liberdade.&lt;br /&gt;Os resistentes são hoje acusados e desprezados…são renegados, porque não estão conformados, nem submissos.&lt;br /&gt;A estes renegados do regime, impõem-se uma palavra de respeito e estímulo.&lt;br /&gt;Eles são a maioria dos portugueses, é neles, que estará a força da resistência contra a ditadura do relativismo e contra a ditadura em que deixou reduzir o actual regime político.&lt;br /&gt;Será nestes renegados, que poderá estar a esperança de salvar Portugal e de salvaguardar a liberdade dos portugueses.&lt;br /&gt;Por isso, que os renegados não se ofendam com a acusação, mas reajam com firmeza e determinação ao desprezo a que os querem ostracizar.&lt;br /&gt;Portugal precisa deles, da sua determinação, dependerá a salvaguarda de dos princípios e valores essenciais, para evitar a decadência de um nobre povo e a liberdade, soberania e independência da mais nobre Nação do Mundo.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-315156741278157936?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/315156741278157936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/os-renegados-da-ditadura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/315156741278157936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/315156741278157936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/os-renegados-da-ditadura.html' title='Os renegados da ditadura'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5222496995627937852</id><published>2011-01-24T08:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T08:32:32.877-08:00</updated><title type='text'>O pior dos cegos é aquele que não quer ver.</title><content type='html'>O pior dos cegos é o que não quer ver.&lt;br /&gt;Esta frase da sabedoria popular, aplica-se na íntegra aos analistas da comunicação social e também ao discurso do candidato eleito e dos partidos políticos.&lt;br /&gt;Um resultado eleitoral que obtém apenas 23% dos votos do eleitorado, é assinalada como uma grande vitória.&lt;br /&gt;Um Presidente que é eleito numas eleições com 53% de Abstenções e afirma que acredita nos portugueses. &lt;br /&gt;Estranha fé de um Presidente, pois ficou inequívoco que o povo não acredita, nem confia nele.&lt;br /&gt;Estranho regime este, que despreza a postura de quase cinco milhões de portugueses e ainda por cima se dá ao luxo de os acusar, por não confiarem e não acreditarem nele.&lt;br /&gt;Estranho regime que apenas reconhece menos de metade do eleitorado e só nessa minoria reconhece como sendo portugueses, com direito a escolher.&lt;br /&gt;Um regime que rejeita a maioria dos portugueses, porque não lhe convém entender as razões pelas quais essa maioria, decidiu não votar. Para este regime esses quase cinco milhões de portugueses são renegados, incapacitados e alheados… que concepção mais absurda que estes políticos têm, sobre os direitos e a liberdade de atitude política.&lt;br /&gt;É este total desrespeito pelo que na verdade sentem e exprimem os portugueses, a principal razão do descontentamento, indignação e revolta, que os resultados eleitorais indiscutivelmente demonstram. Os manipuladores da opinião pública esforçam-se ao serviço de uma mentira que se apossou e domina este regime. &lt;br /&gt;É como que um desesperado silenciamento de uma atitude normal e previsível, mas que não querem ver, nem aceitar.&lt;br /&gt;Tudo isto é muito preocupante. &lt;br /&gt;Ficou demonstrado que a actual Constituição não é democrática e a democracia não se sobrepõe aos interesses partidários, nem dos dominadores e acomodados, que estavam sentados na Comissão de Honra do Presidente eleito.&lt;br /&gt;Foi mostrado um cartão vermelho ao regime, que nem sequer quer ver nele, o amarelo…uma sobranceria apenas explicável por mentalidades dominadoras e que não têm qualquer respeito pelo povo.&lt;br /&gt;Podiam ao menos ter a consciência do entendimento, preferem desprezar…a pergunta que se coloca é…como e com que meios?&lt;br /&gt;Um regime dominado por corruptos e manipuladores…a sua condenação já foi proclamada.&lt;br /&gt;A sua resistência será seu maior erro…pois a sua incapacidade só trará ainda mais descontentamento, indignação e revolta.&lt;br /&gt;O povo português iniciou um caminho de mudança irreversível, marcou um momento de viragem evidente, que só os cegos, acomodados e comprometidos, teimam em não querer ver…pior, teimam em manipular um povo, que desprezam, porque não lhes convém ver.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5222496995627937852?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5222496995627937852/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/o-pior-dos-cegos-e-aquele-que-nao-quer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5222496995627937852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5222496995627937852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/o-pior-dos-cegos-e-aquele-que-nao-quer.html' title='O pior dos cegos é aquele que não quer ver.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6694981193800676225</id><published>2011-01-17T05:29:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T05:31:58.295-08:00</updated><title type='text'>A inimiga Abstenção e a manipulação dos arautos do regime</title><content type='html'>O medo da Abstenção, induz á manipulação através da Mentira&lt;br /&gt;Marcelo Rebelo de Sousa, está muito preocupado com a Abstenção e faz apelos ao Voto útil em Cavaco Silva.&lt;br /&gt;Ele assume esse seu estatuto, de grande fazedor de opinião, do actual regime.&lt;br /&gt;Marcelo, classifica a Abstenção de atitude dos incapacitados e desinteressados …&lt;br /&gt;Marcelo é inteligente e sabe perfeitamente, que está a tentar manipular pela mentira.&lt;br /&gt;Nega um direito de oposição ao regime, porque está amedrontado com o descontentamento popular e a sua natural consequência, a Abstenção.&lt;br /&gt;Ele afirma que um Presidente será sempre eleito. Verdade, só que se for eleito, com uma expressão de votos entrados nas urnas inferior a 50%, será um Presidente ilegítimo democraticamente. &lt;br /&gt;Este é o factor político determinante destas eleições. Finalmente os portugueses terão a oportunidade de colocar o regime em questão.&lt;br /&gt;Faz um apelo ao voto útil em Cavaco.&lt;br /&gt;Tenta responder, à postura de outro republicano, Vasco Pulido Valente que afirmou uma verdade, que não é politicamente correcta para o regime. Ele disse esta verdade simples…” tem sido o voto útil que nos conduziu à desgraça da actual politica.&lt;br /&gt;Tenta responder também, ao Padre Portocarrero de Almada, que salienta que foi o voto útil que levou Hitler ao poder e que não pode ser uma forma de abdicação de princípios essenciais cristãos, apelando para a atitude de consciência, que pode passar pelo Não Votar.&lt;br /&gt;Tenta responder, a muitos portugueses que com memória, não esquecem que a panaceia politica de que “o voto é um dever e uma obrigação”, foi lançada em Portugal por Salazar, quando em 1933, lançou o plebiscito Constitucional.&lt;br /&gt;Marcelo tenta responder, mas pela mentira, que sabe estar a lançar como tentativa de desesperada de manipulação pública.&lt;br /&gt;Um Presidente será sempre eleito. É verdade, mas ficará em cima da mesa a discussão politica nacional, sobre a legitimidade democrática dessa eleição e sobre a democraticidade da Constituição da República.&lt;br /&gt;É neste domínio, que está o medo de Marcelo e de todos os defensores do actual regime.&lt;br /&gt;Marcelo é um dos arautos do regime actual, desta Republica que se deixou asfixiar por uma dominância partidária, sujeita totalmente aos interesses pessoais e financeiros.&lt;br /&gt;Marcelo é o arauto de todos eles.&lt;br /&gt;Eles têm medo desta discussão pública e sobretudo das suas consequências. Medo da Mudança.&lt;br /&gt;Eles rejeitam, não querem e usam todos os meios, para evitar que surja uma oposição forte e consistente ao regime. &lt;br /&gt;Para eles apenas é admissível, uma oposição ao sistema de governo e nunca ao seu regime sacro santo e consubstanciado numa Constituição, que a abstenção nas próximas eleições presidenciais, irá demonstrar não ser democrática e estar profundamente desadaptada às exigências nacionais e aos anseios naturais dos portugueses.&lt;br /&gt;Não estranho a posição de Marcelo Rebelo de Sousa e acho-a até perfeitamente coerente.&lt;br /&gt;Não entendo porém, aqueles que pela palavra se dizem defensores de outras formas constitucionais de regime, se sujeitam e subjugam, a teses que apenas pretendem neutralizar esse objectivo.&lt;br /&gt;A coerência é a única via para a credibilidade.&lt;br /&gt;Reconheço-a em Marcelo a sua coerência republicana, não lhe admitindo o uso da mentira, para neutralizar a oposição ao regime, porque isso não é uma atitude democrática. &lt;br /&gt;Reconheço todos os apelos ao voto, mas exijo que reconheçam também o meu direito de não votar, porque a minha consciência e o meu sentimento por Portugal, assim me dita a atitude.&lt;br /&gt;Que o Voto ou Não Voto seja consciente, seja um acto de liberdade e não obrigue ninguém a violentar-se nos seus princípios essenciais e nas suas convicções profundas, através de manipulações ou de propagandas consubstanciadas na mentira.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6694981193800676225?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6694981193800676225/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/inimiga-abstencao-e-manipulacao-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6694981193800676225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6694981193800676225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/inimiga-abstencao-e-manipulacao-dos.html' title='A inimiga Abstenção e a manipulação dos arautos do regime'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1762539275326963374</id><published>2011-01-14T09:56:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T09:58:24.811-08:00</updated><title type='text'>O resgate do meu país e o drama de meu primo.</title><content type='html'>Meu primo herdou uma boa casa e umas propriedades. &lt;br /&gt;Nós herdamos um país.&lt;br /&gt;Meu primo tem um bom emprego e recebe um bom ordenado. Casou e tem dois filhos. Sua mulher é um pouco extravagante, gosta de vestir bem, é consumista convicta, de comer em bons restaurantes, de viajar instalada em bons hotéis.&lt;br /&gt;Meu país também não é pobre, da classe média como o meu primo.&lt;br /&gt;A mulher de meu primo como boa mãe não trabalha e exige como tal que os seus filhos estudem em colégios privados.&lt;br /&gt;No meu país também há metade da população que não trabalha, vivem de reformas ou de subsídios.&lt;br /&gt;Ao meu primo, ofereceram-lhe três cartões de crédito dourados, uma simpatia de três bancos. Foi a crédito que meu primo comprou uma casa no Algarve e um segundo automóvel para sua mulher levar os filhos ao colégio e fazer compras nos centros comerciais.&lt;br /&gt;Meu país também tem muitas pessoas extravagantes que ocupam cargos no Governo, no Parlamento e na Administração pública. Gostam também muito de viajar em automóveis topo de gama, ou em 1ª classe do avião, de comer em bons restaurantes e também são consumistas convictos, enquanto servidores públicos.&lt;br /&gt;A mulher de meu primo também é uma serva do convívio e da aparência social, tal como os servidores públicos do meu país. O meu primo entregou-lhe um cartão de crédito que ela faz questão de utilizar em demonstração da sua inserção social como demonstração para os demais do seu estatuto de privilegiada. Também seguem a mesmíssima bitola, sobretudo no estrangeiro onde vão muito, os nossos servidores. Também os servidores têm cartão de crédito ilimitado, para esta sua obrigação social.&lt;br /&gt;Já há muitos anos que o meu primo hipotecou a casa herdada e as propriedades, pois o seu bom ordenado não chegava para as despesas familiares e para os encargos com os bancos, que a sua mulher continuadamente ia favorecendo. O crédito que ainda ia obtendo, era para amortização e juros do crédito anterior, que tinha feito.&lt;br /&gt;O meu país seguia o mesmo rumo. As despesas públicas eram sempre superiores às receitas fiscais e estas, mesmo continuadamente a aumentar, nunca chegavam para a despesa com os que não trabalhavam. O recurso ao crédito externo, também já era em boa parte para pagar os encargos dos créditos obtidos, como não chegavam, pedia-se cada vez mais crédito.&lt;br /&gt;O meu primo começou a ter dificuldades em cumprir as suas obrigações bancárias, mas nunca teve coragem de o dizer à sua amada mulher e muito menos retirar os filhos do ensino privado para o publico ou sequer, diminuir a frequência de viagens e de estadias.&lt;br /&gt;O meu país também não. Que importância tem gastar mais do que se produz? Quem vier a seguir que resolva e há sempre este imediato recurso de aumentar a carga fiscal.&lt;br /&gt;Meu primo não tinha esse recurso, pois os ordenados foram congelados e a empresa onde trabalha, estava a fazer um grande esforço de contenção de custos, para manter a sua viabilidade.&lt;br /&gt;Meu primo renegociou a suas dívidas com a entrega das propriedades. Manteve a casa herdada, a casa da praia e os dois automóveis, pensando que assim talvez conseguisse aguentar esses encargos. Mas a vida da família continuava na mesma e nunca meu primo teve coragem, para pedir contenção de despesas a sua mulher.&lt;br /&gt;O aumento das despesas do meu país, continuavam também elas, em bom ritmo. Nunca os servidores públicos foram confrontados com qualquer preocupação de contenção de despesas e privilégios…era só o que faltava.&lt;br /&gt;Foi por essas alturas que meu primo começou a ter dificuldades em dormir. As dificuldades de cumprimento com os bancos não se tinham atenuado e não queria ponderar a venda da casa de férias, pois tal ousadia, daria origem a uma tremenda discussão com sua mulher.&lt;br /&gt;Pelo contrário, os governantes do meu país, temendo que o povo acordasse do sonho da ilusão, pediam cada vez mais crédito externo e mantinham os privilégios e mordomias, pois elas, não só eram para si próprios, convenientes, como também contribuíam para manter a aparência do sonho.&lt;br /&gt;Tudo foi progredindo assim…os filhos do meu marido na inconsciência, a mulher do meu marido no seu deslumbramento diário e os servidores públicos bem alimentados, para seu prazer e sossego do povo.&lt;br /&gt;Até que surgiram os incumprimentos. Meu primo ficou sem a casa do Algarve e uma ameaça seria sobre a penhora da casa herdada. Começaram também a surgir notícias de uma coisa chamada resgate, para o meu país.&lt;br /&gt;A empresa de meu primo, foi à falência e meu primo ficou desesperado, foi só então, que sua mulher tomou conhecimento das dificuldades.&lt;br /&gt;As notícias de resgate também alarmaram o povo inconsciente. Será possível que um país vá à falência? Começaram a interrogar-se.&lt;br /&gt;A mulher de meu marido separou-se dele, pois a sua atitude para com ela tinha sido inaceitável. É que eles eram casados em comunhão de bens.&lt;br /&gt;O povo separou-se do governo, quando entendeu, que a divida insustentável, era sua.&lt;br /&gt;A casa herdada de meu primo, foi vendida em hasta pública.&lt;br /&gt;O meu país também tinha já sido vendido.&lt;br /&gt;Meu primo acabou por dar um tiro na cabeça e sua mulher encontrou um novo marido.&lt;br /&gt;No meu país houve uma revolução e os servidores públicos foram para bem longe viver comodamente dos seus (?) recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1762539275326963374?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1762539275326963374/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/o-resgate-do-meu-pais-e-o-drama-de-meu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1762539275326963374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1762539275326963374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/o-resgate-do-meu-pais-e-o-drama-de-meu.html' title='O resgate do meu país e o drama de meu primo.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5090437460047605577</id><published>2011-01-12T14:26:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T14:29:36.766-08:00</updated><title type='text'>Carta de um Libertado aos Libertados</title><content type='html'>(Libertados assim se reconhecem os membros da Nova Cruzada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta de um Libertado aos Libertados&lt;br /&gt;Ao libertar-me das amarras, ao livre pensamento e atitude, recuperei o privilégio de ser humano.&lt;br /&gt;Libertei-me de todas as ideologias limitadoras e logo beneficiei de muita nova informação.&lt;br /&gt;Libertei-me de ansiar pelas lutas de poder e abri o meu coração a muitas outras preocupações.&lt;br /&gt;Entrou em mim a luz de muita sabedoria, porque encontrei afinidades que desconhecia.&lt;br /&gt;Poder agir sintonizado com o meu pensamento e com o meu sentimento, é a maior das minhas virtudes.&lt;br /&gt;Senti o reforço da auto-estima, quando fui reconhecido pelos demais, como Libertado.&lt;br /&gt;Sinto hoje como desígnio, ajudar todos, a Libertarem-se.&lt;br /&gt;Encontrei um estímulo, que poderá ser o sentido do meu contributo para a felicidade de toda uma sociedade.&lt;br /&gt;Tenho uma raiz sólida e profunda, num território e numa identidade, que é a mais nobre Nação do Mundo.&lt;br /&gt; Tenho orgulho no que sou, na minha origem, no meu passado glorioso. Sou português e Libertado.&lt;br /&gt;Não quero impor, não quero deferências, protagonismos ou privilégios, quero partilhar a minha libertação e quero voltar a sentir o sentido da minha raiz, da minha identidade, que se consolidou em Nação.&lt;br /&gt;A generosidade não é um princípio, mas uma imposição do meu privilégio de libertado e de ser que ama e respeita todos os seres humanos. A generosidade, que me faz dar sem esperar compensação, é a garantia de preservação da minha liberdade. &lt;br /&gt;Quero divulgar e partilhar o meu sentido de equilíbrio humano, porque sinto e acredito que ele será a essência, do equilíbrio de toda a sociedade e do renascimento do sentido de Portugal.&lt;br /&gt;O equilíbrio entre a espiritualidade essencial ao ser humano e a sua ansiedade material. &lt;br /&gt;Nascem as Nações por um desígnio, morrem as Nações que o perdem, porque perdem a identidade.&lt;br /&gt;“ Somos Livres e Livre é o nosso Rei”&lt;br /&gt;Assim nasceu Portugal e honra ao nosso Fundador, que nos incutiu o desígnio.&lt;br /&gt;Esta a nossa diferenciação… um povo livre, diferente e com um desígnio.&lt;br /&gt;Por sermos assim, hoje somos uma das essências da esperança do mundo, mas também um dos mais temíveis inimigos dos novos dominadores.&lt;br /&gt;A nossa diferenciação, consolidada ao longo de uma história gloriosa e expressa através de uma cultura e carácter humano singular, é um dos grandes patrimónios da humanidade, que está ameaçada por uma estratégia global de escravatura.&lt;br /&gt;Defender a preservação da nossa liberdade e diferenciação, é assim a condição para que o desígnio português seja cumprido.&lt;br /&gt;D. Dinis salvou o espírito…D. Sebastião preservou o mito.&lt;br /&gt;A condição de Libertado, transforma-se na génese da questão. &lt;br /&gt;De Portugal e do Mundo.&lt;br /&gt;Sem desígnio, tivemos séculos de ilusões menores, que nos definharam o espírito e nos enfraqueceram na identidade. Ainda não nos dissolveram.&lt;br /&gt;É urgente recuperar e salvar.&lt;br /&gt;Libertar de novo os portugueses é o novo desígnio, que é humano, mas é também humanitário. &lt;br /&gt;É este o desígnio dos Libertados.&lt;br /&gt;Só livres, conseguiremos impor a nossa exigência de que governar é servir e o sentido da governação é o respeito pela nossa liberdade e o cumprimento do nosso desígnio.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5090437460047605577?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5090437460047605577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/carta-de-um-libertado-aos-libertados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5090437460047605577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5090437460047605577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/carta-de-um-libertado-aos-libertados.html' title='Carta de um Libertado aos Libertados'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1694560836864214444</id><published>2011-01-10T08:34:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T08:41:22.121-08:00</updated><title type='text'>Os cinzentos candidatos à Presidencia da Oligarquia.</title><content type='html'>No próximo dia 23 de Janeiro vai ter lugar, a eleição para Presidente da República, ou melhor para Presidente da Oligarquia, que se apossou da Republica.&lt;br /&gt;O voto é um dever, essa é a mensagem que domina os incautos. &lt;br /&gt;Ou seja, temos todos, o dever de integrar, preservar a Republica Oligárquica…ninguém tem o direito de ser oposição… esses que andam por aí a apelar à abstenção são os “desinteressados e alheados”. &lt;br /&gt;Quem não está alienado, é rotulado de desinteressado.&lt;br /&gt;Interessante rotulagem, que peca apenas por não ter qualquer lógica…porque razão os desinteressados se dariam ao trabalho de fazer apelos e campanhas a favor da abstenção?&lt;br /&gt;O problema dos “maçons” é que se julgam iluminados…basta um rótulo e logo a mensagem discordante é neutralizada…para eles o povo não pensa, nem pode pensar.&lt;br /&gt;É preciso preservar o regime…por isso, rótulos com força em todas as mensagens que o possam por em causa.&lt;br /&gt;São vivas ao cinzentismo intelectual da actual classe política e mordaças a um povo desrespeitado.&lt;br /&gt;Não merecemos este destino, é a nossa liberdade que está limitada, é Portugal que está a ser ofendido, são os portugueses que estão a ser condenados.&lt;br /&gt;O cinzentismo maçónico, nunca esteve tão visível, como numa apreciação dos candidatos às próximas eleições presidenciais.&lt;br /&gt;Homens cinzentos, incapazes de suscitar qualquer entusiasmo, mesmo entre os seus apoiantes.&lt;br /&gt;São simples instrumentos humanos, de um objectivo comum a todos, a tentativa de preservação da fraude a que se reduziu a Republica Oligárquica.&lt;br /&gt;A este cinzentismo, nem sequer escapa candidato do PCP, porventura por uma questão razoável, que é o facto dos militantes comunistas também já estarem fartos da mentira, de terem de participar disciplinadamente num regime que nada tem a ver com a sua ideologia. &lt;br /&gt;Mas tudo escurece quando vemos e escutamos Fernando Nobre….o homem quer ser arbitro imparcial de um jogo que não conhece e que diz nele não se rever, sem dizer qual o jogo que quer jogar. Uma sobranceria amolecida por uma linguagem bacoca, de uma pessoa a quem lhe subiu à cabeça a doutrina monárquica, ao ponto de querer assumir em Republica a função de um Rei…querer ser reconhecido como tal, é de tal forma bizarro e desrespeitador de um povo nobre, que redescobrimos nele o ridículo. Pena, porque o tinha em consideração de boa pessoa e pessoa de obra.&lt;br /&gt;A disputa desta eleição caseira, pois é apenas da Republica Oligárquica e não para Presidente de Portugal, vai centrar-se nas figuras mais dependentes e mais conhecidas….assim são as regras da Oligarquia dos partidos dominantes e dominadores.&lt;br /&gt;Manuel Alegre, que abandonou a sua condição e o seu discurso de homem livre (?), para passar a dependente da ideologia do poder estatal, que nos fez chegar a esta lamentável situação de país insolvente, está, de tal forma emparedado entre as duas tendências de assalto ao poder, que não é capaz de dizer coisa com coisa e avança para o ataque pessoal, onde tem muitos telhados de vidro, que facilmente serão partidos. O país que nunca contou para Alegre, agora foi completamente banido, no pensamento deste candidato, consciente da sua incapacidade de motivar os simpatizantes do PS, que diz que o apoia, numa magistral mentira pública.&lt;br /&gt; Cavaco é o símbolo de todo o cinzentismo republicano e oligárquico. É revelador no silêncio e desastroso no discurso. Diz que acredita em Portugal, mas é o primeiro responsável pelo desastre nacional. Diz hoje mesmo, que não se devem levantar obstáculos ao actual governo. Ele salvaguarda os votos do PS e do PSD, pois acena com a sua simpatia partidária. &lt;br /&gt;Ele, é o instrumento do poder dos dois partidos centrais, será eleito porque é o garante do seu domínio e da sua dominância. Diz que acredita no mar como oportunidade nacional, mas foi ele que entregou a soberania sobre os recursos marinhos nacionais à União Eurpeia. Diz que é essencial a conquista de mercados externos, mas foi o carrasco das empresas nacionais e a agricultura, privilegiando a economia das obras públicas. Sem projecto, sem cultura, sem emoção, é o cinzento da conveniência para a manutenção da Oligarquia. &lt;br /&gt;Ganhará e com a sua vitória, vai acentuar a sua vocação de carrasco.&lt;br /&gt;Libertemos os portugueses…Não votar nestas eleições caseiras deste regime, é um direito e uma oportunidade. &lt;br /&gt;Preservar é votar….abrir o caminho da mudança é Não Votar.&lt;br /&gt;Basta de condescendência por quem não respeita Portugal e os portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1694560836864214444?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1694560836864214444/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/os-cinzentos-candidatos-presidencia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1694560836864214444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1694560836864214444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/os-cinzentos-candidatos-presidencia-da.html' title='Os cinzentos candidatos à Presidencia da Oligarquia.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3503690144866490535</id><published>2011-01-06T06:36:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T06:38:48.147-08:00</updated><title type='text'>Parábula do Escravo</title><content type='html'>Naquele tempo em que a mensagem Cristã, motivava a libertação da escravatura, houve um Dono de escravos que foi político.&lt;br /&gt;Ele reuniu seus escravos e declarou: &lt;br /&gt;Vocês revoltam-se contra a prepotência do vosso capataz. Vou-vos oferecer a liberdade. Serão vocês que passarão e escolher e a “votar” naquele que será o vosso Capataz.&lt;br /&gt;Os escravos escolherem o melhor de entre eles e nele votaram livremente e de forma secreta.&lt;br /&gt;Votaram na sua escravidão. &lt;br /&gt;Nunca tinha havido Capataz mais severo. O Dono dos escravos oferecera-lhe a liberdade e benesses, em troca do exercício severo da sua função.&lt;br /&gt;Democracia não é ter a capacidade de Votar, mas a liberdade de agir, de pensar, de escolher ( Votar; Não Votar e Propor)  e de responsabilizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3503690144866490535?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3503690144866490535/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/parabula-do-escravo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3503690144866490535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3503690144866490535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/parabula-do-escravo.html' title='Parábula do Escravo'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1762225896527576793</id><published>2011-01-04T10:43:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T10:45:25.698-08:00</updated><title type='text'>Liberdade perdida…a luta pela restauração da Liberdade.</title><content type='html'>Dizia Agostinho da Silva, o maior pensador português do século XX… “A liberdade só existe quando todos os nossos actos concordam com todo o nosso pensamento".&lt;br /&gt;O pensamento depende da nossa capacidade de informação livre.&lt;br /&gt;A nossa liberdade, o nosso mais precioso bem, está assim dependente da existência de uma livre informação e da nossa capacidade de agir de acordo com o que pensamos.&lt;br /&gt;Se temos hoje nas sociedades modernas sérias dificuldades de agir de acordo com o nosso pensamento…pois em maior ou menor grau todos estamos cada vez mais dependentes…temos uma verdadeira oportunidade de ter acesso livre á informação…o benefício da Internet e também das Redes Sociais.&lt;br /&gt;Portugal é um triste exemplo de limitação da liberdade de acesso à informação.&lt;br /&gt;Portugal é um triste exemplo de generalização das dependências individuais, como forma de inibir a liberdade de acção e atitude de acordo com o livre pensamento.&lt;br /&gt;De uma censura oficial, que nos controlava os horizontes do pensamento, passamos a um controlo da informação através da dependência formal ou financeira, da esmagadora maioria dos órgãos de comunicação social.&lt;br /&gt;Estamos dependentes pelo dirigismo da informação disponível, como estamos dependentes na acção, pelas diversas e inúmeras dependências, a que uma fobia legal, pós revolucionária, nos condenou.  &lt;br /&gt;O conceito democrático ficou assim quase que exclusivamente limitado a uma possibilidade de votar nas escolhas de representantes, escolhidos por grupos de interesses, a que chamam partidos políticos.&lt;br /&gt;A Internet e as Redes Sociais, são assim única hipótese de obtenção de informação livre e a única excepção de podermos assumir atitudes de liberdade de pensamento. Estas são a única oportunidade de fuga à manipulação política, que é o verdadeiro pilar deste regime e deste sistema, a que infelizmente se reduziu a ilusão criada em Abril de 1974.&lt;br /&gt;Alguns de nós têm sentido, mesmo nestes espaços de liberdade, algumas tentativas de limitação da expressão e de controle da informação. Mas a força da Internet, é a sua enorme capacidade para nos dar esta sensação de liberdade e por esse facto, será muito difícil que os governos venham a conseguir pelos processos tradicionais de nacionalização, eliminar esta oportunidade de exercício da liberdade individual. &lt;br /&gt;Mas tal como na comunicação social, em que não foi necessário a nacionalização, porque já não são os governos que governam, muito mais as Instituições financeiras internacionais. Por isso, também está chegar a hora, da tentação de eliminação das Redes Sociais e dos Motores de Busca da Internet, através do seu controlo financeiro ou através da sua falência.&lt;br /&gt;Alguns governos, com ideologias estatizantes já iniciaram esse processo de controlo individual à Internet…a China é o exemplo mais conhecido, mas muitos mais existem.&lt;br /&gt;Nos países com democracias representativas a questão será de controlo empresarial das empresas virtuais.&lt;br /&gt;A ideologia consumista que domina estas Nações, também elas já com uma ténue soberania, imporá para preservar a globalização dos mercados, a subjugação universal pela limitação da liberdade de informação, do conhecimento, dos contactos e da sabedoria.&lt;br /&gt;Este consumismo dirigido pelas Instituições financeiras internacionais, dominadas por povos ou Nações que se julgam superiores, tem como objectivo universal a manipulação integral do ser humano.&lt;br /&gt;As ideologias materialistas são passado, hoje a questão da Liberdade do ser humano tem de voltar a ser a essência das novas ideologias políticas…o Humanismo enriquecido pelo Espiritualismo e Valores naturais.&lt;br /&gt;A política entendida apenas como acesso ao poder da governação, terá de ser banida da consciência nacional…política terá de passar a ser entendida como a busca permanente da harmonia da vivencia colectiva e da capacidade de realização na felicidade, de cada um de nós.&lt;br /&gt;Hoje votamos em representantes que defendem o poder das Instituições financeiras dominantes e dominadoras…a mudança será, a luta pela eleição de representantes credíveis e responsabilizados que se oponham a esses dominadores.&lt;br /&gt;Teremos de tomar a consciência colectiva da escravidão que nos exigem e ter a capacidade de criar as dinâmicas politicas que voltem a restaurar o sentido da liberdade…liberdade de cada um, liberdade de cada Nação e respeito pela verdade e pela diferenciação.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1762225896527576793?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1762225896527576793/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/liberdade-perdidaa-luta-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1762225896527576793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1762225896527576793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2011/01/liberdade-perdidaa-luta-pela.html' title='Liberdade perdida…a luta pela restauração da Liberdade.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5746546324837444020</id><published>2010-12-21T13:46:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T13:49:50.023-08:00</updated><title type='text'>O Plebiscito Constitucional de 1933</title><content type='html'>“Embora o povo não esteja, na sua grande maioria, apto para votar em perfeita consciência o texto completo da Constituição, o seu voto tem um significado político que não é lícito desprezar: é um voto de confiança nos dirigentes.”&lt;br /&gt;Afirmava o Ministro das Finanças, Oliveira Salazar, na Sessão de 5 de Maio de 1932 do Conselho Político Nacional, sobre a decisão de submeter a plebiscito a Constituição de 1933&lt;br /&gt;O Decreto n.º 22 229 de 21 de Fevereiro de 1933, torna obrigatória a participação dos eleitores chefes de família inscritos no recenseamento político de 1932, tendo como consequência que, sendo o sufrágio obrigatório, as abstenções contavam como votos a favor. Embora se suspeite de fraude e coacção generalizada, foram contabilizados 719 364 votos a favor, 5 995 contra e 487 364 abstenções (veja-se sobre a matéria, Jorge Miranda, Manual de Direito Constitucional, volume I. Coimbra : Coimbra Editora, 1981.&lt;br /&gt;Ao propor que a Constituição fosse plebiscitada Salazar reconhecia a necessidade de dar ao mundo a noção, mesmo que aparente, de que o Estado Novo tinha a legitimidade indispensável. &lt;br /&gt;O artifício legal de tornar o voto obrigatório e considerar-se através dele a abstenção como uma atitude de aprovação, passaria despercebido aos olhos dos analistas da época e também do povo português.&lt;br /&gt;Pode assim dizer-se que o voto obrigatório foi o principal instrumento teórico, pensado por Salazar como forma de garantir a consolidação do seu regime, o Estado Novo.&lt;br /&gt;Os resultados, talvez até o tenham surpreendido, dado que a abstenção, mesmo que somada aos votos contra, não suscitariam a questão da ilegitimidade, uma vez que não ultrapassaram os 50%. A confirmação foi assim total e o próprio artifício político do voto obrigatório tinha sido dispensado, perante o resultado alcançado.&lt;br /&gt;Salazar confirmava-se assim, como o líder incontestado da nova Republica.&lt;br /&gt;A questão da legitimidade do regime só se veio de novo a colocar, como grande preocupação de Salazar, com as eleições presidenciais de 1958.&lt;br /&gt;Agora a abstenção, não poderia ser favorável à luz de nenhum critério, a nenhum dos candidatos.&lt;br /&gt;Humberto Delgado, ao assumir-se como candidato credível de oposição, colocava este grande problema de novo a Salazar. Haveria que gerir com muita minúcia a dupla questão…&lt;br /&gt;- A eleição em si, em que Américo Tomaz teria de ser eleito, mesmo à custa dos votos de quem não tinha ido votar.&lt;br /&gt;- A adulteração eleitoral, teria de obedecer a um critério que levasse a uma vitória inquestionável do candidato do regime, mas que simultaneamente eliminasse o perigo da abstenção ultrapassar os 50%.&lt;br /&gt;Os resultados eleitorais demonstram o elevado profissionalismo, como foi cumprida a exigência de Salazar.&lt;br /&gt;758.998 votos em Américo Tomaz; 232.528 votos em Humberto Delgado, foi o registo oficial dessas eleições. Não foi nunca publicado o registo das abstenções, que atingiram os 48,8%.&lt;br /&gt;A vitória do candidato oficial com cerca de 75% dos votos, tinha sido esmagadora…mas o número de votos de abstencionistas que lhe foram adicionados não escondia, que se tal não tivesse sido feito, a abstenção teria ultrapassado os 50% e Salazar teria de enfrentar interna e sobretudo externamente, a questão da ilegitimação dessa eleição.&lt;br /&gt;Por este risco, não quis nunca mais Salazar passar.&lt;br /&gt;A 29de Agosto de 1959 e por decreto, era alterado o regime de eleição do Presidente da Republica…passaria a ser eleito por um Colégio Eleitoral restrito de 602 membros.&lt;br /&gt;Salazar não mais voltaria a temer a Abstenção…essa terrível arma de expressão politica das democracias respeitadoras da liberdade individual…porque pura e simplesmente deixou de haver sufrágio universal, que apesar de muito restrito e selectivo, mesmo com um controlo quase total sobre a propaganda, lhe tinha provocado um enorme susto.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5746546324837444020?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5746546324837444020/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/o-plebiscito-constitucional-de-1933.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5746546324837444020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5746546324837444020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/o-plebiscito-constitucional-de-1933.html' title='O Plebiscito Constitucional de 1933'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1075247918182573895</id><published>2010-12-18T09:17:00.000-08:00</published><updated>2010-12-18T09:20:33.222-08:00</updated><title type='text'>Um debate deprimente… Cavaco Silva – Fernando Nobre</title><content type='html'>Esforçam-se os candidatos para tentar mobilizar os portugueses para umas eleições presidenciais, num momento de exponencial descontentamento e descrédito pela política.&lt;br /&gt;Nenhuma dos candidatos tem a convicção ou o perfil mobilizador.&lt;br /&gt;O debate de ontem foi deprimente.&lt;br /&gt;Falaram os candidatos apenas da governação e de uma forma lamentável.&lt;br /&gt;Ficamos esclarecidos que pelo menos estes dois candidatos, não têm como prioridade nenhuma estratégia de afirmação de futuro para Portugal e apenas estão fixos nas questões que o imediatismo governamental, lhes sugerem.&lt;br /&gt;Triste amostra da mediocridade política, que nos oferecem como escolha.&lt;br /&gt;Cavaco justifica-se do ataque de Nobre… eu confesso que muito me empenhei para a aprovação do Orçamento de Estado…que não conheço, que nunca disse que aprovava, mas que vou estudar… mas seria o descalabro se não tivéssemos um Orçamento…uma vez que só poderíamos ter novo Governo daqui a seis meses (por motivos Constitucionais decorrentes das Eleições presidenciais)… não poderíamos ter um simples Governo de gestão durante tanto tempo e numa situação critica.&lt;br /&gt;Nobre, o tal que se afirma exterior ao sistema, é incapaz de perceber o argumento que Cavaco lhe oferece e prefere a afirmação de crítica ao Orçamento. &lt;br /&gt;Nobre, não foi capaz de se afirmar politicamente, ou não teve convicção ou coragem suficiente, refugiou-se na crítica fácil ao Governo e ao seu instrumento, o Orçamento.&lt;br /&gt;O argumento de Cavaco representa duas questões essenciais…uma que é uma questão de Estado ou de limitação Constitucional (não poder haver eleições) e outra que é uma interpretação incorrecta das funções do Presidente da Republica (deu posse e sustentou um Governo minoritário)… Nobre, fugiu a qualquer delas.&lt;br /&gt; Inépcia ou disfarce?&lt;br /&gt;Mas o mais estranho é que Nobre foi incapaz de colocar a questão, que para todos nós é uma evidência… acredita o sr. Presidente que as medidas avulsas que nos têm sido trazidas de Bruxelas, pelos sucessivos PECs, através deste Governo que suporta, que não é mais do que um governo de gestão.&lt;br /&gt;Se sim, ficaríamos esclarecidos, sobre toda dependência de Cavaco Silva…se não, o que pretende fazer o futuro Presidente da Republica?&lt;br /&gt;Nenhum dos candidatos se quis comprometer…lamentável, deprimente.&lt;br /&gt;Nenhum será nunca líder, muito menos, a liderança que carecemos.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1075247918182573895?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1075247918182573895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/um-debate-deprimente-cavaco-silva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1075247918182573895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1075247918182573895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/um-debate-deprimente-cavaco-silva.html' title='Um debate deprimente… Cavaco Silva – Fernando Nobre'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2323914654215862736</id><published>2010-12-16T07:16:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T07:18:26.351-08:00</updated><title type='text'>Retratos de Portugal (5): Guilhermina uma mulher portuguesa.</title><content type='html'>Guilhermina, vive na mesma casa térrea para onde foi no dia em que se casou. Na sua Aldeia natal, em Portugal. Tem hoje setenta e oito anos, teve um filho e uma filha, que lhe deram três netos. Recebeu agora a notícia, que está para nascer o seu quarto bisneto.&lt;br /&gt;Vive sozinha, na sua pequena casa, pois seus familiares próximos, estão todos lá para a capital. Já muito raramente os vê, já muito raras são as notícias que deles tem… passaram três anos desde a última visita de sua filha. Foi quando conheceu o seu bisneto mais velho, pois aos outros, mais novos, nunca teve a oportunidade de lhes poder dar um beijo. De seu filho, mata as enormes saudades, beijando todos os dias, antes de deitar e ao levantar, uma fotografia tirada no dia do seu casamento, colocada perto de uma jarra de flores, que matem sempre viçosas. &lt;br /&gt;Guilhermina, vive de uma pequena reforma, pois trabalhou durante largos anos, como empregada doméstica de uma família de proprietários agricultores, lá da sua terra. Também tem um complemento de subsídio de viuvez, desde a morte do seu Manuel, já lá vão dez anos.&lt;br /&gt;Manuel e Guilhermina, trabalharam arduamente toda a vida, para dar um futuro melhor a seus dois filhos. Fizeram-no com muitos sacrifícios, mas com muito gosto e orgulho. As suas poupanças, foram sempre empregues na educação, no apoio e ajuda a seus filhos, que nunca regatearam, sem que nunca a nenhuma dos dois ficasse qualquer sensação ou sentimento, que não fosse o do prazer de melhorar as condições de vida daqueles, que tanto amavam. &lt;br /&gt;Com a morte de Manuel, fizeram-se as partilhas de alguns bens. Para Guilhermina ficou apenas a casa e algum dinheiro da poupança. Para os dois filhos, duas fazendas, que logo venderam.  Joaquim, o filho mais velho de Guilhermina, é contabilista de profissão e foi por essa altura que pela última vez visitou a sua aldeia e sua mãe. Tem uma vida aparentemente confortável, pois vive em casa própria, tem um automóvel alemão da marca BMW e seus filhos estudaram em colégios particulares. Mas agora, que já tem a sua vida, os seus problemas próprios e a sua própria família, não sente grande motivação para vir à sua aldeia e faz-lhe impressão ver as condições de precariedade de vida, em que sua mãe vive. Prefere o convívio com a família de sua mulher, lisboetas da classe média, que o receberam sempre com simpatia. Maria Guilhermina, a filha mais nova era mais chegada à mãe. Porém, também agora tem a sua vida, lá por Lisboa e progressivamente também deixou de visitar a aldeia.&lt;br /&gt;Guilhermina, não se sente abandonada, nunca quis ser um fardo para seus filhos, sente gosto em saber que estão bem. Tem o conforto da vizinhança, pois na aldeia ainda há esse sentido de solidariedade e quando há um ano teve de ser hospitalizada em Santarém, fez questão de pedir para avisarem os filhos de que não valia a pena virem vê-la, porque estava bem acompanhada e a sua doença não era muito grave. Guilhermina teve na altura uma pneumonia e passou três semanas nesse hospital. Voltou para casa fraca, mas decidida a encarar a sua sina, com a maior das vontades.&lt;br /&gt;Sentada em frente da sua lareira, que acende diariamente no Inverno, com lenha que vai juntar e transportar a pé, oferecida por um descendente dos seus antigos patrões, ela pensa em seus filhos e netos.&lt;br /&gt; Não tem televisão e a sua vista também já não lhe permitia o uso de tal privilégio.&lt;br /&gt; Recorda os momentos bons com eles passados, recorda os tempos em que sentia os seus cuidados e as suas atenções. Recorda que a levavam a passear e ao seu Manel, à praia da Nazaré, a Fátima e por duas vezes a Lisboa. Ela não se sente só, porque tem bem vivas as suas recordações, apenas longe e angustiada por não saber aproveitar os tempos. Os sentimentos perturbam-na, porque os sente com intensidade, porque sente a falta da companhia de o Manuel e o conforto de poder ver e tocar em seus filhos. Ela até se sente uma privilegiada, uma mulher cheia de sorte, como afirma com frequência, porque pode continuar a viver na sua casinha.&lt;br /&gt;Hoje uma vizinha disse-lhe que o pão vai aumentar, ontem na farmácia disseram-lhe que alguns dos remédios que precisa, já não são comparticipados e terá de os pagar. Teve de escolher de entre os que estão na receita do seu medico de família, aqueles para os quais lhe restava dinheiro e terá de optar por comer um pouco menos de pão. Como não houve as notícias, nem lê o jornal, não se revolta, quando se denunciam os ordenados escandalosos dos gestores públicos, nem a exorbitância do montante da nossa divida externa, nem com os casos do Freeport, com a suspeita de corrupção do 1º Ministro, nem com os favores oferecidos à Mota Engil. Tudo isso lhe passa ao lado, ela apenas quer continuar a viver na sua casinha da aldeia e gostaria de voltar a ver seus netos e conhecer seus netos. É uma mulher interessada, pois pergunta sempre por tudo e mais alguma coisa, a quem encontra no mercado semanal da sua terra. Quando lhe perguntam em quem vota, ela afirma decididamente e com o coração nas mãos…no mesmo que o meu Joaquim…ponho cuidadosamente a cruzinha á frente daquele que tem uma “mãozinha” no desenho do voto.  Ela ouviu uma vez essa declaração de voto de seu filho e nunca mais hesitou, nunca mais deixou de seguir aquela indicação tão objectiva do seu filho do coração. &lt;br /&gt;Guilhermina é uma mulher portuguesa, sem consolo e sem ambições, habituada à pobreza, á poupança e ao sacrifício, sente apenas falta do carinho, porque é velha e está sozinha.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2323914654215862736?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2323914654215862736/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/retratos-de-portugal-5-guilhermina-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2323914654215862736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2323914654215862736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/retratos-de-portugal-5-guilhermina-uma.html' title='Retratos de Portugal (5): Guilhermina uma mulher portuguesa.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3866203126273793033</id><published>2010-12-11T14:59:00.000-08:00</published><updated>2010-12-11T15:02:47.610-08:00</updated><title type='text'>A História repete-se, porque os povos preservam a sua diferenciação e identidade.</title><content type='html'>A União Europeia exigiu o maior sufoco fiscal de que há memória aos portugueses…apenas o início de um processo que no curto prazo sofrerá mais agravamentos e muito mais sacrifícios.&lt;br /&gt;Tudo se baseia numa premissa, que o debate entre Colbert e Mazarino, no tempo de Luis XIV, tão bem anuncia:&lt;br /&gt;“Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar [o contribuinte] já não é possível.Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível               continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...&lt;br /&gt;Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!!&lt;br /&gt; Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!&lt;br /&gt;Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?&lt;br /&gt;Mazarino: Criam-se outros.&lt;br /&gt;Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.&lt;br /&gt;Mazarino: Sim, é impossível.&lt;br /&gt;Colbert: E então os ricos?&lt;br /&gt;Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.&lt;br /&gt;Colbert: Então como havemos de fazer?&lt;br /&gt;Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente entre os ricos e os pobres:  os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres.&lt;br /&gt; É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais!&lt;br /&gt; Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tirámos. É um reservatório inesgotável.”&lt;br /&gt;Portugal tem um período histórico de sessenta anos, em que a ilusão de pertencer a um Império Europeu, retirou aos portugueses a soberania fiscal. Foi a 3ª Dinastia, em que verdade seja dita, nunca chegaram os Filipes a eliminar a nossa moeda nacional.&lt;br /&gt;O povo português reagiu então, porque os impostos o empobreciam e não reconheciam que a sua aplicação fosse do interesse nacional.&lt;br /&gt;A revolta das Maçarocas do Porto, as Alterações de Évora, alastradas a tumultos em todas as cidades, levaram ao ambiente que culminou com a acção dos Conjurados e a Restauração concretizada no 1º de Dezembro de 1640 e ainda hoje comemorada com um feriado nacional.&lt;br /&gt;A mensagem do povo, assinada simbolicamente, por Manuelinho é elucidativa e motivou a revolta e a revolução.&lt;br /&gt;“Senhor, vosso Portugal&lt;br /&gt;de vossos pais estimado,&lt;br /&gt;hoje, em miséria fatal,&lt;br /&gt;está pobre e lastimoso;&lt;br /&gt;e o governo rigoroso,&lt;br /&gt;que tanto o tem perseguido,&lt;br /&gt;lhe nega, sendo ofendido,&lt;br /&gt;o alívio de ser queixoso.&lt;br /&gt;Manuelinho”&lt;br /&gt;Portugal, voltou então a ser um Reino independente e soberano. Logo nos apercebemos que tínhamos potencialidades que estavam esquecidas e nunca tinham sido aproveitadas.&lt;br /&gt;Ontem, como hoje, vivemos um período de ilusão, que nos conduziu ao empobrecimento e ao sacrifício….mas reagimos e vencemos.&lt;br /&gt;Para sustentar a guerra da Restauração que durou quase três décadas, o novo Rei lançou um novo Imposto…a Dízima, 10 % dos rendimentos de todos os portugueses.&lt;br /&gt;Na História das Nações do Mundo, este imposto tem uma particularidade e uma diferenciação.&lt;br /&gt;É entre todos o único, em que não há qualquer documento histórico, qualquer notícia, de contestação.&lt;br /&gt;A História repete-se…a ilusão de 1580, a que muitos membros da Corte aderiram e propagandearam, levou ao esquecimento de valores, de sentimentos dos portugueses e à sua servidão e empobrecimento. A ilusão de 1985, conduziu-nos a uma situação idêntica.&lt;br /&gt;Esquecemos o que somos e esquecemos as nossas potencialidades.&lt;br /&gt;A União Europeia está num dilema, que é para nós um problema de transcendente importância e gravidade. O sistema da moeda única só sobrevirá com a uniformização fiscal ou tributária, ou seja a total eliminação da nossa soberania e independência.&lt;br /&gt;Em 1985, foi a adesão à Comunidade Económica Europeia que contribuiu para a consolidação da democracia portuguesa…em 2011, a Moeda única e a precipitação do Federalismo Europeu irá matar por completo a democracia portuguesa.&lt;br /&gt;É hora, de voltarmos a meditar profundamente na mensagem de Manuelinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3866203126273793033?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3866203126273793033/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/historia-repete-se-porque-os-povos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3866203126273793033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3866203126273793033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/historia-repete-se-porque-os-povos.html' title='A História repete-se, porque os povos preservam a sua diferenciação e identidade.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5222316609616291844</id><published>2010-12-08T10:52:00.000-08:00</published><updated>2010-12-08T10:54:53.798-08:00</updated><title type='text'>Taberna Lusitana (1)</title><content type='html'>A Taberna Lusitana é um lugar de encontro e cavaqueira do Povo português. Aqui, as conversas são sentidas e não há “papas na língua”, pois quem lá vai é gente simples, com uma raiz profunda na terra onde nasceu e sentimentos fortes que nenhuma mensagem estrangeirada ainda conseguiu abalar.&lt;br /&gt;Naquele dia entrou um senhor respeitável, bem vestido, de fato cinzento escuro e com um avental. &lt;br /&gt;Logo todo o povo que enchia a Taberna, reparou nele, pois não era cliente habitual.&lt;br /&gt;O sr. do Avental, dirigiu-se ao balcão e perguntou decididamente ao dono da Taberna, o Zé da Tasca…dizem-me que andam para aí, nesta Taberna umas ideias a pairar no ar, de que o Povo, tem intenção de Não Votar, nas próximas eleições presidenciais.&lt;br /&gt;Zé da Tasca: Já para aí ouvi umas conversas dessas, sim senhor. Mas desculpe-me lá a interrogação…o que é que o sr. tem a ver com isso? São conversas do Povo e o Povo também tem direito a pensar.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Sem dúvida que sim. Tem todo o direito de pensar e de agir, mas deve estar bem informado.&lt;br /&gt;Taberneiro: Há então o senhor vem cá para nos informar !!! Seja bem-vindo, porque aqui a malta gosta muito de estar bem informada. Sabe a gente vê muita televisão e até lê jornais e cada vez está mais confusa com tudo isto.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Ora é isso mesmo, se estão confusos, eu estou aqui para ajudar…e nunca se esqueçam que o voto é a arma do povo.&lt;br /&gt;Lá de uma mesa do fundo, ouviu-se a voz do Zé Indignado…&lt;br /&gt;A gente tem ido sempre nessa lenga lenga, mas somos sempre enganados. Agora vai haver eleições para Presidente da República…a gente sabe que o Homem na manda nada…porque raio havemos de votar…são todos a mesma coisa…na nos conhecem, na querem saber da gente p’ra nada, quem manda são os partidos e esses só olham p’ro seu umbigo.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Bom, vamos por partes, a ver se nos entendemos. Agora estamos a falar de eleições presidenciais e não de partidos. O que temos de escolher é um Presidente da República, que está acima dos partidos e tem de ser independente e autónomo dos partidos.&lt;br /&gt;O Zé Politizado: Devia, mas nunca é, nem sequer pode ser. São os partidos que o propõem, são os partidos que o dominam. Veja lá o que se passa agora…o Presidente quer ser eleito, precisa dos votos do partido de Governo e só por isso o mantém…quem se lixa?&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Mas ninguém diz que é este Presidente que vai ser eleito…é por isso que o Voto é importante, têm muito por onde escolher, vários candidatos, a democracia é isto, a liberdade de escolher.&lt;br /&gt;O Zé Patriota: Não me diga que está a propor q’a gente vote no Poeta? Olhe que eu estive na guerra colonial e sei bem o que ouvi desse senhor quando era locutor da rádio Argel. Sinto vergonha de ter no meu país um candidato desse calibre.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Não, não estou a propor o voto em ninguém em particular, apenas a tentar explicar que o importante é o cumprimento do dever de votar.&lt;br /&gt;O Zé Real: Para mim Não Votar, também é um dever, ou vocemecê não me dá esse direito.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Sim votar é um dever de cidadão, participar na escolha do nosso Chefe de Estado.&lt;br /&gt;O Zé Real: Olhe lá ó sr. da cidade, cá nós na somos cidadãos, somos desta aldeia e o senhor é que veio lá da cidade, até cá falar ca gente. Essa coisa de ser cidadão, tem muito que se lhe diga…aqui é melhor na falar disso. Cá eu penso assim…vivemos num país sem Rei nem Roque…o que precisamos é dum Rei que nos una e nos motive, já que nesta Republica nem o Presidente manda e só obedece, mais vale dizer Não e Não Votar em nenhum.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Dever de cidadania é uma expressão, que quer dizer que cada um de nós tem o dever e o direito de escolher os nossos representantes. O que ganha você em não votar?&lt;br /&gt;O Zé da Mercearia: Cá eu votei e fui votando e nunca escolhi. Muito menos a invasão chinesa e dos supermercados, que me levou à falência.&lt;br /&gt;O Zé dos Anzois: E eu também, para me retirarem o peixe e entregarem aos espanhóis.&lt;br /&gt;O Zé Fazendeiro: Pois e a mim impuseram-me cotas de produção e pagam para não produzir…para venderem cá, o que os outros produzem.&lt;br /&gt;O Zé Viajante: Mas temos excelentes auto-estradas, um pouco caras é verdade, cada vez menos utilizadas é verdade, mas onde alguns podem circular com o ultimo modelo topo de gama alemão, pagando a gasolina muito cara mas muito boa e imposto de circulação que a maioria não pode utilizar.&lt;br /&gt;O Zé Politizado: Não Votar é um direito, igual ao de Votar. Democracia é o respeito das minorias pela vontade da maioria…se uma maioria Não votar, é porque Não quer isto e é isto é que é democracia.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Mas não é isso que está na Lei e na Constituição. Será sempre eleito aquele que nas eleições presidenciais, obtiver a maioria dos votos válidos.&lt;br /&gt;O Zé Indignado: Pois é, isso só prova que a Lei d’agora na respeita a democracia…Leis há muitas e podem ser mudadas, mas todas têm de ser legítimas e se a maioria do povo não as quiser elas na são legítimas.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Então o sr, está a dizer que a actual Constituição não é legítima, quando foi votada pela esmagadora maioria dos representantes do povo português?&lt;br /&gt;O Zé Indignado: Estou sim senhor, nem a Constituição, nem a Adesão à Europa, nem o Euro, nem este ultimo tratado de Lisboa, que quer roubar o direito do povo mandar no seu próprio país. Tiveram sempre medo do povo e nunca o deixaram dizer o que pensa. Pensam que somos uma carneirada, que p’ra qui anda. Mas estão bem enganados…porque a gente aqui nesta Taberna, conversa e pensa.&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Mais uma vez temos de ir por partes. Primeiro, vivemos numa Republica e temos de escolher o seu Presidente, é um facto.&lt;br /&gt;O Zé Revoltado: Não na vivemos em Republica nenhuma…vivemos numa ditadura de partidos…só dois partidos é que têm o poder de escolher…a nós, só é dado o direito de validar essas escolhas. A Republica, que o senhor bem-falante nos fala, não existe…quem escolhe é quem tem o domínio total…imprensa, dinheiro, influencia, poder…somos todos uns “mandaretes“ nas mãos do compadrio, de políticos corruptos, empresários e banqueiros oportunistas, que nos domina. É nisto que o sr. quer que vamos votar? Votar em quem nos iludiu e condenou?&lt;br /&gt;Sr. do Avental: Então teremos de Votar na Mudança das coisas e com isso lutar pela democracia.&lt;br /&gt;Zé Sabedoria: Ora aí está. Defendamos então como deve ser a democracia. O que temos para nos servirem à mesa, são os restos do banquete de uma elite miserável e desrespeitadora de um nobre povo. Votar em quem nos quer impor uma solução desta natureza, é apenas e somente mater a distribuição das mordomias e a condenação à pobreza. Não Votar é pelo menos uma atitude consistente do povo dizer Basta, queremos e exigimos a Mudança. É tanto assim que o ilustre senhor do Avental, finalmente ao ouvir esta mensagem se dignou em visitar-nos…para nos informar. Há 35 anos também tivemos a visita de uns senhores da tropa, cabeludos e mal fardados, que nos quiseram fazer uma Campanha de Informação, a que chamaram de Dinamização Cultural… ouvimos com atenção e tiramos de imediato a nossa conclusão, e…mandamo-los embora.&lt;br /&gt;Depois desta intervenção, o sr. do Avental desculpou-se com afazeres urgentes e despediu-se de todos, saindo da Taberna. Pelo caminho até ao Mercedes, onde o aguardava o Motorista bem fardado, foi meditando…este povo ainda está muito atrasado, temos de incentivar uma campanha pois a que temos feito tem sido manifestamente insuficiente.&lt;br /&gt;Na Taberna o Zé da Tasca disse em voz alta…Não bebeu e Não Pagou.&lt;br /&gt;Em uníssono os outros…que volte sempre, pois o Povo precisa de Informação e Viva o Vinho Carrascão.&lt;br /&gt;…a alegria e descontracção voltou à Taberna Lusitana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5222316609616291844?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5222316609616291844/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/taberna-lusitana-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5222316609616291844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5222316609616291844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/taberna-lusitana-1.html' title='Taberna Lusitana (1)'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6821966589161223688</id><published>2010-12-05T04:29:00.000-08:00</published><updated>2010-12-05T04:31:26.620-08:00</updated><title type='text'>O sentido Pátrio dos portugueses e dos outros povos da Europa.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Negação dos povos ao Federalismo Europeu.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos portugueses, particularmente Ribatejanos e Alentejanos, sempre mantiveram o hábito de visitar a cidade espanhola de Badajoz e aí, fazerem compras no dia 1º de Dezembro, ou ir às Corridas de Toiros, no S. João. A burocracia da passagem na fronteira do Caia, era uma interessante manifestação do espírito nacional de cumplicidade e também sempre um ponto de encontro de marcantes amizades.&lt;br /&gt;Em 1975, muitos portugueses refugiaram em Badajoz. Fugiram a perseguições e a tentativas de esbulho, que aqueles tempos revolucionários proporcionaram.&lt;br /&gt;É curioso, que dessa grande comunidade de portugueses que aí se refugiou, apenas uma ínfima parte, que se podem contar pelos dedos, em terras de Espanha se veio a estabelecer. A grande maioria voltou a Portugal e alguns de Badajoz passaram ao Brasil, onde temporariamente se estabeleceram.&lt;br /&gt;Em 1986, foram abertas as fronteiras entre Portugal e Espanha, após a entrada conjunta como países membros da Comunidade Económica Europeia. Esta medida foi saudada com alegria, quer do lado português, como do lado espanhol. As vantagens eram óbvias e intensificou-se ainda mais todas as ligações entre as populações dos dois povos vizinhos.&lt;br /&gt;O desenvolvimento económico e social do país vizinho foi incomparavelmente superior ao português, nesse período que decorreu após a adesão à CEE. A diferença era cada vez mais notória e acentuou-se com a adesão ao sistema da moeda única dos dois países. O euro trouxe a Portugal uma enorme inflação, não contabilizada nas estatísticas oficiais, mas acentuando claramente a diferença de poder de compra dos portugueses e espanhóis.&lt;br /&gt;Toda esta dinâmica adicionada à mensagem politica de que a União Europeia era uma irreversibilidade unificadora das Nações Europeias, deveria ter estimulado uma dinâmica  de transferência de portugueses no sentido da sua fixação habitacional nas vizinhas terras espanholas, numa natural opção por uma vida melhor e de maiores oportunidades.&lt;br /&gt;Porém surpreendentemente, nada disso aconteceu. &lt;br /&gt;Os portugueses, mesmo mais sacrificados no que respeita ao seu rendimento médio e à carga fiscal que lhes era imposta e uma inferior prestação nos serviços públicos e sociais que lhes eram oferecidos, continuaram a viver em Elvas e os movimentos de emigração não aconteceram. Este fenómeno de relacionamento entre os habitantes de Elvas e Badajoz, é idêntico em toda a raia fronteiriça nacional.&lt;br /&gt;Pelo contrário os espanhóis aproveitaram para comprar património em Portugal, empresas e propriedades rústicas, mas mantendo as suas vivencias, habitações e sedes empresariais em Espanha. &lt;br /&gt;A fuga de sedes de empresas portuguesas para o país vizinho, passou também a ser uma opção de progressiva oportunidade de muitos empresários portugueses, por razões de natureza fiscal.&lt;br /&gt;Apesar das opções de natureza empresarial, a verdade que importa realçar é que ambos os povos, mantiveram a sua opção de distinção e diferenciação.&lt;br /&gt;O fenómeno é similar em toda a actual União Europeia, talvez com uma única excepção da Bélgica, por isso é considerada como um “não país” e por essa circunstância, foi aí sediado o Directório político e funcional da União.&lt;br /&gt;Este fenómeno natural das populações dos diversos povos europeus, representa a força das raízes que os ligam, por hábitos e costumes, por consideração pelo seu passado e por sentimentos fortes de unidades nacionais, que tem sido desprezado pelas práticas políticas dos políticos europeus e nacionais.&lt;br /&gt;Ser apátrida, foi uma mensagem política, disfarçada através da inundação da propaganda de conveniências de natureza material e social.&lt;br /&gt;Essa permanente e persistente persuasão doutrinária da Comissão Europeia e dos Partidos políticos dominantes nos respectivos países, tem na reacção natural dos povos uma resposta inequívoca que teimam em não querer entender.&lt;br /&gt;Os povos da União rejeitam por atitude, a tentativa da implantação do Federalismo Europeu. &lt;br /&gt;O Tratado de Lisboa, como forma de impor este caminho do Federalismo à revelia da vontade natural dos povos, representa a violação da sua vontade expressa e por essa razão, se impôs sem consulta popular. &lt;br /&gt;Venceu esta batalha, a ditadura da Comissão dos Funcionários Europeus, mas nunca vencerá a doutrina do Federalismo, pois é totalmente contrária à vontade natural dos povos.&lt;br /&gt;A actual crise de Euro, é apenas e simplesmente uma consequência, desta total ausência de sintonia pela vontade das populações das diversas Nações.&lt;br /&gt;A salvação da União Europeia, passa pela sua afirmação de reconhecimento das Nações que a constituem e nunca pela sua dissolução. &lt;br /&gt;Porém a Comissão Europeia não desiste deste caminho Federalista, mesmo contra a expressiva atitude dos povos das Nações. Para salvar os seus erros, torna-se indispensável salvar o seu principal instrumento, o Euro.&lt;br /&gt;A salvação do Euro, passa pela eliminação da soberania fiscal das Nações que a ele aderiram.&lt;br /&gt;A soberania fiscal é a último sentido de soberania, que resta a Portugal e a todos os países que aderiram à moeda única. A soberania fiscal é também a última das reservas de democracia, que têm os povos das diversas Nações.&lt;br /&gt;O próximo Orçamento Geral do Estado (2011), será previamente apreciado em Bruxelas… uma inadmissível interferência, que nos aponta claramente, o fim da nossa já fraca soberania e também da nossa já tão debilitada democracia.&lt;br /&gt;Os poderes da Assembleia da Republica, são assim totalmente adulterados… a capacidade de decisão, é reduzida a simples ratificação.&lt;br /&gt;Esta é a verdadeira questão nacional. &lt;br /&gt;A Portugal está a ser negada a sua condição de Nação livre e independente.&lt;br /&gt; Aos portugueses está a ser retirada o seu direito de governarem e decidirem sobre o seu presente e futuro.&lt;br /&gt;Esta não é a vontade nacional e esta é uma condição inaceitável para os portugueses.&lt;br /&gt;Iremos continuar a eleger, como Presidente da Republica, quem silencia por aceitação, esta decisiva questão?&lt;br /&gt;Iremos aceitar que esta decisiva questão, seja escondida do debate e da afirmação dos políticos?&lt;br /&gt;Aos portugueses compete entender o logro. Que alguns, através de ilusões e de disfarces, o tentam sujeitar.&lt;br /&gt;Compreender a tempo, enquanto ainda têm instrumentos de afirmação democrática, pois no futuro, muito provavelmente deixarão de os ter.&lt;br /&gt;Pela abstenção nas próximas eleições presidenciais.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6821966589161223688?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6821966589161223688/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/o-sentido-patrio-dos-portugueses-e-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6821966589161223688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6821966589161223688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/o-sentido-patrio-dos-portugueses-e-dos.html' title='O sentido Pátrio dos portugueses e dos outros povos da Europa.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1090886484732468831</id><published>2010-12-02T10:34:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T10:37:02.248-08:00</updated><title type='text'>Os mecanismos da dominância partidária e do controle do actual regime.</title><content type='html'>A aproximação de qualquer acto eleitoral, trás a lume uma ansiedade de novas propostas políticas, candidaturas, que se tentam exprimir como novas propostas e logo são inviabilizadas pela incapacidade de fazerem uma campanha eleitoral em igualdade de condições com as forças partidárias instaladas e dominantes.&lt;br /&gt;Esta é uma gravíssima limitação do actual regime, que leva a que com mais rigor a tenhamos de classificar como uma Oligarquia de partidos dominantes.&lt;br /&gt;Curioso é o facto de estas candidaturas, que se tentam afirmar, não denunciem os mecanismos de controle, numa atitude de resignação incompreensível.&lt;br /&gt;Esses mecanismos não estão sequer na Constituição da Republica, mas apenas em duas Leis…a Lei da Subvenção Pública das Candidaturas e a Lei Eleitoral.&lt;br /&gt;Estas leis, representam a forma como os partidos com representação parlamentar, conseguiram bloquear o regime democrático e asfixia-lo de tal forma, que o transformaram numa Oligarquia em que só esses partidos têm o privilégio da representatividade dos portugueses.&lt;br /&gt; Uma limitação anti-democrática, travestida de democracia.&lt;br /&gt;A pior das mentiras, é a mentira disfarçada de aparência de verdade.&lt;br /&gt;Enumeremos então os bloqueios:&lt;br /&gt;- A subvenção dos partidos políticos proporcionalmente aos votos obtidos.&lt;br /&gt;- A subvenção dos candidatos presidenciais, proporcionalmente à percentagem de votos obtidos.&lt;br /&gt;- A disciplina partidária como regra admitida, na Assembleia da República.&lt;br /&gt;- As candidaturas por círculos eleitorais e método de Hondt, com limitações intransponíveis a candidaturas não partidárias e individuais. Onde os deputados são desresponsabilizados pela sua dependência partidária e pela exclusiva responsabilidade para com o eleitores pela protecção da “capa partidária”, que os protege e esconde.&lt;br /&gt;- A proibição de partidos regionais.&lt;br /&gt;Como se pode verificar, não foi necessário, alterações constitucionais, nem grandes esforços de natureza política, para se chegar a uma lamentável neutralização do sentido democrático do regime. Apenas foi encontrado um divisor comum de interesses de todas as forças políticas com representação parlamentar e uma maioria dos dois partidos dominantes da área da governação.&lt;br /&gt;Tudo simples e muito objectivo, feito nas costas do povo, que tarda a entender como foi enganado e sujeito a esta incrível limitação de expressão de vontade.&lt;br /&gt;A promiscuidade entre os órgãos de comunicação social e o poder político, completa o actual quadro de controle. &lt;br /&gt;O debate sobre esta questão da democraticidade do regime, está fora do considerado politicamente correcto… o poder instalado não admite distúrbios, nem ameaças aos seus pilares de sustentação. &lt;br /&gt;Este debate está assim amordaçado…porventura será esta a razão pela qual os candidatos previamente derrotados, não levantam a questão.&lt;br /&gt; Eles são também resignados.~&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1090886484732468831?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1090886484732468831/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/os-mecanismos-da-dominancia-partidaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1090886484732468831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1090886484732468831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/12/os-mecanismos-da-dominancia-partidaria.html' title='Os mecanismos da dominância partidária e do controle do actual regime.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5160409801770567643</id><published>2010-11-28T14:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-28T14:13:48.086-08:00</updated><title type='text'>A crise da zona euro e a resignação portuguesa.</title><content type='html'>Quem sabe em Portugal, quem é Herman van Rompuy? &lt;br /&gt;Quantos portugueses o conhecem? &lt;br /&gt;No entanto, ele é o Presidente da União Europeia…não foi eleito, foi escolhido.&lt;br /&gt;No entanto, Portugal está dependente politicamente da União Europeia, é membro e subscreveu o Tratado de Lisboa.&lt;br /&gt;Herman van Rompuy, é também o Presidente dos Portugueses, hierarquicamente acima do Chefe de Estado de Portugal.&lt;br /&gt;Escandaloso não é? Mas é a realidade.&lt;br /&gt;O Presidente da União disse:&lt;br /&gt;“Estamos confrontados com a crise da nossa sobrevivência…a zona Euro e toda a União, não sobreviverão se continuarem os actuais problemas orçamentais de alguns países”&lt;br /&gt;Foi então, que o Governo português se apressou a comportar-se como “bom aluno”…vieram os PECs e o Orçamento.&lt;br /&gt;Mas o Presidente prossegue o discurso:&lt;br /&gt;“ …temos de trabalhar todos em conjunto para permitir que a Zona Euro sobreviva…porque se a Zona Euro não sobreviver, a União também não sobreviverá.”&lt;br /&gt;Mas não explica duas coisas. &lt;br /&gt;Porque razão já existia União ( ou CEE) antes do Euro e porque razão o Euro se transformou em decisivo problema para a sobrevivência da União?&lt;br /&gt;Ou seja, se a União se formou e consolidou sem o Euro, sem moeda única, porque que é que entrou em tão dramática crise de sobrevivência, com a adopção da moeda única?&lt;br /&gt;A razão é simples e não tem nada da complexidade, com que é apresentada através dos mercados financeiros…é uma questão eminente e exclusivamente política.&lt;br /&gt;A União colocou o “carro à frente dos bois”. Avançou para uma moeda única, para pressionar através dos complexos mecanismos financeiros, a estratégia de adopção do Federalismo Europeu. &lt;br /&gt;Hoje já se sabe a verdade. Uma moeda única, com a manutenção do direito democrático das Nações de terem total autonomia de gestão da coisa pública e sem a transferência da soberania fiscal, não funciona.&lt;br /&gt;A União está paralisada, porque os povos das Nações, que a constituem, não lhe deram legitimidade para prosseguir no caminho desejado pela Comissão, ou pela Ditadura dos Funcionários.&lt;br /&gt;A questão colocada pelo Presidente da União Europeia, pode e deve ser colocada de outra maneira…é o Euro que está a por em causa a União Europeia. É a atitude anti-democratica da Comissão Europeia, de pressão sobre os Estados soberanos, que está a colocar em causa a sobrevivência da União.&lt;br /&gt;O problema é delicado para o senhor Van Rompuy e para o senhor Durão Barroso…têm de salvar o Euro, para salvar a sua pele, a pele dos seus servidores e a estratégia da progressiva consolidação da Federação Europeia, feita á revelia da vontade expressa dos povos das Nações.&lt;br /&gt;A salvação do Euro, dependerá da solidariedade financeira das Nações ricas da Europa e da submissão das Nações pobres e periféricas.&lt;br /&gt;A Alemanha nacionalista, tem a palavra. O povo alemão só será solidário se aproveitar e se dominar.&lt;br /&gt;Saída derrotada da última grande guerra e passados sessenta anos a Alemanha nacionalista, volta a ter condições de impor a sua vontade. O Euro, foi o seu instrumento precioso de dominação.&lt;br /&gt;A Alemanha só aceitará salvar o Euro, impondo fortes condições de dominação aos países periféricos. Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e Itália, terão de aceitar as imposições alemãs, o seu rigor e as suas políticas, para continuarem a usufruir, na sua ilusão.&lt;br /&gt;A questão política, é assim bem mais grave. A palavra é dos povos europeus periféricos. &lt;br /&gt;Aceitarem serem simples protectorados, ou prepararem uma resposta conjunta, ou individual, para este seu problema de sobrevivência enquanto Nações.&lt;br /&gt;Em Portugal as actuais forças políticas do regime, apenas pensam e reagem na perspectiva da continuidade na Zona Euro e na resignação face à sua perda de soberania.&lt;br /&gt;A questão é gravíssima, pois essas forças políticas do actual regime, evitam a consciencialização do povo português, para este caminho de insolvência nacional.&lt;br /&gt;Felizmente que Van Rumpuy e Durão Barroso, são lideres fracos, sem consistência e audiência.&lt;br /&gt;Felizmente que Sócrates é um incapaz, felizmente que Cavaco é uma simples aparência.&lt;br /&gt;Porque foram eles que sem o querer, que puseram em causa a ilusão.&lt;br /&gt;Ilusão com que os portugueses viveram nos últimos 20 anos, promovida e propagandeada pelo regime, que agora não sabe como a pagar.&lt;br /&gt;Nossos filhos e netos, vão sofrer a maior das condenações…uma ou mais gerações que está condenada a viver pior do que a anterior…resta-lhes sair e procurar uma vida melhor.&lt;br /&gt;A nós, que entendemos a condenação, resta-nos varrer e responsabilizar todos os que condenaram nossos descendentes. Ao manter uma atitude de resignação, de tolerância ou de aceitação…seremos acusados por eles e com toda a razão, de termos sido uma geração de egoístas e de castrados.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5160409801770567643?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5160409801770567643/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/crise-da-zona-euro-e-resignacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5160409801770567643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5160409801770567643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/crise-da-zona-euro-e-resignacao.html' title='A crise da zona euro e a resignação portuguesa.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-328734432869356043</id><published>2010-11-27T05:32:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T05:34:51.375-08:00</updated><title type='text'>O dilema português … ir ao fundo com os actuais protagonistas da política ou a ruptura salvadora.</title><content type='html'>A aprovação do Orçamento não virá corrigir nada, pois só por si não dará confiança aos nossos credores.&lt;br /&gt;Essa confiança depende exclusivamente da execução orçamental, ou seja da capacidade de um Governo corrigir de forma sustentável a diminuição da deficit, com a simultânea revitalização do desenvolvimento económico e por conseguinte na demonstração inequívoca que teremos condições para suportar os juros e pagar a dívida soberana.&lt;br /&gt;A primeira duvida que os credores põem, é sobre o actual Governo.  Um Governo minoritário com provas dadas de despesismo e com um projecto de desenvolvimento económico ultrapassado, porque baseado na construção civil de projectos públicos, ou seja em bens não transaccionáveis. &lt;br /&gt;Impossível nestas circunstâncias políticas dar confiança aos nossos credores actuais ou futuros.&lt;br /&gt;Temos um Presidente da Republica, professor de economia, portanto perfeitamente consciente desta situação bloqueadora. &lt;br /&gt;Então e como candidato a novo mandato, porque razão continua a suportar este Governo e a não explicitar, como seria a sua obrigação, qual a solução politica que preconiza, para resolver este impasse que nos afunda?&lt;br /&gt;O senhor Presidente aconselha a moderação nas palavras e no debate político, porque não sabe o que dizer.&lt;br /&gt;Não sabe, não quer ou não pode.&lt;br /&gt;Não creio que não saiba, não creio que não possa, apenas está dominado pelas circunstâncias eleitorais da sua conveniência, uma vez que precisa dos votos do partido do Governo. Votos que não irão para o seu adversário directo, por reconhecimento pela seu suporte e simpatia.&lt;br /&gt;O senhor Presidente da Republica é assim o principal protagonista, do impasse político que nos penaliza a todos e que com elevada probabilidade nos está a conduzir, para uma solução de radicalismo político por inevitabilidade.&lt;br /&gt;A União Europeia impedirá uma situação radical de natureza política e por conseguinte apoiará sempre um pequeno país como Portugal em serias dificuldades.&lt;br /&gt;Ilusão, ainda mais grave, do que todas as ilusões que nos conduziram a esta situação dramática.&lt;br /&gt;A União é um conjunto de Estados soberanos e os seus povos nunca legitimaram uma Federação Europeia, capaz de integrar mecanismos de uniformização das políticas financeiras, em que a harmonia fiscal, é um dos pilares. Perder a soberania fiscal, é impensável para a generalidade dos países da União.&lt;br /&gt;O que acontecerá, neste caminho é a nossa total dependência política perante as dominâncias políticas da União.&lt;br /&gt;Ou seja, perderemos a nossa soberania, mas os outros membros da União, preservarão a sua.&lt;br /&gt;As soluções nacionais, não podem continuar neste caminho da ilusão permanente.&lt;br /&gt;Porém existe um bloqueio político do regime actual, que é impeditivo do extermínio da ilusão.&lt;br /&gt;Bastará analisar as propostas dos diversos partidos com representação parlamentar actual, para logo verificarmos a impossibilidade de mudança.&lt;br /&gt;A ideologia defensora de um Estado, motor da economia e dominante em toda a sociedade, é maioritária…este é o verdadeiro drama.&lt;br /&gt;É largamente maioritária, seja por ideologia, seja por interesse partidário de estar na esfera do poder, para poder regalar as suas militâncias.&lt;br /&gt;O regime, asfixiou-se nesta condição de ser totalmente refém, das militâncias partidárias e da distribuição escandalosa dos recursos públicos, nesse desiderato.&lt;br /&gt;Uma autêntica fobia fiscal, preencheu a mente da classe política, que já não tem vergonha de destruir o Estado Social, para preservar privilégios de usufruto, de influência e dominação.&lt;br /&gt;Há muito que ultrapassamos o limite razoável, que impede a motivação individual e empresarial para a produção e para a produtividade.&lt;br /&gt;O empobrecimento de uma larga faixa da população portuguesa é já um drama visível e lamentável, o desemprego oficial atingiu parâmetros alarmantes, o desemprego sustentado artificialmente pelo Estado e Autarquias, não tem condições de sustentabilidade, a diferenciação salarial na Administração Publica e Intervenções Estatais é escandalosa. &lt;br /&gt;O principal responsável, clama ao silêncio nacional e caminha gloriosamente, para a sua reeleição.&lt;br /&gt;Presta assim o seu enorme serviço à continuidade de toda esta insustentável situação.&lt;br /&gt;Aos portugueses resta …ou a resignação votando nas eleições presidenciais e dando a sua validação ao regime que os empobrece … ou a única atitude que lhes resta…Não votar nas eleições presidenciais, dizendo inequivocamente “Basta”…vocês não merecem a nossa confiança e nós não merecemos ter um regime que nos condena a nós, aos nossos filhos e netos.&lt;br /&gt;A abstenção maioritária nas próximas eleições presidenciais, só poderá ter este significado político. A partir de então, que volte o sentido da exigência como uma premissa essencial de qualquer democracia.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-328734432869356043?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/328734432869356043/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/o-dilema-portugues-ir-ao-fundo-com-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/328734432869356043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/328734432869356043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/o-dilema-portugues-ir-ao-fundo-com-os.html' title='O dilema português … ir ao fundo com os actuais protagonistas da política ou a ruptura salvadora.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2438259103764583747</id><published>2010-11-24T08:05:00.000-08:00</published><updated>2010-11-24T08:06:14.843-08:00</updated><title type='text'>Resolver a crise financeira, sem resolver a crise política….Impossível.</title><content type='html'>Perante uma situação de pré-falência, a Irlanda assumiu o pedido de ajuda financeira à União Europeia e ao FMI.&lt;br /&gt;O primeiro-ministro irlandês garantiu que pedirá a sua demissão e a convocação de eleições legislativas após as negociações e a aprovação de um Orçamento para 2011.&lt;br /&gt;Esta postura parece lógica. O povo irlandês irá votar, consciente das dificuldades que terá de encarar, mas escolherá quem deve gerir a coisa pública, num comprometimento nacional de encarar o drama e de defender os interesses colectivos. A Irlanda ganhará assim a confiança internacional, pois foi a escolha popular, que deu o aval ao Governo, que garantirá em nome do povo, a atitude correcta em sua defesa.&lt;br /&gt;Tão diferente é a atitude portuguesa.&lt;br /&gt;O Presidente da Republica assegura e preserva um Governo minoritário, cujo programa eleitoral esqueceu e rasgou. Um Governo incapaz,, que promove a desconfiança internacional, penalizando por esse facto, toda a classe média portuguesa e agravando a situação financeira.&lt;br /&gt;O Presidente da Republica, não ignora este facto e sabe bem que a situação política é insustentável e penalizadora de Portugal.&lt;br /&gt;Mas ele precisa dos votos para ser eleito, nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro. Precisa dos votos do Partido do Governo, por isso o preserva e dos votos do PSD, por isso o manipula.&lt;br /&gt;O Presidente da Republica coloca a sua eleição acima, do que sabe bem, ser o interesse nacional. Adia uma solução inevitável, mas nem coragem tem, de anunciar a sua decisão como protagonista futuro.&lt;br /&gt;O que o Prof. Cavaco Silva está a fazer, como candidato com maior probabilidade de eleição, é pura e simplesmente passar um atestado de mediocridade ao povo português, sonegando-lhe a realidade, não informando sobre a atitude que tomará no futuro.&lt;br /&gt;Não será possível, muito menos desejável, manter um governo minoritário como gestor da actual crise financeira e manter toda a reserva de credibilidade, nos credores de Portugal.&lt;br /&gt;A escalada de aumento dos juros sobre os créditos nacionais não diminuirá e seremos empurrados para soluções de socorro, bem mais penalizadoras do que as negociadas previamente.&lt;br /&gt;Os políticos irlandeses são sérios e respeitadores dos eleitores, os políticos portugueses não sabem o que isso é.&lt;br /&gt; A democracia funciona e resolverá na Irlanda, em Portugal este simulacro de democracia, não só não funciona, como condena e bloqueia qualquer solução.&lt;br /&gt;Os outros candidatos presidenciais, são meros adereços, desta Oligarquia dominada por dois partidos políticos. &lt;br /&gt;Alegre, uma insignificância política, porta-voz da mensagem que mais contribuiu para a dramática situação de dependência a que chegamos. Lopes, a personagem característica da postura autónoma, do defunto PCP. Nobre, a tentativa monárquico-maçónica, de evitar uma postura de oposição ao regime republicano, canalizando votos, de descontentes ingénuos e monárquicos resignados ou dependentes do regime.&lt;br /&gt;Cavaco será eleito, sem ter necessidade de ser frontal e sincero. Ele cumprirá a indispensável postura de neutralidade entre os dois partidos dominantes, pois assim alcançará a sua fácil vitória.&lt;br /&gt;Os dois partidos dominantes e também o CDS, que espera vir a obter umas migalhas no futuro, garantirão a sua eleição, porque os seus militantes e amigos, sabem que com essa estratégia se manterão na esfera dos privilégios e serão convidados para a distribuição das mordomias.&lt;br /&gt;Não vão ser necessárias eleições,, eles saberão entender-se. &lt;br /&gt;A democracia é uma fachada e o povo é submisso.&lt;br /&gt;A questão grave é que se entenderão para governar, para gerir o dia a dia, mas nunca para mudar.&lt;br /&gt;A mudança ficará adiada…o Estado continuará tentacular, absorvente e despesista…a dissolução de Portugal prosseguirá, não através de qualquer doutrina política, protagonizada por Manuel Alegre ou Fernando Nobre, mas sim pela dependência dos partidos desta maioria da governação, ao sabor das dinâmicas externas.&lt;br /&gt;A Portugal será retirada a sua essência…a possibilidade de ter um projecto autónomo e independente e de se afirmar no Mundo, através das suas enormes potencialidades e recursos, com um projecto nacional. &lt;br /&gt;Serve à medida a “panaceia” maçónica de que somos um pobre e pequeno país.&lt;br /&gt;As eleições presidenciais são uma oportunidade dos portugueses se afirmarem…responsabilizados ficam todos, os que continuarem a votar como um dever, que não seja, de confiante e convicta afirmação.&lt;br /&gt;A abstenção em Portugal, passou também a ser uma originalidade…de alheamento e desinteresse, passou a assumir o sentido patriótico e um dever de consciência, para muitos portugueses. &lt;br /&gt;A única opção possível e correcta de dizer…Basta, impõe-se a Mudança.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2438259103764583747?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2438259103764583747/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/resolver-crise-financeira-sem-resolver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2438259103764583747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2438259103764583747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/resolver-crise-financeira-sem-resolver.html' title='Resolver a crise financeira, sem resolver a crise política….Impossível.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7614876901432275274</id><published>2010-11-21T12:11:00.000-08:00</published><updated>2010-11-21T12:12:44.818-08:00</updated><title type='text'>Uma conversa interessante, num país sem rumo.</title><content type='html'>Relato-vos uma conversa que mantive com um casal de sexagenários, donos de um pequeno e simples café de uma aldeia do interior de Portugal.&lt;br /&gt;Entrei naquele humilde espaço para beber um café. Ia de viagem, mas não com pressa. Não estava ninguém naquele pequeno café de Pavia….Atendeu-me uma simpática senhora com uma aparência muito humilde e um sotaque muito típico. Perguntei quanto custava a bebida e respondeu-me com um estampado sorriso…são apenas 45 cêntimos.&lt;br /&gt;Comentei de imediato, a raridade de um tal preço pedido por um café. Foi nesse momento que surgiu por detrás do balcão, vindo de uma porta interior, um senhor que logo se antecipou e disse…pois é uma raridade este preço, mas olhe que mesmo aqui na terra já paga a 65 cêntimos e em Mora há lugares onde tem de pagar 95.&lt;br /&gt;Uma diferença para o dobro por um café? No interior de Portugal !!!&lt;br /&gt;E aqui na nossa casa, ainda oferecemos um café com “cheirinho”. Temos de fazer pela vida, pois não está fácil, nem para nós, nem para ninguém, avançou a senhora.&lt;br /&gt;Pois isto está a ficar complicado, retorqui, colocando o dinheiro trocado em cima do balcão.&lt;br /&gt;Muito difícil, voltou o dono do café…para nós, ainda vá que não vá, mas para a rapaziada nova, está a tornar-se impossível. Olhe, nós fomos construindo a nossa casinha, ao longo dos anos com as poupanças e muito trabalho. Agora temos a nossa comodidade e ainda este pequeno negócio, que dá para ir vivendo com muita dificuldade…mas os meus filhos estão desgraçados. Compraram tudo a credito…carro, casa, electrodomésticos, eu sei lá…agora é que é o delas para pagar. Durante muito tempo ainda os consegui ir ajudando, até vendi uma pequena fazenda que tinha herdado de meu pai, mas agora já não consigo e eles…tenho três filhos cada vez são mais escravos dos bancos que lhes emprestaram o dinheiro.&lt;br /&gt;Há que mudar um pouco de vida, acrescentei…procurar poupar mais e consumir um pouco menos.&lt;br /&gt;Logo me replicou o dono do café. Ainda acreditam, que tudo isto é uma fase passageira, resultado da crise, como dizem, não têm a nossa experiencia, viveram sempre na facilidade e confiantes de que tudo se resolverá a seu contento. Não querem fazer sacrifícios, não estão habituados a isso, vivem para gastar todo o dinheiro que têm e que não têm. O meu filho mais novo, acaba este ano o curso de engenheiro electrotécnico, já afirmou que vai para fora, talvez esse, que sempre foi bom aluno seja o único que esteja certo. Nós cá nos vamos aguentando, porque a nossa vida foi sempre de trabalho e sacrifício, mas eles, coitados…&lt;br /&gt;Não se calou e disse-me…olhe, tive cinco irmãos e três irmãs…todos nos criamos, todos temos um ofício, um negócio e casa própria. Meu pai era um pequeno agricultor, que de semana trabalhava à tarefa para outros proprietários. Criou-nos com gosto e fez muitos sacrifícios para nos criar, minha mãe uma moira de trabalho e energia. Quantas vezes pergunto a meus filhos, vossos avós criaram oito filhos, quem hoje em dia tem condições e coragem para tal?&lt;br /&gt;Quantos dos meus clientes envelhecidos e reformados, que aqui se sentam a conversar, bebendo o seu “cheirinho no café”, apenas um, depois da sua parca ceia, porque não dá para mais, estão a viver abandonados pelos filhos que criaram? Não falam com rancor deles, mas sim com a tristeza, de um amor desprezado.&lt;br /&gt;Saí daquele pequeno café angustiado.&lt;br /&gt;Da minha cabeça não saia a noticia que lera logo de manhã, que se referia ao aumento do número de casos de abandonos de doentes nos hospitais, pelas suas famílias.&lt;br /&gt;Nossos filhos abandonam seus filhos nos “jardins de infância”, e esses filhos, irão abandona-los num lar…que país? Que sociedade estamos a criar?&lt;br /&gt;A sabedoria está isolada da sociedade e a juventude não tem a possibilidade de a conhecer e aproveitar.&lt;br /&gt;Dependentes, estamos a consolidar uma sociedade de dependentes, sem capacidade de pensar, de contrapor, de exigir.&lt;br /&gt;Não era assim quando era novo, agradeço a meus avós e a meus pais, os testemunhos que me passaram. Fui um privilegiado.&lt;br /&gt; Também no preço do café, que se praticava, que me permitia estar sentado a conversar com amigos, sempre que queria e em qualquer lugar deste país.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7614876901432275274?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7614876901432275274/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/uma-conversa-interessante-num-pais-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7614876901432275274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7614876901432275274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/uma-conversa-interessante-num-pais-sem.html' title='Uma conversa interessante, num país sem rumo.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3304720002265476970</id><published>2010-11-11T05:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T05:26:24.369-08:00</updated><title type='text'>Pela nossa Liberdade, esta é a nossa oportunidade.</title><content type='html'>A adulteração dos valores e princípios naturais são a verdadeira fonte das dependências.&lt;br /&gt;Os sistemas democráticos actuais, caminham inexoravelmente para o retrocesso dos tempos históricos da servidão e escravatura.&lt;br /&gt;Porque não respeitam o ser humano como essência de toda a decisão política, porque seguem o caminho da ditadura do relativismo.&lt;br /&gt;O respeito pela liberdade de cada indivíduo e o respeito pelo equilíbrio que a nossa liberdade não pode afectar a do próximo, é a única linha de equilíbrio possível para a realização do ser humano em sociedade.&lt;br /&gt;Quando e sempre, que se estabelece uma linha de conduta política ou de regras de governação, que afecta este equilíbrio, estaremos a permitir a subjugação, a dependência e a escancarar a porta da prepotência.&lt;br /&gt;Em Portugal não existe nenhuma força política, nenhum partido que defenda e lute por esta evidente verdade.&lt;br /&gt;A defesa da liberdade foi completamente adulterada.&lt;br /&gt;Prevaleceram e dominam, as doutrinas que defendem a subjugação do Homem Livre ao interesse colectivo.&lt;br /&gt;O que é o interesse colectivo?&lt;br /&gt;Defendo eu, que é a expressão colectiva da liberdade de pensamento de cada um, pelo respeito integral pela liberdade de todos os outros, que comigo partilham uma afinidade de raízes e sentimentos, ou seja a afinidade patriótica.&lt;br /&gt;Defendem os dominadores actuais da sociedade portuguesa, que o interesse colectivo é a expressão do voto nas urnas…que democracia é a liberdade.&lt;br /&gt;Falácia total, que nos domina e nos encaminha para a escravatura.&lt;br /&gt;Colocam o voto, como um dogma, antes do conceito primário da liberdade individual…a mentira travestida de verdade…a mais perigosa das mentiras.&lt;br /&gt;Como se não houvessem regras que impedem a livre escolha…como se não houvesse a manipulação permanente da opinião…como se todas as correntes de opinião tivessem as mesmas condições de igualdade de acesso às eleições e aos meios de divulgação…como se não houvessem regras impeditivas de expressão e de candidatura…como se não houvesse favorecimentos financeiros e de toda a natureza para os partidos e as ideias dominantes…como se não estivéssemos todos limitados e dependentes.&lt;br /&gt;No tempo da escravatura, um senhor teve a ideia de dar a liberdade de escolher o Capataz, pelo voto, a seus escravos…o Capataz foi eleito pela livre escolha dos escravos…mas o Capataz  eleito, obteve de imediato, promessas de vantagens e o seu regime ainda foi mais severo para com todos os outros. &lt;br /&gt;Assim se consolidou o regime da escravatura.&lt;br /&gt;A questão nunca pode ser a da liberdade de votar, mas sim a do que é o sentido de liberdade individual de cada um.&lt;br /&gt;Uma votação, uma democracia, tanto pode ser um instrumento essencial de reforço da motivação colectiva e do respeito pela nossa condição de humanos, como um instrumento muito útil e cada vez mais moderno para o caminho da escravatura.&lt;br /&gt;O regime português, a 3ª Republica, fechou-se numa Oligarquia partidária, dominada pelas ideias perigosas do Socialismo democrático, que defendem a subjugação da liberdade individual ao aparente interesse colectivo (ditado por eles próprios e pelos seus instrumentos de manipulação) e impedem por inúmeros meios que criaram e que transformaram em Leis, que a sociedade livre possa ter outras opções e surjam novas propostas e novos projectos colectivos.&lt;br /&gt;Impedem-nos de votar no que queremos, de acordo como que pensamos…apenas nos deixam optar pelo mal menor…queixam-se entretanto que já não há a expressão da vontade colectiva…como poderá haver?&lt;br /&gt;Este regime viola a nossa consciência…retira-nos a consciência colectiva como povo…adultera a democracia.&lt;br /&gt;Os escravos que foram enganados pela introdução do voto na escolha do capataz…só vieram a alcançar a sua condição humana e a sua liberdade através da revolta e da demonstração colectiva da sua razão.&lt;br /&gt;Hoje em Portugal, só alcançaremos de novo a liberdade…se não pactuarmos com este regime e com isso demonstrarmos a nossa razão.&lt;br /&gt;O voto nas eleições presidenciais tem o significado próprio de avalisar o regime pela escolha do seu Presidente.&lt;br /&gt;Está na hora de nos revoltarmos e de assumir a nossa revolta…não pactuando, nem avalisando as próximas eleições presidenciais…Não Votando.&lt;br /&gt;Dessa atitude dependerá a nossa liberdade futura.&lt;br /&gt;Muitas panaceias irão ser lançadas para evitar esta atitude, que se for maioritária destruirá os alicerces frágeis e fictícios deste regime… a Abstenção é a única arma política que nos resta para voltarmos a aspirar pela Liberdade e pela condição de pertencermos a um povo soberano, independente e orgulhoso.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3304720002265476970?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3304720002265476970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/pela-nossa-liberdade-esta-e-nossa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3304720002265476970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3304720002265476970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/pela-nossa-liberdade-esta-e-nossa.html' title='Pela nossa Liberdade, esta é a nossa oportunidade.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-327825396411980203</id><published>2010-11-10T04:08:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T04:09:41.549-08:00</updated><title type='text'>DEBILITADOS como estamos, nunca nos salvaremos.</title><content type='html'>Portugal está muito debilitado…sobretudo em pensamento. &lt;br /&gt;Não temos tempo para pensar, não paramos para pensar…repetimos e estamos sujeitos.&lt;br /&gt; Não conversamos uns com os outros…contamos histórias e assumimos como nossos, pensamentos de terceiros. &lt;br /&gt;Defendemos ideias de terceiros…importadas, porque apenas queremos protagonismo.&lt;br /&gt;Vaidosos da nossa própria debilidade.&lt;br /&gt;Vulneráveis porque não ouvimos, perdemos o hábito de escutar e entender.&lt;br /&gt; Os velhos são passado, são caretas…não absorvemos a sabedoria. &lt;br /&gt;Somos facilmente manipulados… permanentemente.&lt;br /&gt; Já não há ideologias do passado, tão pouco ideias novas. &lt;br /&gt;Lemos e não entendemos…repetimos à letra o conhecimento.&lt;br /&gt;Não interpretamos, não questionamos.&lt;br /&gt;Ouvimos e repetimos.&lt;br /&gt;Será assim? Será só assim?&lt;br /&gt;Não, lá longe, no interior, há uma reserva de pensamento.&lt;br /&gt;São os citadinos que perderam o tempo e o hábito de pensar.&lt;br /&gt;Os cidadãos… a maioria.&lt;br /&gt;Lá longe, mesmo dentro da cidade, mas longe porque isolados.&lt;br /&gt;Há uma reserva de pensamento.&lt;br /&gt;Iletrados, incultos, mas seres pensantes, que cultivam as relações e a conversa.&lt;br /&gt;Rurais ou rústicos, como lhes queiram chamar, mas com valores enraizados …nas conversas, nas atitudes. &lt;br /&gt;Uma minoria que se auto-preserva pelo sentimento…a paixão pela sua raiz, pela sua terra.&lt;br /&gt;Alimentam-se da sua afinidade minoritária…são solidários e generosos.&lt;br /&gt;Acreditam na sua terra, têm orgulho na sua origem e no seu passado.&lt;br /&gt;Conhecem a sua História e honram-na.&lt;br /&gt;São o exemplo que carecemos…preferem a conversa à televisão.&lt;br /&gt;São críticos quanto aos costumes importados e confiantes em si próprios.&lt;br /&gt;Olhemos para o exemplo e cuidemos de ouvir esta nossa reserva.&lt;br /&gt;Disso dependerá a nossa salvação…a sabedoria está tão próxima de nós. &lt;br /&gt;Porque teimamos em a rejeitar&lt;br /&gt;Sejamos humildes, pois o nosso conhecimento pode ser apenas ignorância.&lt;br /&gt;Aproveitemos o conhecimento enriquecido pela nossa reserva de sabedoria.&lt;br /&gt;Talvez assim, possamos salvar Portugal.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-327825396411980203?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/327825396411980203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/debilitados-como-estamos-nunca-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/327825396411980203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/327825396411980203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/debilitados-como-estamos-nunca-nos.html' title='DEBILITADOS como estamos, nunca nos salvaremos.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-866513794303144165</id><published>2010-11-08T06:28:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T06:30:30.027-08:00</updated><title type='text'>Ou se respeitam os princípios e o povo ou será o fim do regime.</title><content type='html'>Uma democracia que aceite a legitimação de uma eleição por sufrágio universal e directo, em que a afluência às urnas (votos expressos) seja menor que 50% do eleitorado, como é a eleição presidencial, está a aceitar que qualquer ditadura é legítima. &lt;br /&gt;A legitimidade democrática não é flexível…a sua regra é simples e muito objectiva… uma eleição só terá legitimidade, se for uma expressa e inequívoca expressão da vontade da maioria.&lt;br /&gt;Numa democracia, a Lei terá de ter sempre a sustentação da legitimidade democrática.  Nunca, em qualquer circunstância, se justificará que uma Lei adultere este princípio essencial.&lt;br /&gt;A nossa actual legislação eleitoral, não assenta neste princípio essencial de uma democracia, pois permite a ratificação de um acto eleitoral em que a afluência às urnas seja inferior à maioria do eleitorado português.&lt;br /&gt;Um deficit democrático, grave e muito perigoso.&lt;br /&gt;Sendo esta circunstância particularmente visível na eleição do Chefe de Estado, poderemos afirmar que é esta Republica e a Constituição da Republica Portuguesa, que está enferma de um deficit democrático inaceitável e perigoso.&lt;br /&gt;Perigoso porque representa uma inaceitável permissividade a toda e qualquer ditadura.&lt;br /&gt;A regra da sujeição à vontade da maioria, não pode nunca ser violada. Violá-la em 0,1% é o mesmo que violá-la em 40%.&lt;br /&gt;Já foi violada no actual quadro constitucional e nas eleições presidenciais de 2001. Jorge Sampaio foi eleito com apenas 49,7% dos votos expressos do eleitorado português. &lt;br /&gt;A partir desse momento o actual regime deixou de ser uma democracia…ficou ferido o princípio essencial e identificador da legitimidade democrática.&lt;br /&gt;Todas as suas decisões e todas as Leis que promulgou, estão assim feridas de legitimidade e o regime afundou-se irremediavelmente.&lt;br /&gt;A degradação da credibilidade do regime é evidente numa análise da afluência às urnas do eleitorado português desde os tempos de entusiasmo democrático de Abril de 74, até aos dias de hoje. &lt;br /&gt;Essa credibilidade é a base essencial de sustentação da legitimidade de qualquer regime.&lt;br /&gt;Os portugueses podem não ser cultos, mas têm bom senso, intuição e sabedoria e não poderão nunca ser menosprezados, muito menos desrespeitados.&lt;br /&gt;A situação que aconteceu em nas eleições presidenciais de 2001, tem toda uma elevada probabilidade de voltar a acontecer nas próximas eleições presidenciais do início de 2011.&lt;br /&gt;É provável a candidatura de Cavaco Silva, mas com uma afluência às urnas inferior a 50% e por conseguinte ferido de toda a legitimidade para tomar posse como Presidente da Republica.&lt;br /&gt;Ao acontecer de novo esta situação, os portugueses não poderão voltar a ser ignorados perante a expressão do seu desencanto face ao regime. &lt;br /&gt;A sua abstenção nas próximas eleições presidenciais, não pode voltar a ser “rotulada” pelos agentes e servidores dos interesses instalados, como de irresponsável, pois a sua atitude é o sinal inequívoco do seu desprezo por um regime, uma resposta ao desprezo que o regime tem pela sua vontade e pelo sentido da sua sabedoria.&lt;br /&gt;Ao voltar a aceitar-se uma eleição não sufragada pela maioria dos portugueses, então sim, entraremos num processo de ruptura total pelos valores e princípios, que abrirá a porta a uma nova ditadura.&lt;br /&gt;Mas que nunca venham responsabilizar o povo por essa situação.&lt;br /&gt;Os historiadores desta triste época da nossa Pátria, apontarão o erro como cíclico…tal como na 1ª Republica se desprezaram os princípios, também agora se insiste no mesmo erro.&lt;br /&gt;Abdicar do princípio da legitimidade democrática, é abrir hoje a porta escancarada a uma ditadura.&lt;br /&gt;Irei abster-me nas eleições presidenciais de Janeiro de 2011, apelarei a todos os portugueses para que o façam, pois esta denúncia do regime, é essencial para promover a sua mudança ou o seu descalabro final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-866513794303144165?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/866513794303144165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/ou-se-respeitam-os-principios-e-o-povo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/866513794303144165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/866513794303144165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/ou-se-respeitam-os-principios-e-o-povo.html' title='Ou se respeitam os princípios e o povo ou será o fim do regime.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1056980430802056479</id><published>2010-11-04T05:00:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T05:01:30.367-07:00</updated><title type='text'>O erro de Cavaco Silva é o suporte do drama nacional.</title><content type='html'>O senhor Presidente da República cometeu o grave erro, de não saber interpretar o resultado das últimas eleições legislativas.&lt;br /&gt;Os portugueses falaram claramente. Não deram a maioria a nenhum partido e por conseguinte a única interpretação possível desta vontade, seria o encontro de um Governo de coligação.&lt;br /&gt;O Presidente sabia bem, pois é um especialista com informação privilegiada, que a situação financeira e crítica do país era muito grave e incompatível com a governação sem uma consistência de apoio maioritário.&lt;br /&gt;Escolheu o caminho fácil, não tentou sequer essa perspectiva. Não cumpriu a sua obrigação de saber interpretar o bom senso nacional e pressionar os políticos e os partidos a um entendimento indispensável.&lt;br /&gt;A incompetência e inconsciência do actual Governo, levaram a uma situação insustentável.&lt;br /&gt;Descontrolo das contas públicas, continuidade de um despesismo que assume carácter criminoso e o recurso sistemático ao endividamento externo em condições de uma inaceitável debilidade.&lt;br /&gt;Dar posse a este Governo minoritário e sem qualquer tentativa de procura de consenso partidário, sempre com a desculpabilização constitucional (incorrecta e falsa), foi um acto de irresponsabilidade, de falta de perfil de liderança, de ausência de sentido de Estado e co-responsabilização perante o descalabro governativo.&lt;br /&gt;Também um atitude promotora do desprestigio do regime politico…para que serve um Presidente?&lt;br /&gt;Hoje em campanha eleitoral, pergunta …”se não fosse a minha magistratura de influência o que seria de Portugal?”.&lt;br /&gt;Incrível postura denunciadora de toda a sua fraqueza.&lt;br /&gt;Também da sua principal característica …a falsidade…tão bem evidenciada na sua atitude recente durante a visita do Papa e na sequente postura politica.&lt;br /&gt;A legitimidade presidencial é superior á legitimidade governamental e esse é o sentido da actual Republica, que tem um Presidente, que também não a entende.&lt;br /&gt;Perante as exigências externas e dos nossos credores surge este Orçamento (uma pesada factura) que surpreende todos os portugueses e os obriga a pagar com enormes sacrifícios todo este desvario e irresponsabilidade política.&lt;br /&gt;Faz o senhor Presidente então uma campanha tardia para o consenso partidário à volta da pesada Factura…a primeira de muitas outras que já estão emitidas e que são sonegadas do conhecimento público.&lt;br /&gt;Faz esse apelo de consenso á volta do Governo minoritário que nomeou, contra a inequívoca vontade dos portugueses.&lt;br /&gt;Surgem os falsos discursos do interesse nacional como forma de pressão para que a oposição apoie o pagamento desta primeira factura… dizem, que os mercados (credores) precisam do sinal de confiança.&lt;br /&gt;Novo logro que é lançado. &lt;br /&gt;A confiança dos mercados não dependerá da palavra de quem já deu provas de não cumprir, não dependerá da aprovação ou viabilização de um Orçamento, mas sim da sua execução, que depende exclusivamente do Governo e que não se pode exigir á oposição qualquer compromisso para o seu cumprimento.&lt;br /&gt;A confiança depende do rigor da gestão da coisa pública e do apoio maioritário da população.&lt;br /&gt;Insiste-se no erro e no desprezo pelo bom senso dos portugueses.&lt;br /&gt;Surgem agora as mensagens perigosas. &lt;br /&gt;O discurso do 1º Ministro e do Presidente da Republica são discursos muito perigosos.&lt;br /&gt;“Unamo-nos num sacrifício colectivo, que é o interesse nacional.”&lt;br /&gt;Assim se estabelece o clima de que só o apoio a este governo representa o interesse nacional e que, a oposição não pode exercer o seu direito e tem de assumir o compromisso com o qual não concorda, nem pode concordar…pois o compromisso é falso e não representa a vontade dos portugueses.&lt;br /&gt;O regime afasta-se assim, ainda mais, do seu sentido democrático e apresenta-se aos portugueses como incapaz de enfrentar com dignidade o drama que foi criado.&lt;br /&gt;O principal responsável pelo regime, pelo actual bloqueio e pela enorme despesa nacional que tudo isto representa é Cavaco Silva e esta responsabilização terá de lhe ser imputada.&lt;br /&gt;As eleições presidenciais são assim a grande oportunidade de Portugal encontrar um rumo.&lt;br /&gt;Não creio que haja qualquer candidato com perfil suficiente para liderar uma sociedade desorientada e sacrificada, capaz de personalizar as mudanças, que não podem ser mais adiadas.&lt;br /&gt;Terão de ser os portugueses a fazer essa exigência de mudança.&lt;br /&gt;Dizendo claramente isso mesmo…no actual regime não há possibilidade de mudança, nem de rumo, nem de projecto nacional.&lt;br /&gt;Não o suporto mais com o meu voto…retiro-lhe a legitimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1056980430802056479?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1056980430802056479/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/o-erro-de-cavaco-silva-e-o-suporte-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1056980430802056479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1056980430802056479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/o-erro-de-cavaco-silva-e-o-suporte-do.html' title='O erro de Cavaco Silva é o suporte do drama nacional.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-1026221311204990008</id><published>2010-11-02T10:09:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T10:10:33.152-07:00</updated><title type='text'>Da agonia à esperança.</title><content type='html'>Iremos para o fundo, numa terrível agonia colectiva.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, se não encontrarmos a Referência que nos una.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, se a Referência usar como arma, o silêncio.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, se as nossas raízes fraquejarem.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, se cedermos na condição humana.&lt;br /&gt;Se olharmos apenas para nós próprios…&lt;br /&gt;Para a satisfação imediata das ansiedades, que nos induzem.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo colectivamente, porque somos individualistas.&lt;br /&gt;Porque somos oportunistas e desprezamos o passado e o reconhecimento…&lt;br /&gt;Desprezamos a memória e a sabedoria…os sinais evidentes de desesperança.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, pela indiferença à dor e à pobreza.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo porque não unimos a resignação, à revolta.&lt;br /&gt;Porque não assumimos a herança, porque somos complexados.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, porque acreditamos na mentira e desprezamos a realidade.&lt;br /&gt;Porque temos medo da verdade e porque não amamos.&lt;br /&gt;Porque abdicamos dos sentimentos, para satisfazer a vivencia dos momentos.&lt;br /&gt;Porque somos egoístas e não amamos nossos filhos, como nossos pais nos amaram.&lt;br /&gt;Porque já não nos interessa o amanhã, apenas o presente.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo porque desprezamos os valores da esperança…&lt;br /&gt;A qualidade e o mérito…a honestidade, a sinceridade e a solidariedade.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, porque não nos reconhecemos numa identidade.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo porque apagamos a memória colectiva…&lt;br /&gt;Voltar a sentir essa identidade unificadora é a única salvação.&lt;br /&gt;Amar essa identidade e ter orgulho nela … &lt;br /&gt; Transmitir aos filhos os sentimentos.&lt;br /&gt;Recuperar o sentido do esforço necessário, para tudo na vida…&lt;br /&gt; Ter coragem e formar corajosos …&lt;br /&gt;Com coragem de lutar pelos sentimentos e pelas raízes.&lt;br /&gt;Lutar pela nossa Liberdade perdida…pois já ninguém sabe o que é a Liberdade.&lt;br /&gt;Ser Livre é assumir em todos os nossos actos a plenitude de todo o nosso pensamento.&lt;br /&gt;Ser livre em português, é sentir o prazer e o orgulho, de o continuar a ser.&lt;br /&gt;Iremos ao fundo, porque perdemos o sentido de Portugal.&lt;br /&gt;Que se apague o silêncio da Herança e se restitua a esperança ao povo português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-1026221311204990008?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/1026221311204990008/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/da-agonia-esperanca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1026221311204990008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/1026221311204990008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/11/da-agonia-esperanca.html' title='Da agonia à esperança.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-9027266566351676088</id><published>2010-10-27T04:30:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T04:31:53.165-07:00</updated><title type='text'>A inaceitável presunção do Senhor Presidente</title><content type='html'>Ontem o Senhor Doutor Professor Aníbal Cavaco Silva anunciou num discurso patético a sua candidatura a um segundo mandato a Presidente da Republica.&lt;br /&gt;A sua presunção de que somos todos, uma cambada de parvos e ignorantes, é inconcebível.&lt;br /&gt;Lá do alto do seu pedestal o homem que por ter algum conhecimento especializado, não entende que há a sabedoria de todo um povo, que ele desconhece ou despreza, porque nunca teve a formação indispensável para o exercício do cargo de Chefe de Estado.&lt;br /&gt;Passados cinco anos da sua eleição está Portugal numa situação crítica de insustentabilidade e os portugueses sujeitos a um gravíssimo retrocesso do seu nível de vida e dos seus direitos cívicos e sociais.&lt;br /&gt;Questionou, numa tentativa de desculpabilização perante a sua total ausência de sentido de Estado….&lt;br /&gt;”Como estaríamos se não fosse a MINHA acção de influência de magistratura feita de forma discreta mas muito positiva?”&lt;br /&gt;A política só pode ter como parâmetro de análise os resultados objectivos dos seus agentes e interpretes… esse resultado está à vista de todos.&lt;br /&gt;Mas respondamos remetendo duas perguntas ao senhor Presidente … &lt;br /&gt;“ Como estaríamos se o Sr. Presidente tivesse feito a análise correcta das ultimas eleições legislativas e não tivesse dado posse a um Governo minoritário, de incompetentes e corruptos e tivesse exercido os seus poderes para uma negociação que promovesse um governo maioritário?”&lt;br /&gt;“ Como estaríamos se em lugar de tentar manter esse Governo (a tal solidariedade institucional), tivesse de acordo com os seus poderes constitucionais exigido o rigor da verdade governativa, como condição para a não dissolução da Assembleia da Republica?”.&lt;br /&gt;A responsabilidade primeira desta situação que o próprio Presidente classifica como dramática é dele próprio…a não ser assim para que serve um Presidente da Republica?&lt;br /&gt;É esta última questão que encerra o verdadeiro drama político nacional. &lt;br /&gt;É a esta questão que os portugueses terão de responder.&lt;br /&gt;Das duas uma ou continuamos bloqueados através do pensamento incorrecto de que o nosso mal são estes protagonistas medíocres, ou pelo contrario assumimos a lucidez de finalmente perceber que a mediocridade de todos estes senhores é uma consequência deste regime de dominância partidária.&lt;br /&gt;O que está em causa não é o senhor Aníbal Cavaco Silva, nem os seus temores, ou a sua  mentalidade, ou a sua incapacidade de sorrir, ou a sua falsidade, o que está em causa é o regime politico que de forma muito progressiva se bloqueou numa oligarquia de partidos políticos totalmente dominados pela Comissão Europeia.&lt;br /&gt;O que está em causa é a nossa soberania e a própria democracia, ou seja a capacidade do povo português decidir por si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-9027266566351676088?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/9027266566351676088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/inaceitavel-presuncao-do-senhor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9027266566351676088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9027266566351676088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/inaceitavel-presuncao-do-senhor.html' title='A inaceitável presunção do Senhor Presidente'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6362706178679520342</id><published>2010-10-26T05:24:00.001-07:00</published><updated>2010-10-26T05:27:44.595-07:00</updated><title type='text'>O conluio Governo e Gestores, no sacrifício do povo de Portugal</title><content type='html'>A Refer, empresa pública altamente deficitária, toma a decisão de fazer um concurso para abastecimento da energia eléctrica das vias férreas.  O resultado desse concurso é anunciado como uma vitória da gestão rigorosa que finalmente chegou. A EDP é preterida pela Iberdrola (empresa espanhola) e anuncia-se uma poupança de mais de mil milhões de euros.&lt;br /&gt;A preferência pelos produtos nacionais, é um desígnio para o povo, mas dispensável para as empresas do Estado.&lt;br /&gt;Ganha com esta decisão a Refer e também o Estado, pois assim terá a expectativa de não ter de entregar as verbas colossais resultantes do deficit crónico da empresa pública. &lt;br /&gt;O Governo vê-se então na necessidade de compensar a EDP, por esta perda de receitas.&lt;br /&gt;Nada que o aumento da tarifa das facturas da EDP, não possa colmatar. Autoriza-se esse aumento de mais de 3,5% e que inclui uma taxa para a RTP.&lt;br /&gt;Ganha a EDP, assim compensada e até com mais-valia relativamente à perda do fornecimento de energia às linhas férreas, ganha a RTP que vê reforçadas as suas receitas e ganha o Estado porque vê diminuídas as verbas a fornecer à RTP.&lt;br /&gt;Ganham os Gestores que já pagos com ordenados milionários e escandalosos, assim vêem a comunicação social tecer-lhes rasgados elogios, justificação indispensável para a manutenção do seu estatuto de privilégio. &lt;br /&gt;Ganha o Estado porque alivia a despesa com a RTP.&lt;br /&gt;Mas a questão é simples …. Quem está a pagar todo este disfarce?&lt;br /&gt;A Comunicação Social aparece assim (na generalidade), como a grande responsável pela mentira que sacrifica o povo português e acentua a adulteração do sentido da governação que cada vez menos é um serviço para o bem-estar do povo e cada vez mais um serviço para o seu sacrifício e para o seu empobrecimento.&lt;br /&gt;A mensagem é diabólica. &lt;br /&gt;Os responsáveis são todos os portugueses porque vivem acima das suas possibilidades… contenham-se na vossa ânsia consumista, poupem, empobreçam, vivam miseravelmente, peçam caridade, vasculhem nos caixotes do lixo, emigrem … porque temos de manter os privilégios dos que estão ao vosso serviço.&lt;br /&gt;O exemplo que apresentamos é apenas uma pequena parcela de toda esta mentira que nos destrói…ela reflecte uma situação concreta da promiscuidade das decisões entre o Governo e as Empresas públicas, mas o mais grave ainda está por ser denunciado… a promiscuidade com a banca e as empresas privadas. &lt;br /&gt;A forma como foram negociados os contratos de garantia das chamadas parcerias público privadas são desastrosos para o povo português e um escândalo que se tenta esconder, que originará encargos insuportáveis para o Estado e novas exigências a este povo já exausto financeiramente. &lt;br /&gt;A estas denúncias coloca de imediato a Comunicação Social situacionista, um chavão …. “populismo”. &lt;br /&gt;Pois então, Viva o Populismo e que surjam os Populistas…pois só através da denuncia de toda a mentira, poderão ser criadas condições para o renascimento do culto colectivo da Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6362706178679520342?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6362706178679520342/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/o-conluio-governo-e-gestores-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6362706178679520342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6362706178679520342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/o-conluio-governo-e-gestores-no.html' title='O conluio Governo e Gestores, no sacrifício do povo de Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6510099661922846525</id><published>2010-10-25T07:26:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T07:27:51.230-07:00</updated><title type='text'>Artigo (de se lhe tirar o chapéu) de jornal russo sobre Portugal</title><content type='html'>Source: Pravda.ru&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo liberal de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.&lt;br /&gt;E não é por eles serem portugueses. Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália.&lt;br /&gt;Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de má  gestão política que têm assolado o país desde anos 80.&lt;br /&gt;O objectivo? Para reduzir o défice. Porquê?&lt;br /&gt;Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?&lt;br /&gt;Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou sugar, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente,  controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da  União Europeia através da atribuição das notações de crédito.&lt;br /&gt;Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos?&lt;br /&gt;Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria.&lt;br /&gt;E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.&lt;br /&gt;Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê?&lt;br /&gt;O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável?&lt;br /&gt;Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram biliões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai  do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.&lt;br /&gt;A sua "política de betão" foi bem idealizada mas, como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.&lt;br /&gt;Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.&lt;br /&gt;O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.&lt;br /&gt;Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini,  Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem.&lt;br /&gt;Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. &lt;br /&gt;E ele é um dos melhores?&lt;br /&gt;Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanista, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates, um ex-Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados.&lt;br /&gt;Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação).&lt;br /&gt;E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. &lt;br /&gt;O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:&lt;br /&gt;Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%).&lt;br /&gt;Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%).&lt;br /&gt;Concordo com o sacrifício (1%)&lt;br /&gt;Um por cento! Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão. &lt;br /&gt;Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!!&lt;br /&gt;É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o  Governo  de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português.&lt;br /&gt;Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal ao PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas.&lt;br /&gt;Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos. &lt;br /&gt;Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha.&lt;br /&gt;Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Timothy Bancroft-Hinchey&lt;br /&gt;Pravda.Ru&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6510099661922846525?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6510099661922846525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/artigo-de-se-lhe-tirar-o-chapeu-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6510099661922846525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6510099661922846525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/artigo-de-se-lhe-tirar-o-chapeu-de.html' title='Artigo (de se lhe tirar o chapéu) de jornal russo sobre Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4375988797682983725</id><published>2010-10-19T06:44:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T06:47:36.970-07:00</updated><title type='text'>A Lucidez numa análise sobre a realidade do momento político.</title><content type='html'>De Rui Ramos partilho toda esta sua análise do actual momento político que se traduz por um dramatismo inaceitável e incompreensível, no que diz respeito ao Orçamento Geral do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Ao ver tantos antigos e prospectivos líderes do PSD em fila para ir convencer Passos Coelho a deixar Sócrates no poder, lembrei-me do mais dramático discurso que um presidente da república fez até hoje em Portugal. Foi a 30 de Setembro de 1974. Spínola veio à televisão revelar que estava iminente a bancarrota, o caos e uma ditadura comunista. E quando toda a gente esperava que o general anunciasse a exoneração do governo, o estado de sítio ou coisa assim, eis que ele participa ... a sua própria demissão. A elite suplente do PSD está na mesma. Brada que este governo não é de confiança, que perdeu o controle da despesa e que vai, com impostos, afogar a economia. Mas em vez de concluir que é urgente arranjar outro governo, que diminua o peso do Estado e crie um ambiente favorável ao investimento, ao trabalho e à poupança, ei-la a proclamar que o melhor é o PSD submeter-se - pela terceira vez num ano - à vontade de Sócrates, viabilizando, sem refilar, o orçamento nos termos do governo. Há razões para a viabilização? Há. A eleição presidencial, que impede uma transição rápida, é a melhor. Mas evitar a bancarrota? Essa já foi a história do PEC de Maio, com a bênção de Bruxelas - e eis onde chegámos. Há ainda quem preferisse aguardar por melhor ocasião para apear Sócrates. Mas quando é que, nos próximos anos, estará o país numa situação em que não seja uma “irresponsabilidade” derrubar o governo? Examinemos, porém, a perspectiva da bancarrota. Dizem-nos que significa descrédito, empobrecimento e governação estrangeira. E como estamos nós? Só o BCE nos empresta dinheiro, divergimos da Europa, e os PECs chegam de Bruxelas. Não haja ilusões: nenhuma simples exibição de “bom senso”, sem mais, fará os “mercados” esquecer que o Estado e o modo de vida em Portugal não condizem com a economia e a demografia. Essa é a questão. Para os mercados, já falimos. Só a alavancagem do país pelo BCE nos tem poupado à realidade. Mas Bruxelas exige agora, como contrapartida, um consenso orçamental. O governo, sempre hábil, viu logo a oportunidade de transformar o que deveria ter sido o seu próprio óbito, num meio de desacreditar a liderança do PSD, forçando-a a aceitar, sem discussão, a agressão fiscal de que discorda e que prometera rejeitar. É isso que está em causa. Vai Bruxelas - e, devido à alienação dos mercados, é de Bruxelas que devemos falar - punir o país se o PSD resistir? A oligarquia do regime, num curioso intervalo da habitual descontracção nacional, resolveu assumir que sim. A tensão deixou o PS e o PSD nervosos com os respectivos líderes. Não haver orçamento tem custos, mas haver, como simples imposição do governo, também. Para começar, o custo do saque fiscal que vai, mais uma vez, compensar a incapacidade governamental de conter as despesas. Depois, o custo político. Porque caso o PSD deixe passar a proposta nos termos que o governo exige (repito: nos termos que o governo exige), dificilmente voltará a ser, sob esta ou qualquer outra direcção, uma alternativa credível - sobretudo se ficar a impressão de que o drama desta semana foi afinal uma comédia. O regime arrisca-se, para segurar as mesadas do BCE, a perder a capacidade de gerar alternância. Acreditem: essas coisas também se pagam.» &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Ramos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4375988797682983725?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4375988797682983725/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/lucidez-numa-analise-sobre-realidade-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4375988797682983725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4375988797682983725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/lucidez-numa-analise-sobre-realidade-do.html' title='A Lucidez numa análise sobre a realidade do momento político.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-777887234509896622</id><published>2010-10-15T07:51:00.000-07:00</published><updated>2010-10-15T07:53:20.057-07:00</updated><title type='text'>A Ditadura das Finanças entra em Portugal pela mão do Partido Socialista</title><content type='html'>Esta semana é anunciada por alguns articulistas na Comunicação Social a transformação do sistema político nacional numa ditadura de características modernas.&lt;br /&gt;Portugal é mais um país sujeito à ditadura das Finanças.&lt;br /&gt;Um anúncio totalmente realista. &lt;br /&gt;Há três meses o nosso incrível Primeiro-Ministro, apresentava Portugal como o campeão da recuperação da crise entre os países da União, hoje a crise é a justificação para o mais violento ataque ao rendimento das famílias portuguesas. &lt;br /&gt;Sócrates mudou? Não, Sócrates foi obrigado a mudar.&lt;br /&gt;Assim o recomenda e pressionou a Comissão Europeia e assim o exigiu a Chanceler Alemã.&lt;br /&gt;Esta ditadura das Finanças é assim uma imposição externa … o antigo Reino de Portugal, está transformado num simples protectorado Alemão.&lt;br /&gt;Mas o mais grave é que com isso será obrigado ao rigor e à disciplina alemã, o que convenhamos nunca se adaptará muito à identidade do povo português.&lt;br /&gt;A exigência de rigor e disciplina é agora e por enquanto, apenas nas Contas Públicas.&lt;br /&gt;Impõem-nos hoje um Orçamento que não só penaliza fortemente todas as famílias portuguesas, como obriga ao virar da agulha em 180 graus da atitude política do Primeiro- Ministro e origina uma onda de pressão de situacionistas sobre do líder da oposição, que naturalmente acabará por ceder.&lt;br /&gt;Que importa as promessas de Sócrates de que não aumentaria os impostos e muitas outras, que importa a palavra de Passos Coelho num compromisso publico de que não viabilizaria o aumento da carga fiscal? Nada absolutamente nada, porque quem manda em Portugal, não são os portugueses.&lt;br /&gt;Os Partidos dominantes estão sujeitos totalmente à vontade externa, também o Presidente da República, incapaz de se assumir nas suas responsabilidades, abdicando dos seus poderes  constitucionais, deixando o país ser governado do exterior  e pelos seus agentes nacionais, que lamentavelmente são os partidos dominantes de um sistema que se afunda assim numa Ditadura das Finanças sob a batuta dos Comissários de Bruxelas. &lt;br /&gt;A adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia teve um argumento de peso que a União Europeia apagou. A defesa dum regime republicano e democrático parlamentar.&lt;br /&gt;Se este dramático Orçamento para 2011, resulta de uma pressão Alemã e da Comissão Europeia, o próximo Orçamento já será previamente aprovado pela União e muito provavelmente seremos obrigados ao abdicar da nossa soberania  Fiscal.&lt;br /&gt;O que restará então de soberania nacional?&lt;br /&gt;Esta ditadura das Finanças foi o resultado de uma louca caminhada de exageros que nos conduziu a um endividamento externo, público e privado insustentável.&lt;br /&gt;Agora as medidas são apenas para por na ordem as Contas Públicas e já vamos sofrer muito.&lt;br /&gt;Depois virão as medidas de contenção da dívida, porque será impossível dar garantias aos mercados e também à Alemanha apenas por esta via.&lt;br /&gt; Iremos sofrer muito mais.&lt;br /&gt;Todos somos já fantoches….o regime é uma fantochada. &lt;br /&gt;Um Presidente da Republica que nada pode ou quer fazer. &lt;br /&gt;Deputados que o único poder que têm, é o de sancionar as políticas que nos são impostas.&lt;br /&gt;Partidos políticos submissos e que demonstram a todo o povo português que não têm condições de assumir na atitude as suas próprias decisões, nem as soluções que propõem.&lt;br /&gt;Uma ditadura das Finanças, que conseguiu impor-se mantendo na aparência todas as estruturas das democracias.&lt;br /&gt;Uma nova originalidade portuguesa que resulta da indiferença dos portugueses para com a política, associada a um nível cultural dramaticamente fraco, a uma total ausência de consciência cívica e sentido de exigência colectivo, que permitiu a progressiva adulteração e subversão dos conceitos, dos valores e dos direitos.&lt;br /&gt;Neste período de 36 anos, passamos do sonho mobilizador e duma participação empenhada e activa, ao total alheamento colectivo.&lt;br /&gt;Passamos do sonho, ao início dum enorme e prolongado pesadelo.&lt;br /&gt;A doutrinação socialista dominante deste período, veio a originar o primeiro lugar no ranking das desigualdades sociais, de direitos e liberdades individuais entre os países da União.&lt;br /&gt;Veio a originar esta ditadura, que nos é apresentada através da mentira de uma crise que os outros já ultrapassaram, mas que justifica toda a irresponsabilidade e os gravíssimos comportamentos éticos de muitos aproveitadores de políticas desastrosas.&lt;br /&gt;A ditadura entra pela mão do Partido Socialista e pela eventual condescendência do Partido Social Democrata. &lt;br /&gt;Não será temporária como nos querem fazer crer, através da repetição de que é a crise mundial que a justifica…a verdadeira justificação é a incompetência governativa, a ausência de patriotismo, o sentido de serviço numa subserviência aos interesses particulares e estrangeiros. &lt;br /&gt;Obrigam-se a sacrifícios todo um povo em nome da fuga à responsabilização política e da continuação da oferta de privilégios imorais. &lt;br /&gt;Mas preserva-se toda a politica anterior … o endividamento continuará a crescer, até nos retirarem de vez o cartão de crédito, o consumo interno baixará e também as exportações…é o caminho do empobrecimento e da miséria que não preocupa minimamente os nossos mandantes internos e externos.&lt;br /&gt;Esta ditadura é bem mais desumana que as anteriores …  não tem rosto e apenas critérios de obediência financeira onde não têm lugar sentimentos.&lt;br /&gt;Como seria ainda tempo, se os portugueses tivessem a lucidez de entenderem este facto.&lt;br /&gt;Seria também muito útil que Passos Coelho tivesse perfil de líder e o PSD fizesse uma opção por Portugal.&lt;br /&gt;Não creio que vá ser assim e por consequência não vejo como através do actual sistema político poderemos lutar contra esta ditadura das finanças que toma a partir da aprovação do próximo Orçamento totalmente conta do nosso destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-777887234509896622?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/777887234509896622/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/ditadura-das-financas-entra-em-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/777887234509896622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/777887234509896622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/ditadura-das-financas-entra-em-portugal.html' title='A Ditadura das Finanças entra em Portugal pela mão do Partido Socialista'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3114917791912924514</id><published>2010-10-08T05:14:00.000-07:00</published><updated>2010-10-08T05:15:28.894-07:00</updated><title type='text'>A crise temida é o resultado da suspensão da democracia, que a República nos impõe.</title><content type='html'>A crise financeira internacional tem sido o argumento falacioso com que o Primeiro-Ministro tenta justificar a sua incompetência e a sua irresponsabilidade.&lt;br /&gt;Evitar uma crise política é o argumento com que o Presidente da República tenta desesperadamente salvar a pele e branquear a sua incapacidade política.&lt;br /&gt;A democracia está suspensa, pois não pode haver eleições antes de Maio. Daí o argumento de Cavaco Silva.&lt;br /&gt; A República através da sua Constituição criou estes momentos de suspensão do exercício da democracia, impedindo as eleições em períodos pré eleitorais para a Presidência da República.&lt;br /&gt;A crise portuguesa que é genuinamente nacional, veio agora demonstrar esta incongruência do regime republicano.&lt;br /&gt;Não pode haver crise porque a democracia está suspensa. Os partidos terão de ser responsáveis e aceitar (mesmo discordando frontalmente das soluções) o entendimento forçado. &lt;br /&gt;O Presidente da Republica que á um ano deu posse a um Governo minoritário e assim avalisou uma solução de governação manifestamente incipiente para a grave situação que o mais alto magistrado já conhecia, vem agora através da insistência discursiva fazer apelos ao consenso nacional e há responsabilidade de todos os partidos.&lt;br /&gt;Uma desastrosa demonstração pública da contradição do Presidente da Republica entre a atitude e o discurso.&lt;br /&gt;A impunidade face à responsabilidade política fica assim totalmente protegida, pelo menos por mais algum tempo….o importante é salvar este regime e todos os agentes se unirão nesse objectivo.&lt;br /&gt;Todos os partidos deste regime oligárquico, todos os privilegiados que partilham as benesses e mordomias de políticas injustas, sob a capa discursiva de ideologias do passado e sonhos irrealistas, se unem para tentar mobilizar os portugueses a entrar num buraco negro que eles próprios criaram.&lt;br /&gt;Todos os portugueses estão assim a ser empurrados para um buraco negro, que em sucção em espiral, vai apagar o sonho da liberdade e muitos dos direitos adquiridos.&lt;br /&gt;Os que tentam hoje em desespero salvar este regime obsoleto que claramente falhou no seu objectivo essencial…levar os portugueses a terem níveis de vida e vivência semelhantes aos dos outros países europeus… pretendem apenas salvar-se e não serem responsabilizados.&lt;br /&gt;Portugal não tem a tradição de revoluções populares, a ultima e excepção, foi já quase há dois séculos a que chamaram de Maria da Fonte. Portugal tem a tradição de revoluções não anunciadas ou previsíveis, que acontecem em consequência do apodrecimento dos regimes vigentes.&lt;br /&gt;Critica-se o estádio de indiferença do povo …pois foi sempre essa generalizada indiferença que sustentou as revoluções.&lt;br /&gt;Tudo sempre acontece pela arrogância elites políticas, incapazes de compreenderem a sabedoria popular e este simples facto histórico…Portugal é uma Nação antiga onde estão enraizados valores e identidades, que a Republica nunca quis aceitar, sequer compreender.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3114917791912924514?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3114917791912924514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/crise-temida-e-o-resultado-da-suspensao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3114917791912924514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3114917791912924514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/crise-temida-e-o-resultado-da-suspensao.html' title='A crise temida é o resultado da suspensão da democracia, que a República nos impõe.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3675613224219700753</id><published>2010-10-01T02:03:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T02:05:44.589-07:00</updated><title type='text'>Comemoração do centenário. De que se orgulham os republicanos?</title><content type='html'>Uma comemoração pública só tem sentido, quando enaltece um acto ou uma época, que orgulha e honra uma população. &lt;br /&gt;Olhando para o acto da Revolução de 1910 e para os cem anos da República, pergunto…de que se honram e orgulham os republicanos?&lt;br /&gt;A génese da República foi o Regicídio, o assassínio frio e ignóbil, do Rei D. Carlos I e de seu filho primogénito o Príncipe herdeiro D. Luís Filipe. &lt;br /&gt;A prática do assassínio político que permitiu a sua instituição, consolidou-se como uma prática republicana, que esteve sempre presente quando foi necessário eliminar os políticos mais carismáticos e populares, ou seja, aqueles que poderiam originar verdadeiras mudanças. &lt;br /&gt;Sidónio Pais foi a primeira vítima. O seu assassinato marca definitivamente a 1ª República e condiciona radicalmente a sua evolução.&lt;br /&gt;A 2ª República, repete a prática com o assassinato de Umberto Delgado.&lt;br /&gt;A 3ª República mantém a prática com  Camarate e a morte de Sá Carneiro, que a propaganda  republicana, rapidamente quis fazer acreditar que se tratou de um acidente.&lt;br /&gt;As datas das mortes destes líderes populares, destes agentes da mudança ansiada, não irão ser recordadas durante as comemorações do centenário, porque não são dignificantes para o regime, apesar de representarem uma prática de actuação que foi uma constante e de serem momentos determinantes da história dos últimos cem anos.&lt;br /&gt;Mas que outros factos se passaram, que possam honrar e estimular o orgulho dos portugueses?&lt;br /&gt;Não será certamente, o abate em Praça Pública dos opositores ao regime durante a 1ª Republica, nem a sua instabilidade política, que originou a miséria da população. &lt;br /&gt;Tão pouco a nossa participação na 1ª Guerra Mundial, em que os soldados portugueses foram carne para canhão ou sujeitos a tarefas, que os outros aliados não queriam executar.&lt;br /&gt;Também não deve ser das prisões do Tarrafal, de Peniche ou de Caxias, onde a 2ª República encerrava os mais destemidos opositores.&lt;br /&gt; Talvez seja da neutralidade que nos livrou de participar na 2ª Guerra Mundial, mas que teve consequências dramáticas no nosso isolamento económico e originou toda uma enorme onda de emigração. &lt;br /&gt;Mas não creio, que seja pela inglória Guerra Colonial, pela entrega das Províncias, pela destruição do Império. &lt;br /&gt;Não é certamente motivo de orgulho para qualquer português a “descolonização exemplar”, que levou ao abandono de muitas centenas de milhares de portugueses e do seu património, que originou guerras civis em Angola, Moçambique, Guiné e Timor.&lt;br /&gt;Tentará a propaganda republicana encontrar nos últimos anos uma razão que orgulhe os portugueses.&lt;br /&gt; As comemorações do centenário da República só têm como finalidade serem uma tentativa desesperada de salvação da agonia que sofre a 3ª República. &lt;br /&gt;O sonho de liberdade e de democracia que o 25 de Abril transmitiu aos portugueses, está hoje desfeito por uma Oligarquia partidária, que se apoderou do regime e que o bloqueou ao ponto de mais de 70% do eleitorado português, já não se rever neste regime. &lt;br /&gt;A corrupção e a suspeição a todos os níveis da sociedade portuguesa, desde a política ao desporto, são um sinal inequívoco desta agonia. &lt;br /&gt;O Estado democrático de direito, não passa de uma mentira da propaganda, porque a Justiça não funciona, porque há privilégios dos políticos perante a Lei, porque o Estado persegue as empresas e os cidadãos numa ânsia de receita pública e não paga as suas dívidas como pessoa de bem.&lt;br /&gt; Um regime que obriga, que pressiona, que exige, de todos nós, mas que é incapaz de dar resposta adequada, às mais elementares necessidades como a saúde e a educação. &lt;br /&gt;Este Estado Republicano que assume o privilégio de todos termos para com ele uma obrigação permanente, que se arroga em substituto da função educadora das famílias, mas que não respeita, nem acarinha os portugueses nos momentos de crise, acentuando a sua frieza de atitudes e a mentira, na sua tentativa de auto justificação formal.&lt;br /&gt;As comemorações do centenário da República não poderão ser nada que possa enaltecer ou fomentar o nosso orgulho como portugueses, simplesmente actos formais. &lt;br /&gt;O orgulho é essencial para a preservação e progresso de qualquer Nação, a República não tem, nem motivos nem capacidade, para estimular os portugueses.&lt;br /&gt;A própria personalidade do actual Chefe de Estado, é representativa da agonia da republicana. Sem cultura e carisma suficiente para o cargo, ele nem sequer sabe sorrir … um tecnocrata que considera todos os portugueses como um número, que integra uma complicada equação Keyneziana, que na sua presunção só ele sabe resolver.&lt;br /&gt;Só com um novo e forte estímulo, será possível fazer ressuscitar o orgulho português.&lt;br /&gt; Os últimos cem anos da nossa história, não nos transmitem essa motivação. &lt;br /&gt;Só outra herança, que pode dar esse contributo decisivo, é relembrar e assumir, que somos os herdeiros, do mais heróico e glorioso Reino da História Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3675613224219700753?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3675613224219700753/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/comemoracao-do-centenario-de-que-se.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3675613224219700753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3675613224219700753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/10/comemoracao-do-centenario-de-que-se.html' title='Comemoração do centenário. De que se orgulham os republicanos?'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4380610565761129276</id><published>2010-09-27T12:02:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T12:03:56.343-07:00</updated><title type='text'>Meditação sobre o comportamento actual dos portugueses</title><content type='html'>Se na educação de nossos filhos não lhes incutirmos as prioridades do dever, do respeito, do cumprimento das responsabilidades, do esforço para vencer, da sua valorização pessoal, da honestidade, da sinceridade, da verdade e formos permissivos à indolência, à satisfação de caprichos, aos benefícios sem esforço, que expectativa poderemos ter para o seu futuro?&lt;br /&gt; Não terá sido esta a mensagem generalizada e banalizada que foi transmitida à sociedade portuguesa nos últimos 36 anos?&lt;br /&gt;Como querer agora que haja sentido das responsabilidades e da exigência?&lt;br /&gt;Como alterar o benefício sem esforço?&lt;br /&gt;Como mobilizar a vontade para o mérito e rigor?&lt;br /&gt;Como exigir a mudança indispensável através do esforço colectivo?&lt;br /&gt;Como readquirir o sentido da responsabilidade individual e colectiva, do dever e das obrigações para com a sociedade e para com a Pátria?&lt;br /&gt;Muitos dos benefícios adquiridos mostram-se hoje incomportáveis…vivemos acima das nossas  possibilidades…vivemos na ilusão do impossível.&lt;br /&gt;O povo português conhece bem esta realidade. O corte das benesses vai ser progressivo…há que aproveitar enquanto dura.&lt;br /&gt;Esta é a realidade que induz a esta inércia colectiva perante o descalabro da governação.&lt;br /&gt;Para manter esta postura preferem a maioria dos portugueses não conhecer a realidade e sobretudo não ouvir a mensagem dura do futuro que lhes está reservado ou para seus filhos ou netos.&lt;br /&gt;Os governos e a comunicação social favorece este estado de alma porque convém.&lt;br /&gt;É a mensagem do povo de brandos costumes e a crónica alienação futebolística e novelística.&lt;br /&gt;Egoísmo colectivo, porque para manter este nível de benefícios cada vez comprometemos mais o futuro das gerações seguintes.&lt;br /&gt;Tapam-se os ouvidos, fecham-se os olhos…apenas os que atingem mais rapidamente os níveis da miséria e da fome ou a ansiedade do desemprego passam a estar alarmados.&lt;br /&gt;A maioria ainda está no estádio anterior. Formatada para ser dócil e obediente, sem formação para assumir a luta e o sentido da exigência.&lt;br /&gt;Um povo anestesiado e indiferente ao drama que iremos começar a viver.&lt;br /&gt;Não há uma elite de referência e com suficiente influência capaz de promover a reacção.&lt;br /&gt;As elites são fracas e também elas foram formatadas no mesmo ambiente.&lt;br /&gt; Outros beneficiam escandalosamente deste sistema indiferentes aos dramas humanos, sem qualquer rasgo de sentimento patriótico, muitos deles usando a falsidade do discurso da igualdade.&lt;br /&gt;Será alarmismo?&lt;br /&gt;Não, um país que se distingue de todos os demais, por há mais de uma década, se manter em estagnação económica e que se afirma no caminho da decadência dos valores e da perda de soberania, está claramente a condenar a sua existência e o bem-estar dos seus filhos.&lt;br /&gt;Mudar só será possível, por uma radical mudança de atitude de muitos de nós, dos mais conscientes e dos mais patriotas.&lt;br /&gt;Não será possível uma mudança de rumo que salvaguarde o nosso futuro como povo livre e independente, sem uma mudança de regime e de sistema.&lt;br /&gt;Este será o desafio dos conscientes e patriotas.&lt;br /&gt;Deles exige-se uma atitude determinada.&lt;br /&gt;Que apareçam, que se juntem e que se afirmem.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4380610565761129276?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4380610565761129276/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/09/meditacao-sobre-o-comportamento-actual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4380610565761129276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4380610565761129276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/09/meditacao-sobre-o-comportamento-actual.html' title='Meditação sobre o comportamento actual dos portugueses'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5485809475592845245</id><published>2010-09-08T11:23:00.000-07:00</published><updated>2010-09-08T11:33:45.850-07:00</updated><title type='text'>O direito há impunidade. Uma originalidade portuguesa.</title><content type='html'>Em Portugal desenvolveu-se política e socialmente uma verdadeira pandemia dos direitos e uma aversão colectiva aos deveres.&lt;br /&gt;Mas há os direitos que são privilégio de apenas alguns e uma cultura da obediência e de ausência de contestação ou de revolta.&lt;br /&gt;Em teoria todos somos iguais perante a Lei e todos temos os mesmos deveres perante a sociedade. Mas isto não é assim no que respeita à Justiça.&lt;br /&gt;Uma Justiça que beneficia os que podem suportar financeiramente a sua morosidade e que por esse facto oferece privilégios a alguns e descrimina a maioria.&lt;br /&gt;Em Portugal a Justiça penal é indutora das desigualdades na questão fundamental dos deveres de cada um perante a sociedade.&lt;br /&gt;Recentemente os portugueses foram confrontados com situações que dificilmente poderão entender. Situações que abalam definitivamente a credibilidade da Justiça nacional e a respeitabilidade dos Tribunais.&lt;br /&gt;Condenados a prisão efectiva por Tribunais dão conferências de imprensa após as sentenças e com a arrogância natural de quem está protegido pela IMPUNIDADE.&lt;br /&gt;A Impunidade assume assim o carácter de direito.&lt;br /&gt;Foi isto que aconteceu com a condenação de Isaltino de Morais e agora com Carlos Cruz.&lt;br /&gt;O direito de recurso perante uma sentença de um Tribunal não poderia dar lugar ao não cumprimento imediato da pena sentenciada.&lt;br /&gt;A questão é obviamente jurídica e não faltarão juristas que defendam com brilhantes argumentos o contrário. Mas antes de mais é uma importante questão social e como tal a minha convicção é de que estamos a abastardar e a corroer nos seus alicerces o Estado de Direito, se às sentenças não se derem cumprimento imediato. &lt;br /&gt;A impunidade de alguns é o sentimento que fica generalizado na população.&lt;br /&gt; É também o sentimento de convicção que origina a arrogância de condenados, que permite toda esta triste e lamentável acusação pública de Juízes e de irregularidades de Julgamento, feita por quem foi condenado por crimes.&lt;br /&gt;Este sentimento de impunidade associado ao de privilégios é uma realidade lamentável na actual sociedade portuguesa. &lt;br /&gt;O respeito e a eficácia das decisões de qualquer Tribunal, terá de ser uma firme exigência da sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5485809475592845245?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5485809475592845245/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/09/o-direito-impunidade-uma-originalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5485809475592845245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5485809475592845245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/09/o-direito-impunidade-uma-originalidade.html' title='O direito há impunidade. Uma originalidade portuguesa.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-239440879450529402</id><published>2010-07-25T05:14:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T05:15:28.291-07:00</updated><title type='text'>Sair da União Europeia: uma urgência política e uma necessidade estratégica</title><content type='html'>Por João José Brandão Ferreira&lt;br /&gt;       TCor/Pilav(Ref)&lt;br /&gt;“Por um lado nos cerca o mar e por outro temos muro no reino de Castela”.&lt;br /&gt;Zurara&lt;br /&gt;Já tenho afirmado e escrito que Portugal deve começar a preparar a saída da União Europeia (UE).&lt;br /&gt;As razões que sustentam tal posição derivam da eventual evolução daquela mal definida organização internacionalista, em termos de Ciência Política e do Direito Internacional. Qualquer que seja.&lt;br /&gt;Divisam-se, basicamente, três cenários futuros: no primeiro, a UE fica a patinar no estado em que está e apodrece devagarinho, e nós apodrecemos com ela; no segundo cenário há uma fuga para a frente, caminhando-se rapidamente para o federalismo e o governo único da União. Caminho difícil e cheio de escolhos que, a construir-se, levará, naturalmente, ao desaparecimento do estado português, primeiro, e ao despedaçar-se da nação, depois; finalmente a UE implode – o que é cada vez mais verossímil – e fica tudo partido em cacos, resultando o salve-se quem puder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer dos três cenários, porém, e a prosseguir-se a politica de submissão, funesta e suicidária que temos seguido relativamente à Espanha, esta passará a colonizar-nos, já que ficaremos “submersos” por ela e sem defesas. Lembre-se Zurara... E para quem minimiza este perigo devido ao facto das autonomias do reino vizinho estarem a partir a Espanha, nós replicamos três coisas: que as convulsões do outro lado da fronteira são boas enquanto ficam do lado de lá e não nos chamuscam; que uma implosão da UE pode obrigar a uma mais forte atracção do centripetismo de Madrid e que a velha Castela, se se vir amputada de alguma “província” pode (como já aconteceu), olhar para nós como “compensação”...&lt;br /&gt;Não se interprete mal: não estamos a defender a saída já, da UE, pelo simples facto de não se dever deitar um edifício abaixo, sem ter alternativa. Já nos chegou a “descolonização exemplar”... &lt;br /&gt;As alternativas levam tempo a serem criadas, por isso já estamos atrasados. Especialmente por, imprudentemente, nos termos atirado de cabeça para a UE, perdão a CEE, como se ela fosse uma nova árvore das patacas que durasse eternamente!&lt;br /&gt;Ao contrário do que um largo contingente de notáveis idealizou, no que foi seguido por uma enorme quantidade de cortesãos, olhar para os Pirenéus e virar as costas ao mar, resultou num erro político/estratégico de monta, que um conhecimento mínimo da História e da Geopolítica portuguesa teria evitado. &lt;br /&gt;De facto a janela de liberdade e de oportunidade é justamente o Mar, o mar largo, o oceano a perder de vista. Por isso nós temos de o olhar de frente. Não direi que devemos voltar as costas à terra. Nós devemos olhá-la também de frente, pois de lá sempre nos vieram ameaças e algumas (poucas) oportunidades. Devemos estar em guarda relativamente às primeiras e em atitude de falcão (para lhes cair em cima), quanto às segundas. &lt;br /&gt;Espaldas com espaldas, é assim, a posição a adoptar pelos portugueses…&lt;br /&gt;A nossa política e estratégia deve ser ambiciosa. Nós deveremos “construir” e projectar três triângulos estratégicos: o que já temos entre o Continente, os Açores e a Madeira; um outro, invertido, definido pela Madeira, Açores e Cabo Verde; e um terceiro que unisse este último arquipélago, Angola e o Brasil.&lt;br /&gt;O fulcro de tudo isto seria a CPLP e a criação de uma zona de segurança lusófona no Atlântico Central e Sul. Para a CPLP vingar é necessário ter uma política e meios financeiros adequados. Para a CPLP vingar é necessário que o Brasil a lidere e que nós sejamos inteligentes e pragmáticos. Ou seja, devemos assumir com o Brasil aquilo que os ingleses fazem com os EUA na NATO: estes dão os meios, a tecnologia, o armamento, os outros a doutrina.&lt;br /&gt;O obstáculo a isto chama-se MPLA. Há que encontrar uma estratégia para lhe fazer face.&lt;br /&gt;A CPLP deve, ainda, apostar nas fronteiras do futuro, isto é, o fundo dos mares, o espaço e a Antárctida (quanto ao Árctico estamos conversados...).&lt;br /&gt;Os outros dois vectores em que a alternativa portuguesa se deve basear, são as relações bilaterais com os EUA (explorando a importância dos Açores e a mobilização da comunidade luso-americana) e concorrermos, moderadamente, com a Espanha, na América Latina.&lt;br /&gt;No mais, devemos intensificar as centenárias boas relações com o Japão, a Tailândia,a Abissínia, etc., bem como as excelentes relações que temos com Marrocos desde o Tratado de Paz de 1774. O Norte de África, onde temos a pouco e pouco, estabelecido alguns negócios e influencia (Tunísia, Argélia), é importante pois temos de garantir a segurança no Mediterrâneo Ocidental, que é parte do nosso espaço de interesse estratégico de defesa.&lt;br /&gt;Sem embargo, a grande aposta para o desenvolvimento económico do país devem ser os recursos da ZEE e os da provável extensão da plataforma continental, o que nos alargará o território submerso para cerca de três milhões de Km2.&lt;br /&gt;Ora, esta é uma outra razão poderosa para sairmos da UE: é que o Tratado de Lisboa, tão vitoriado com foguetes e “porreiros pá”, ao passar para Bruxelas a gestão de todos os recursos vivos (para já estes) da zona económica exclusiva, vai tirar-nos quase todas as hipóteses de os explorarmos. Ou seja vamos ser esbulhados!&lt;br /&gt;Para tudo isto – que, como compreenderão, não se pode desenvolver num curto artigo – são precisos políticos sagazes e patriotas, excelentes diplomatas, um aparelho militar muito afinado e empresários capazes, muito diferentes daqueles que se armam em “donos” e/ou delapidam os fundos de apoio em ferraris e yates… E, como é óbvio, não teremos nada disto se a escola continuar a ser incompetente em formar cidadãos completos, sérios, de mente sã em corpo são e não seja um pântano de burocracia, facilitismo e experiências pedagógicas delirantes. Nós somos poucos (a demografia negativa é outro problema gravíssimo!), por isso temos de ser muito bons, versáteis e bem organizados, para podermos sobreviver e, sobrevivendo, ter alguma qualidade de vida.&lt;br /&gt;Nada se conseguirá fazer, porém, se não reformarmos de alto a baixo o nosso sistema político e conseguirmos formar e escolher gente de qualidade e com as características apropriadas para ocupar os diferentes lugares de comando e chefia, aos vários níveis, da sociedade. &lt;br /&gt;Mas isso já é outra história.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-239440879450529402?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/239440879450529402/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/sair-da-uniao-europeia-uma-urgencia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/239440879450529402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/239440879450529402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/sair-da-uniao-europeia-uma-urgencia.html' title='Sair da União Europeia: uma urgência política e uma necessidade estratégica'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-341568962619062105</id><published>2010-07-14T14:33:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T14:34:31.882-07:00</updated><title type='text'>Portugal de hoje, país sem estratégia.</title><content type='html'>Toda a política nacional se processa sem perspectiva estratégica.&lt;br /&gt;A União Europeia representa para o Portugal de hoje, a única via possível. Este é o rumo exclusivo que os partidos dominantes impõem a um país com nove séculos de história.&lt;br /&gt;Para o PS e PSD, a União Europeia é a única via possível de viabilidade futura de Portugal e não admitem discussão sobre esta matéria.&lt;br /&gt;O mundo para este Portugal “politicamente correcto” é a Europa, o nosso espaço natural como dizem, na sua permanente campanha de propaganda e controlo das consciências.&lt;br /&gt;A crise que nos afecta, é Mundial. Se neste ano de 2010 o nosso desenvolvimento não consegue ultrapassar a medíocre performance do 1% de crescimento, logo temos a sua exclusiva comparação com os outros países da Europa e com média de crescimento europeia.&lt;br /&gt;A Europa não consegue acompanhar o ritmo actual do desenvolvimento mundial que se aproxima já dos 5%. Mas isso não é noticiado, porque não convém.&lt;br /&gt;Esta Europa velha, dominada por ideologias do passado, acreditou que poderia acompanhar o ritmo das novas potencias emergentes e até que lhes poderia impor o seu sistema politico.&lt;br /&gt;Uma Europa sem identidade cultural e histórica, que progressivamente se afasta mais dessa ténue identidade através da ansiedade de alargamento, que baseia toda a sua unidade no interesse mercantilista, mas que simultaneamente insiste na preservação impossível, dos Estados providência, do bem-estar sem esforço, na teoria da economia social de mercado.&lt;br /&gt;Uma União mercantilista, que insiste em querer ser uma União política, mas que para avançar nesse caminho teve e terá cada vez mais de acentuar o seu já gravíssimo deficit democrático.&lt;br /&gt;Uma União que nestas condições só poderá originar um progressivo deficit de qualidade politica e uma progressiva dinâmica de reforço dos nacionalismos ou então da dominância de alguns países e a cedência da soberania de muitos outros.&lt;br /&gt;Uma União fraca politicamente e mercantilista na sua essência doutrinária, em que o reforço dos poderes de uma Comissão não eleita, passam por ser facilmente dominados através dos interesses organizados do mercado mundial.&lt;br /&gt;Poucos são os povos dos diversos países desta União, que acreditam neste projecto.&lt;br /&gt;A média da abstenção nas últimas eleições europeias ultrapassou os 60%.&lt;br /&gt;O projecto político da União Europeia está hoje a ser impulsionado pelos interesses mercantilistas e financeiros, onde a vontade e colaboração das populações foi dispensada e a sua revolta contida através da mentira que todos sabem ser insustentável, de manter a politica do proteccionismo social e do bem-estar, numa dinâmica económica global.&lt;br /&gt;Portugal está fixo nesta perspectiva insustentável.&lt;br /&gt;Alguns arremessos inconsistentes de outras mensagens já aparecem pronunciadas timidamente por quem as deveria assumir porque tem responsabilidades.&lt;br /&gt;O Presidente da Republica fala do mar e da nossa vocação atlântica, mas não tem estatuto de figura política para reverter uma situação dramática de dissolvência nacional.&lt;br /&gt;No actual regime político quem manda são os partidos dominantes e esses estão ao serviço dos interesses das suas filiações internacionais e daqueles que aparentemente dominam o mundo na actualidade.&lt;br /&gt;Políticos marionetes, que nos enganam, que nos esmagam financeiramente e assim nos dominam.&lt;br /&gt;Não temos alternativa e esta é a mais grave mentira.&lt;br /&gt;Somos pequenos e esta é a falácia que nos engana.&lt;br /&gt;Os ciclos da história têm sempre o seu declínio originados pela decadência das sociedades.&lt;br /&gt;Os portugueses são o mais antigo povo da história moderna da Europa. &lt;br /&gt;A sabedoria popular portuguesa será a nossa grande arma e Portugal por ter essa enorme riqueza, que é o seu povo, tem um desígnio marcado que irá cumprir.&lt;br /&gt;Portugal e os portugueses não têm como vocação esta triste tentativa de adaptação a um mundo construído por outros.&lt;br /&gt;Somos diferentes e encontraremos a nossa missão, que cumpriremos com a dignidade que a nossa referência histórica nos imporá.&lt;br /&gt;É no reencontro com nossa identidade, que encontraremos a solução para Portugal.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-341568962619062105?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/341568962619062105/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/portugal-de-hoje-pais-sem-estrategia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/341568962619062105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/341568962619062105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/portugal-de-hoje-pais-sem-estrategia.html' title='Portugal de hoje, país sem estratégia.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3151836514815501866</id><published>2010-07-05T08:07:00.000-07:00</published><updated>2010-07-05T08:08:09.961-07:00</updated><title type='text'>As próximas eleições presidências. Escolhas do passado, o bloqueio ao futuro.</title><content type='html'>As próximas eleições presidenciais representam hoje um factor de bloqueio, que origina a manutenção de um Governo de gestão e impede soluções alternativas de governação.&lt;br /&gt;O actual Presidente da Republica é assim o principal interessado na manutenção de um Governo, que manifestamente não tem qualquer condição de exercício da função exigível num momento de crise. A incapacidade governamental é cada vez mais evidente e perante essa inércia e incapacidade, os portugueses são confrontados com penalizações gravíssimas nos seus rendimentos e nas suas perspectivas de futuro.&lt;br /&gt;As próximas eleições presidenciais irão ser um marco decisivo, onde o eleitorado português será chamado a tomar uma decisão fundamental e talvez definitiva, perante o dilema de um caminho de mudança ou da grave divisão da sociedade portuguesa e dos conflitos sociais e políticos.&lt;br /&gt;Em nenhum momento após a revolução de Abril e a aprovação da Constituição de 76, estivemos perante uma eleição presidencial que expressasse tão claramente os inconvenientes democráticos da doutrina republicana.&lt;br /&gt;A proximidade de uma eleição presidencial está a inviabilizar uma mudança atempada de uma governação aceitável e minimamente adaptada às circunstâncias.&lt;br /&gt;Os resultados possíveis das próximas eleições presidenciais, terão sempre como consequência uma divisão acentuada da sociedade face às candidaturas que se irão apresentar.&lt;br /&gt;As candidaturas de Fernando Nobre, de Pinto Coelho ou do candidato do PCP, têm apenas o significado politico de manobras de dispersão, motivadas respectivamente pela ingenuidade, pelo radicalismo e pela fixação ideológica estratificada, que não terão outra consequência que não seja a da cativação para a preservação do regime de algumas franjas eleitorais de descontentamento.&lt;br /&gt;Manuel Alegre pelas suas condutas políticas do passado e pelo seu perfil moral e político, nunca poderá deixar de ocasionar uma fractura irremediável da sociedade.&lt;br /&gt;Cavaco Silva para ser eleito terá de provocar uma radical mudança da postura tradicional do eleitorado português. &lt;br /&gt;Os portugueses sempre votaram nas presidenciais em compensação com as maiorias parlamentares. &lt;br /&gt;A tese politica uma maioria e um Presidente sempre foi rejeitada pelos portugueses.&lt;br /&gt; Agora se Cavaco for eleito, como reagirão os portugueses? Passarão a aceitar a tese sempre rejeitada e poderemos visionar uma alternativa governamental ou manterão a sua postura tradicional e a eleição de Cavaco Silva será a forma de consolidar o governo socialista?&lt;br /&gt;O espectro dos resultados desta eleição presidencial será sempre de uma acentuada divisão ou de uma condicionante grave, ao encontro de uma estabilidade governativa.&lt;br /&gt;O actual regime está assim encurralado, daí a importância transcendente do actual momento e destas eleições presidenciais.&lt;br /&gt;O descontentamento generalizado e a insegurança face ao futuro, pode originar uma outra mensagem do eleitorado. &lt;br /&gt;A abstenção poderá atingir níveis superiores a 50% dos votos expressos.&lt;br /&gt;Esta mensagem possível, só poderia vir a ser interpretada como uma rejeição face ao regime e uma exigência de mudança.&lt;br /&gt;Para todos os portugueses que não se revêem no actual sistema e no actual regime, as próximas eleições presidenciais representam assim a oportunidade de iniciar o caminho de rotura e de mudança.&lt;br /&gt;A probabilidade de acontecer uma circunstância desta natureza é elevada, por motivação da actual descrença popular e alheamento, muito mais do que por acção de inconformismo.&lt;br /&gt;Com um resultado eleitoral desta natureza, na qual um Presidente da Republica seja eleito através de uma eleição em que os votos expressos não representam a maioria do eleitorado, é a sua legitimidade que estará posta em causa. &lt;br /&gt;É como se a eleição fosse realizada sem o quórum exigível.&lt;br /&gt;É o regime que fica com a sua legitimidade ferida de morte e perante a afirmação inequívoca de uma exigência de mudança do povo português.&lt;br /&gt;O que tem muita probabilidade de acontecer é assim uma revolução pacífica, promovida pela atitude possível do povo português e não pelo confronto da luta política.&lt;br /&gt;Será a derrota do regime e não a vitória dos seus adversários.&lt;br /&gt;Tal como na Lusitânea, dominada pelos Romanos.&lt;br /&gt;Os Lusitanos não cumpriam simplesmente as regras que lhes eram impostas e sem contestarem na luta levaram o Imperador romano a reconhecer…”lá para a Ibéria há um povo que não se governa, nem se deixa governar.”&lt;br /&gt;Mas esse povo sobreviveu, construiu um Reino e dez séculos depois ainda preserva uma identidade.&lt;br /&gt;Talvez seja agora a oportunidade desse povo, escolher uma forma de organização governativa um pouco mais adaptada a essa sua identidade.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3151836514815501866?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3151836514815501866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/as-proximas-eleicoes-presidencias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3151836514815501866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3151836514815501866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/as-proximas-eleicoes-presidencias.html' title='As próximas eleições presidências. Escolhas do passado, o bloqueio ao futuro.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7415057709694839773</id><published>2010-07-01T03:59:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T04:02:23.107-07:00</updated><title type='text'>"Mais Europa" significa menos Portugal.</title><content type='html'>A “ESCOLA” GEOPOLÍTICA PORTUGUESA E A U.E.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de: João José Brandão Ferreira&lt;br /&gt;                                                                                                TCor/Pilav(Ref)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13/06/10&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            Em Portugal temos muita dificuldade em racionalizar conceitos, por isso raro os enunciamos.&lt;br /&gt;            Nós não discutimos a vida, limitamo-nos a vivê-la. Não nos preocupamos com fins nem com princípios. Resolvemos a coisa entre uns pires de caracóis e uma imperial fresquinha. Pelo meio exalamos frases de profundo sentido como “a vida são dois dias”; “ele é que a sabe toda”; “essa é que é essa”, etc. E há sempre um que atira, “olha-me aquela gaja”. Bom, até este último arrobo de marialvismo, parece ter os dias contados…&lt;br /&gt;            Será que fomos sempre assim? Que eventos históricos nos moldaram? &lt;br /&gt;            No princípio do século XV, estando as fronteiras estabilizadas, a crise político/dinástica resolvida, o estado forte e a nação “formatada” e unida, pôs-se a questão da consolidação/expansão do país. Uma era corolário da outra e vice-versa.&lt;br /&gt;            Confrontados com a realidade geopolítica -  que configura até hoje e sempre, uma ditadura geográfica – a elite política portuguesa decidiu atacar Ceuta. Um lote apreciável de razões ditou a ida. A alternativa seria progredir pela Andaluzia em direcção a Granada, mas tal foi considerado perigoso, pois aquele território era considerado zona de expansão natural de Castela e nós dificilmente nos aguentaríamos com tal poder, que sempre foi superior ao nosso. Para equilibrar as coisas foi-se mantendo a Aliança Inglesa (estabelecida em 1373) … até hoje.&lt;br /&gt;            Com o pé em Ceuta foi-se, naturalmente, costa abaixo e mar adentro.&lt;br /&gt;            Com a Europa do Centro, Sul e Norte, nomeadamente as zonas costeiras, mantinhamos um progressivo comércio desde o século XII e também uma estreita ligação à Borgonha – donde nos tinha vindo o Conde Henrique, os monges de Cister e o apoio de S. Bernardo de Claraval, para a Reconquista, a implementação da Ordem do Templo e para a própria independência. &lt;br /&gt;Estas relações com a Borgonha tiveram notável incremento quando a Infanta Isabel, filha de D. João I casou com o Duque da Borgonha, em 1430. Também, no século XV, se tentou estreitar os laços com o Imperador da Alemanha, não só por razões de comércio (e troca de saberes) mas,outrosim, para obter apoios político/diplomáticos que nos defendessem da França e dos poderes peninsulares.&lt;br /&gt;            Ora estas duas vertentes, ir para o Centro da Europa ou para o Sul, Atlântico e Norte de África, vieram a focalizar-se em dois príncipes da Casa Real Portuguesa: D. Pedro, o das sete partidas e D. Henrique, o navegador. &lt;br /&gt;            Em termos modernos pode dizer-se que estes dois homens deram origem a dois conceitos ou duas escolas de geopolítica portuguesas que em termos sucintos se podem enunciar da seguinte maneira: D. Pedro privilegiava as relações com a Europa culta e mais rica (ele tinha visitado os principais reinos europeus durante três anos…), embora não se opusesse à exploração do Atlântico, sobretudo o central. Opunha-se, no entanto a um grande esforço no norte de África, onde não vislumbrava uma mais valia em termos de custo/eficácia. &lt;br /&gt;            D. Henrique, não se opunha às relações com a Europa, sobretudo em termos de comercio,embora defendesse a neutralidade nas disputas europeias, mas estava muito empenhado na luta do norte de África, que encarava como a continuação da Cruzada e nas navegações costa africana abaixo e na colonização dos arquipélagos atlânticos. A isto não seria estranho, por certo, o facto de ser administrador da Ordem de Cristo e dever ter em conta os seus objectivos político-religiosos. Foi assim que o plano para se chegar ao Reino de Prestes João e à Índia começou a tomar forma. &lt;br /&gt;            As coisas foram-se naturalmente ajustando e a conquista de Marrocos veio a revelar-se impossível, tendo ficado isso claro no reinado de D. João III, embora a última praça, Mazagão, só tivesse sido evacuada (e com oposição!), em 1769. Neste âmbito teve D. Pedro razão.&lt;br /&gt;           Uma ligação mais forte à Europa veio a revelar-se, também, infrutífera, sobretudo depois da França ter “engolido” o ducado da Borgonha e a “concorrência” tivesse feito gorar a nossa presença em termos de feitorias comerciais. A Reforma virou as potências protestantes e calvinistas, contra nós, o que foi agravado pela perseguição aos judeus e, finalmente, a coroa dual Filipina tornou-nos inimigos dos inimigos de Espanha. E aqui se goraram as ideias do Infante D. Pedro...&lt;br /&gt;           O mar tornou-se assim a nossa janela de liberdade e oportunidade e os nossos “impérios” asiático, primeiro, brasileiro, depois e africano, por último, fizeram o resto. Quer isto dizer que os assuntos europeus nos foram alheios? De modo nenhum. Dali nunca mais veio boa vizinhança nem qualquer apoio que não quisesse trocar um chouriço por um porco. E sempre que o nosso país se encontrou no caminho dos interesses das grandes potências europeias, viemos a sofrer com isso. A Guerra da Sucessão de Espanha, a Guerra dos Sete Anos e as Guerras Napoleónicas, são disso exemplo eloquente. Ou seja, sempre que nos envolvemos nas querelas europeias, saímos a perder. &lt;br /&gt;            Esta dualidade das “escolas geopolíticas”, mantêm-se com nuances e diferenças de enfoque, até hoje. &lt;br /&gt;            Os leitores farão o favor de pensar quantos portugueses têm, hoje em dia, alguma noção disto, e entre estes quantos políticos no activo, entende as subtilezas de Pedro e de Henrique.&lt;br /&gt;                                                      *****&lt;br /&gt;             No passado dia 12 de Junho, comemorou-se em Lisboa e Madrid, com alguma pompa e circunstância, os 25 anos da adesão de ambos os países à então Comunidade Económica Europeia (CEE).&lt;br /&gt;            Não vejo grandes razões para festas e, ao contrário do que parece ser uma quase globalidade de encómios, eu encontro um lote não despiciendo de erros, maus caminhos e futuro cinzento, para não dizer outra coisa. Muito sucintamente:&lt;br /&gt;            Portugal entrou (e quis entrar) para a CEE de qualquer maneira, sem estar preparado e numa posição fraca; depois quis fazê-lo juntamente com a Espanha o que considero um erro político/estratégico; fê-lo, ainda por cima, mandando-se de cabeça, sem salvaguardar interesses, ou prudência no baixar das defesas; pior ainda, mergulhou na CEE como se isso se tratasse de um objectivo permanente histórico – que não deve ser – em vez de considerar ser um objectivo actual importante e, por isso, transitório, que é o aconselhável. Isto é importante? Direi que é fundamental e tal implica um tipo de postura muito diferente um do outro. &lt;br /&gt;            A seguir embandeirou-se em arco e foi um fartar vilanagem: com os fundos estruturais, de apoio, etc., a correrem com uma facilidade nunca vista, perdeu-se a cabeça e desatou tudo a gastar a esmo ao passo que se permitiam todos os desatinos. E mais importante, foi-se sempre adiando as reformas estruturais; a definição de objectivos estratégicos e o estabelecimento de áreas prioritárias de investimento. Ao passo que, alegremente, se ia destruindo a agricultura, a pesca, a indústria e se colocavam as pequenas e médias empresas com a corda na garganta.&lt;br /&gt;            A especulação ganhou asas. E apostou-se no cimento, esquecendo-se que parte deste transformado em estradas ia servir os exportadores estrangeiros (nomeadamente espanhóis e franceses, que são os mais próximos) a colocarem os seus produtos cá mais rápido, logo, mais barato, ajudando assim a acabar com o que ia sobrevivendo. A “integração” com o mercado espanhol, do modo como é feito, é um crime de lesa pátria pois vai provocar umas novas Cortes de Tomar de 1581, sem ser preciso o recurso às armas… Ninguém apresentou, entretanto, contas do que foi realizado.&lt;br /&gt;            Em súmula, encontramo-nos hoje, depois de 20 anos a viver acima das nossas possibilidades, com dinheiro “emprestado”, completamente endividados e com o aparelho produtivo em frangalhos; o estado (por via dos partidos) pesadíssimo e … sem mais valias para o futuro! Acresce que agora a crise atinge todos os países da UE, por causa de práticas especulativas indecentes, típicas do mais puro capitalismo selvagem e que ninguém diz ter-se apercebido. É caso para dizer: belas competencias!&lt;br /&gt;           Ou será que tudo isto foi acelerado e feito de propósito, para agora se fugir para a frente e tentar impôr medidas mais escravizadoras da população e diluidoras das nações europeias a que os mais esclarecidos comentadores e políticos apelidam de “aprofundamento da Europa” ou “mais Europa”?&lt;br /&gt;            Não deve ser por acaso, que os poderes instituídos, fogem como o diabo da cruz – eles até querem acabar com a cruz… - em explicar e consultar os seus povos, sobre as principais medidas que têm sido implementadas.&lt;br /&gt;            Que se comemora então nos 25 anos de adesão à CEE? A democracia? Mas ela não foi instituída em 1974, perdão, 75? Precisamos de supervisão?; para vivermos em segurança?, mas quem tem garantido a segurança na Europa nos últimos 65 anos tem sido a NATO e o chapéu-de-chuva nuclear dos EUA, não a UE! Aliás, esta, aparentemente, nem se quer defender e, no momento, está incapaz de o fazer. Será por vivermos em paz? é certo que na Europa há paz desde 1945, embora com uma “cortina de ferro” a dividi-la durante 50 anos, até se “inventar” a guerra na ex-Jugoslávia. Mas a paz é ilusória, não só porque andam centenas de milhares de tropas espalhadas pelo mundo a tentar “apagar fogos”, como a situação no continente é contingente a muitos factores. É por se ter aberto as fronteiras e deixado invadir os paises da UE, por hordas de emigrantes inventando-se um multiculturalismo de fachada, pois não é sentido nem realizável? E o que se ganhou com isso? Não está à vista, que estamos no limiar de uma vasta explosão social contra este estado de coisas?&lt;br /&gt;            Nem tudo está mal, é certo. O nível de vida material aumentou, embora o espiritual tenha diminuído; a cultura melhorou (o analfabetismo encartado, também); a facilidade de circulação, o aumento do turismo, a assistência social, tiveram notáveis melhorias, etc. &lt;br /&gt;            Mas no seu todo, a Europa está velha, com uma demografia negativa, sem liderança, sem os seus esteios tradicionais e minada pelo relativismo moral. &lt;br /&gt;            Sinceramente não percebo muito bem o que se quis comemorar. &lt;br /&gt;            Mas sei uma coisa: aquilo que querem dizer com “mais Europa”, é o fim de Portugal. Não era isso, seguramente, o que o Infante D. Pedro divisava e que todos os portugueses conscientes, devem tentar impedir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7415057709694839773?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7415057709694839773/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/mais-europa-significa-menos-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7415057709694839773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7415057709694839773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/07/mais-europa-significa-menos-portugal.html' title='&quot;Mais Europa&quot; significa menos Portugal.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6735285439916426333</id><published>2010-06-29T04:22:00.000-07:00</published><updated>2010-06-29T04:23:46.162-07:00</updated><title type='text'>A insustentabilidade política. A mentira preserva a ilusão.</title><content type='html'>Portugal viveu momentos de euforia em que rápida e facilmente se generalizaram conceitos ilusórios.&lt;br /&gt;O Estado providência criou a ilusão social de uma garantia de nível de vida e da dispensabilidade de esforço, também da contenção, como forma de salvaguardar o usufruto de benefícios e de sonhos naturais. &lt;br /&gt;O sentido de poupança foi desaparecendo da mentalidade familiar.&lt;br /&gt;As ansiedades de consumismo cresceram a um ritmo acelerado e como resposta passou a doutrina oficial, do Estado, das Empresas e das Famílias, o recurso ao crédito.&lt;br /&gt;Todos passamos a gastar mais do que os rendimentos que auferíamos e acima das possibilidades.&lt;br /&gt;As Famílias não poupavam e recorriam ao crédito bancário, facilitado e fortemente publicitado.&lt;br /&gt;As Empresas perante as facilidades recorriam ao crédito, não apenas para investimento avaliado, mas também para despesas correntes.&lt;br /&gt;O Estado recorria ao crédito para garantir a ilusão do Estado Providência e da obra pública.&lt;br /&gt;Os Bancos nacionais, recorriam ao crédito externo, porque a poupança nacional era insuficiente para satisfazer a procura, resultado das suas fortes campanhas publicitárias, num negócio florescente, que toda esta ansiedade consumista, promovida oficialmente proporcionava.&lt;br /&gt;Os Bancos internacionais, aplaudiram e fomentaram esta dinâmica de endividamento nacional generalizado deste país liderado por provincianos, cujas ansiedades havia que aproveitar.&lt;br /&gt;Três questões fundamentais colocam-se hoje aos partidos e dirigentes políticos:&lt;br /&gt;- O reconhecimento da insustentabilidade de tudo isto, não pode afectar a confiança dos portugueses no regime e no sistema político.&lt;br /&gt;- Como eliminar a ilusão consumista e do Estado providência, sem originar a tomada de consciência colectiva de que o sonho, vai passar a pesadelo.&lt;br /&gt;- Como conseguir que uma sociedade cada vez mais empobrecida, contribua para aumentar as receitas do Estado, evitando a consciencialização colectiva de que tudo isto não é resultado de uma crise, mas sim um erro crónico, grosseiro e insustentável.&lt;br /&gt;À ilusão consumista pretende-se dar uma resposta também ela totalmente ilusória.&lt;br /&gt;A resposta às três questões vai ser dada através de restrições graves ao crédito ao consumo e por limitações, o mais disfarçadamente que for possível, ao Estado providência.&lt;br /&gt;A mentira suporta a ilusão, mas a ilusão tem um tempo curto para se preservar.&lt;br /&gt;A necessidade do Estado continuar a recorrer ao crédito externo para manter esta ilusão, vai acelerar cada vez mais a consciencialização da sociedade portuguesa da insustentabilidade deste processo louco.&lt;br /&gt;O agravamento das penalizações e a exigência de novas contribuições, irá fazer aumentar não apenas a tomada de consciência da realidade, mas também o número dos revoltados que passarão a exigir responsabilidades aos políticos e aos agentes da falácia.&lt;br /&gt;O fenómeno político de hoje é ainda caracterizado pela penalização do actual partido do governo e actual Primeiro-Ministro. O descontentamento ainda se irá transferir para uma ténue esperança no novo líder do PSD. &lt;br /&gt;O adiamento está assim assegurado, mas poucos são os que acreditam na mudança, rumo à sustentabilidade.&lt;br /&gt;Um país que não acredita, não tem qualquer hipótese de encontrar o rumo do desenvolvimento e do futuro. &lt;br /&gt;Também é impossível a qualquer governo e a qualquer líder, governar uma sociedade descrente.&lt;br /&gt;Solução? Ela só poderá surgir como resposta á generalizada indignação.&lt;br /&gt;Só a expressão do descontentamento, poderá originar novas propostas, respostas e a apresentação de soluções.&lt;br /&gt;Antes, a sociedade portuguesa terá de se libertar de toda a mentira, que politicamente correcta, no sentido de preservar o sistema e o regime, impede a liberdade de pensar e tomar consciência e em consequência a resposta política alternativa.&lt;br /&gt;Porém o tempo ditará os comportamentos. A camuflagem da realidade, é cada vez mais difícil de manter e a surpresa negativa é sempre geradora da radicalização.&lt;br /&gt;A mentira que pretende justificar o actual sistema e a ilusão da sua sustentabilidade, é também esse rastilho perigoso, pois favorece a receptividade aos radicalismos e às doutrinas políticas do passado.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6735285439916426333?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6735285439916426333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/insustentabilidade-politica-mentira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6735285439916426333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6735285439916426333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/insustentabilidade-politica-mentira.html' title='A insustentabilidade política. A mentira preserva a ilusão.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-7011221208668429813</id><published>2010-06-26T18:18:00.000-07:00</published><updated>2010-06-26T18:20:35.542-07:00</updated><title type='text'>As eleições presidências. Bloqueamento, Divisão, Instabilidade ou Solução?</title><content type='html'>As próximas eleições presidenciais representam hoje um factor de bloqueio, que origina a manutenção de um Governo de gestão e impede soluções alternativas de governação.&lt;br /&gt;O actual Presidente da Republica é assim o principal interessado na manutenção de um Governo, que manifestamente não tem qualquer condição de exercício da função exigível num momento de crise. A incapacidade governamental é cada vez mais evidente e perante essa inércia e incapacidade, os portugueses são confrontados com penalizações gravíssimas nos seus rendimentos e nas suas perspectivas de futuro.&lt;br /&gt;As próximas eleições presidenciais irão ser um marco decisivo, onde o eleitorado português será chamado a tomar uma decisão fundamental e talvez definitiva, perante o dilema de um caminho de mudança ou da grave divisão da sociedade portuguesa e dos conflitos sociais e políticos.&lt;br /&gt;Em nenhum momento após a revolução de Abril e a aprovação da Constituição de 76, estivemos perante uma eleição presidencial que expressasse tão claramente os inconvenientes democráticos da doutrina republicana.&lt;br /&gt;A proximidade de uma eleição presidencial está a inviabilizar uma mudança atempada de uma governação aceitável e minimamente adaptada às circunstâncias.&lt;br /&gt;Os resultados possíveis das próximas eleições presidenciais, terão sempre como consequência uma divisão acentuada da sociedade face às candidaturas que se irão apresentar.&lt;br /&gt;As candidaturas de Fernando Nobre, de Pinto Coelho ou do candidato do PCP, têm apenas o significado politico de manobras de dispersão, motivadas respectivamente pela ingenuidade, pelo radicalismo e pela fixação ideológica estratificada, que não terão outra consequência que não seja a da cativação para a preservação do regime de algumas franjas eleitorais de descontentamento.&lt;br /&gt;Manuel Alegre pelas suas condutas políticas do passado e pelo seu perfil moral e político, nunca poderá deixar de ocasionar uma fractura irremediável da sociedade.&lt;br /&gt;Cavaco Silva para ser eleito terá de provocar uma radical mudança da postura tradicional do eleitorado português. &lt;br /&gt;Os portugueses sempre votaram nas presidenciais em compensação com as maiorias parlamentares. &lt;br /&gt;A tese politica uma maioria e um Presidente sempre foi rejeitada pelos portugueses.&lt;br /&gt; Agora se Cavaco for eleito, como reagirão os portugueses? Passarão a aceitar a tese sempre rejeitada e poderemos visionar uma alternativa governamental ou manterão a sua postura tradicional e a eleição de Cavaco Silva será a forma de consolidar o governo socialista?&lt;br /&gt;O espectro dos resultados desta eleição presidencial será sempre de uma acentuada divisão ou de uma condicionante grave, ao encontro de uma estabilidade governativa.&lt;br /&gt;O actual regime está assim encurralado, daí a importância transcendente do actual momento e destas eleições presidenciais.&lt;br /&gt;O descontentamento generalizado e a insegurança face ao futuro, pode originar uma outra mensagem do eleitorado. &lt;br /&gt;A abstenção poderá atingir níveis superiores a 50% dos votos expressos.&lt;br /&gt;Esta mensagem possível, só poderia vir a ser interpretada como uma rejeição face ao regime e uma exigência de mudança.&lt;br /&gt;Para todos os portugueses que não se revêem no actual sistema e no actual regime, as próximas eleições presidenciais representam assim a oportunidade de iniciar o caminho de rotura e de mudança.&lt;br /&gt;A probabilidade de acontecer uma circunstância desta natureza é elevada, por motivação da actual descrença popular e alheamento, muito mais do que por acção de inconformismo.&lt;br /&gt;Com um resultado eleitoral desta natureza, em que um Presidente da Republica seja eleito através de uma eleição em que os votos expressos não representam a maioria do eleitorado, é a sua legitimidade que estará posta em causa. &lt;br /&gt;É como se a eleição fosse realizada sem o quórum exigível.&lt;br /&gt;É o regime que fica com a sua legitimidade ferida de morte e perante a afirmação inequívoca de uma exigência de mudança do povo português.&lt;br /&gt;O que tem muita probabilidade de acontecer é assim uma revolução pacífica, promovida pela atitude possível do povo português e não pelo confronto da luta política.&lt;br /&gt;Será a derrota do regime e não a vitória dos seus adversários.&lt;br /&gt;Tal como na Lusitânea, dominada pelos Romanos.&lt;br /&gt;Os Lusitanos não cumpriam simplesmente as regras que lhes eram impostas e sem contestarem na luta levaram o Imperador romano a reconhecer…”lá para a Ibéria há um povo que não se governa, nem se deixa governar.”&lt;br /&gt;Mas esse povo sobreviveu, construiu um Reino e dez séculos depois ainda preserva uma identidade.&lt;br /&gt;Talvez seja agora a oportunidade desse povo, escolher uma forma de organização governativa um pouco mais adaptada a essa sua identidade.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-7011221208668429813?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/7011221208668429813/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/as-eleicoes-presidencias-bloqueamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7011221208668429813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/7011221208668429813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/as-eleicoes-presidencias-bloqueamento.html' title='As eleições presidências. Bloqueamento, Divisão, Instabilidade ou Solução?'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2532480381430019208</id><published>2010-06-25T04:03:00.000-07:00</published><updated>2010-06-25T04:06:37.156-07:00</updated><title type='text'>Fernando Pessoa ainda está entre nós.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TCSNrM_-gQI/AAAAAAAAAa8/V4ZJl4vBGm0/s1600/pessoa%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TCSNrM_-gQI/AAAAAAAAAa8/V4ZJl4vBGm0/s320/pessoa%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486666019407560962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA A UM HERÓI ESTÚPIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...não há outro problema hoje de mais importância do que criar uma alma portuguesa. A antiga alma nacional, mesmo que ainda existisse, já não servia. É preciso, para que haja um Portugal Novo, haver uma Nova Alma Portuguesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;Para que possa haver uma política nacional, uma cultura nacional, qualquer coisa nacional, seja o que for, o primeiro passo a dar é espiritual, é criar aquela fonte nacional donde essas coisas todas, depois, inevitavelmente partirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ora o dever de todo o homem que representa qualquer coisa nacional, hoje, é o de, afastado de toda a malandragem que faz política, prestar o seu auxílio, pequeno que seja, a essa criação de Portugal…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;".... cada acto, cada gesto que um português hoje faça, e tenda a conservar, apoiar ou animar as forças dissolventes da nossa sociedade, que são os restos dos partidos monárquicos e quase todos os políticos republicanos, qualquer gesto, digo, que tenda a conferir a essa turba-multa de escroques e de imbecis um milímetro espiritual de prestígio, não só vale pelo facto maléfico de prestar auxílio a gente inteiramente desprezível e anti-patriótica (o que já de si é mau), mas pesa sobretudo porque contraria, ou tende a contrariar a obscura acção daqueles que, por muito amar a Pátria, querem ter Pátria para amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, que aqui está, não é nada. Ponha no nosso passado olhos de homem que cumpriu o seu dever. Isto, que aí vê, satisfá-lo? Isto satisfaz alguém que não coma disto? ou que não seja um pobre instrumento nas mãos dos políticos? ...." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa, in "Carta a um Herói Estúpido", ed. Ática (Babel), Lisboa 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Fernando Pessoa não recebeu o Prémio Nobel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2532480381430019208?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2532480381430019208/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/fernando-pessoa-ainda-esta-entre-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2532480381430019208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2532480381430019208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/fernando-pessoa-ainda-esta-entre-nos.html' title='Fernando Pessoa ainda está entre nós.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TCSNrM_-gQI/AAAAAAAAAa8/V4ZJl4vBGm0/s72-c/pessoa%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2207637451290155164</id><published>2010-06-23T10:36:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T10:37:52.398-07:00</updated><title type='text'>Tenho esperança porque acredito</title><content type='html'>Ainda há uma esperança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha escolha está limitada&lt;br /&gt;Votar em partidos sem ideologia, sem projecto?&lt;br /&gt;Só nestes posso votar.&lt;br /&gt;Bloquearam a democracia.&lt;br /&gt;Não me revejo nos seus interesses mesquinhos&lt;br /&gt;Não gosto, dos seus dirigentes, porque são pequenos&lt;br /&gt;Corruptos, incultos e incompetentes&lt;br /&gt;Neles não reconheço, valor humano ou moral.&lt;br /&gt;Homens que têm medo da liberdade&lt;br /&gt;Que através do seu poder, amordaçam a informação.&lt;br /&gt;Que para defender os seus interesses mesquinhos, são capazes de tudo fazer.&lt;br /&gt;Não são filhos de Portugal, não são filhos de um nobre povo.&lt;br /&gt;Mentem descaradamente, adulteram a nossa História.&lt;br /&gt;Não são pessoas dignas, não têm respeito por ninguém&lt;br /&gt;Não amam Portugal.&lt;br /&gt;A Republica é permissiva&lt;br /&gt;Nasceu do assassínio  e no assassínio perdurou.&lt;br /&gt;Nunca foi sufragada pelo Povo&lt;br /&gt;Foi mantida pela mentira, cedeu às modas das épocas, nunca teve um projecto nacional.&lt;br /&gt;Foi luta, revoltas e instabilidade&lt;br /&gt;Foi opressão da liberdade.&lt;br /&gt;Foi o logro, de uma promessa  de ilusão.&lt;br /&gt;Foi queda de um Império, que era apenas uma Irmandade de povos.&lt;br /&gt;Povos que foram abandonados em guerras fraticidas&lt;br /&gt;Por traidores, que usurpavam as palavras nobres, como democracia e liberdade&lt;br /&gt;Republica que se devia envergonhar, mas que tira da pobreza para se propagandear.&lt;br /&gt;Propaganda que é uma afronta à dignidade de um povo.&lt;br /&gt;Em que para se tentar justificar um regime, se faz esquecer o dia da independência de Portugal.&lt;br /&gt;O povo está triste, já não há alegria, nem sonho, apenas a resignação.&lt;br /&gt;Não há ambição. &lt;br /&gt;Não há políticos que ambicionem nada para Portugal e apenas para seu benefício pessoal.&lt;br /&gt;Não há referências de patriotismo, de amor e de dignidade.&lt;br /&gt;A Republica é permissiva à dissolvência de uma Nação, País, território e povo…&lt;br /&gt;Com nove séculos de uma tão gloriosa História.&lt;br /&gt;Pedintes numa Europa que não se afirma, nem o pode fazer, por ausência de identidade&lt;br /&gt;Prisioneiros de um projecto adiado&lt;br /&gt;Nem sequer olhamos para as nossas potencialidades.&lt;br /&gt;Dependentes de empréstimos financeiros para alimentar a ilusão de um nível de vida, que não podemos ter, mas que ninguém tem coragem de reconhecer.&lt;br /&gt;Caminhamos para um abismo, para uma dependência, que ninguém sabe as consequências, mas que todos já prevêem.&lt;br /&gt;Republica falida, sem capacidade de regeneração.&lt;br /&gt;O futuro não será voltar ao passado… mas só poderemos ter um futuro risonho e melhor, se do passado voltarmos a ter orgulho.&lt;br /&gt;Se voltarmos a ter auto estima, motivação e alma.&lt;br /&gt;Tanto que podemos ainda dar ao mundo, se acreditarmos que temos esse desígnio como povo.&lt;br /&gt;Se voltarmos a ter projectos… olhar novamente para o nosso território, o nosso mar, a nossa cultura, os nossos irmãos espalhados por todo o mundo.&lt;br /&gt;Se voltarmos a ter liberdade, exigência, arrojo e dignidade.&lt;br /&gt;E se a isso nos motivarem.&lt;br /&gt;Nunca conseguiremos ressuscitar, se não tivermos a referência unificadora do nosso orgulho, que estimule a nossa auto estima.&lt;br /&gt;Portugal precisa de voltar a ser… um povo com Alma.&lt;br /&gt;O Reino de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2207637451290155164?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2207637451290155164/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/tenho-esperanca-porque-acredito.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2207637451290155164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2207637451290155164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/tenho-esperanca-porque-acredito.html' title='Tenho esperança porque acredito'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6460257341130758898</id><published>2010-06-19T02:49:00.000-07:00</published><updated>2010-06-19T02:50:09.548-07:00</updated><title type='text'>A Raíz de Portugal</title><content type='html'>Portugal é um território onde foi plantada uma forte raiz.&lt;br /&gt;Ventos gelados e as mais diversas intempéries,&lt;br /&gt;Têm definhado o brotar da mais bela planta do mundo,&lt;br /&gt;Uma forte raiz a quem se nega, o surgimento da arvore florida.&lt;br /&gt;Muitos de nós nunca viram essa maravilhosa flor,&lt;br /&gt;Nunca sentiram o seu perfume, nunca puderam apreciar a sua beleza.&lt;br /&gt;Muitos outros já não a recordam, já dela não falam a seus filhos.&lt;br /&gt;Quem pode ter paixão pelo que se esquece ou pelo que nunca sentiu?&lt;br /&gt;Esta é a terrível arma do esquecimento, que impede a nossa paixão.&lt;br /&gt;Uma violação da natureza, um pecado capital.&lt;br /&gt;Traição dos insensíveis á beleza, ao sentimento, renegados sem coração.&lt;br /&gt;Que renegam a si próprios a essência humana e obrigam outros a essa condição.&lt;br /&gt;Traição ao humanismo, ao heroísmo dos antepassados e ao futuro dos seus filhos.&lt;br /&gt;Vis traidores que apenas olham para seu umbigo asqueroso.&lt;br /&gt;Ignorantes e pequenos, tão senhores do seu egoísmo, esqueceram-se de pensar.&lt;br /&gt;A raiz é secular, é profunda e forte, foi plantada num solo sagrado.&lt;br /&gt;Tão forte que bastará uma pequena clareira de sol aberto, para que o seu vigor volte de novo.&lt;br /&gt;Esse dia de Primavera chegará breve, bastará seu anúncio pelos que têm essa lembrança.&lt;br /&gt;O povo está saturado do vento frio, das tormentas e anseia pelo sol e ar puro.&lt;br /&gt;Nesse dia todos jubilarão de alegria a ver a árvore a crescer e a ramificar.&lt;br /&gt;O espanto daqueles que nunca a tinham visto, será transformado em sentimento,&lt;br /&gt;Os que dela estavam esquecidos, reconhecerão a verdade dos convictos apaixonados.&lt;br /&gt;Fugirão para longe para sempre desterrados os apátridas sem valor, nem sentimento.&lt;br /&gt;A flor mais bela do Mundo, estará livre para se mostrar.&lt;br /&gt;A Alma do povo ressuscitada, motivará de novo o orgulho, a honra e a glória.&lt;br /&gt;Portugal voltará a afirmar-se no Mundo com todo o seu esplendor.&lt;br /&gt;Porque os portugueses voltaram a ver, a sentir e a exprimir,  a sua condição e a sua paixão.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6460257341130758898?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6460257341130758898/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/raiz-de-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6460257341130758898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6460257341130758898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/raiz-de-portugal.html' title='A Raíz de Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4229256420746812301</id><published>2010-06-17T04:25:00.000-07:00</published><updated>2010-06-17T04:26:16.940-07:00</updated><title type='text'>Portugal dos portugueses, a nossa única garantia de futuro.</title><content type='html'>O sentido de uma Nação é o sentimento colectivo para com ela…o Patriotismo.&lt;br /&gt;Patriotismo é o sentimento unificador, a força que produz a obra e o projecto colectivo.&lt;br /&gt;É a paixão que induz a qualidade e o arrojo de toda a obra humana.&lt;br /&gt;O patriotismo fortalecido é a condição para o ressuscitar de todas as forças e voltar dar sentido a Portugal.&lt;br /&gt;Patriotismo é um sentimento forte unificador, que associa o orgulho ao respeito pelo passado, ao orgulho de ser português do presente e mobiliza a força de vontade para acreditar com confiança no futuro.&lt;br /&gt;Ressuscitar Portugal é recuperar e fortalecer este sentimento colectivo, o Patriotismo.&lt;br /&gt;Unidos nesse sentimento fortalecido, encontraremos a força indispensável para a provação, para os projectos e desígnios.&lt;br /&gt;Será um erro o desperdício das nossas forças, enveredar numa luta ou na denúncia daqueles que não compreendem esta força tremenda ou que a temem.&lt;br /&gt;Unamo-nos em sintonia nesta afinidade sentimental.&lt;br /&gt;A nossa luta será ganha pela afirmação.&lt;br /&gt; Afirmemo-la na sociedade com a coragem de quem é puro e não teme a expressão pública do seu amor.&lt;br /&gt;Será nessa atitude de afirmação, que se criará a força colectiva da modernidade capaz de assumir a expressão pública de um projecto de futuro.&lt;br /&gt;Rejeitemos a rejeição, pela afirmação da nossa paixão e da nossa convicção.&lt;br /&gt;Falemos a verdade, como denúncia da mentira.&lt;br /&gt;Afirmemos o nosso patriotismo como denúncia dos apátridas.&lt;br /&gt;Acreditemos nesta verdade… a qualidade humana está associada ao sentimento e não aos interesses momentâneos. O materialismo será derrotado pelo sentimento, pois é o sentimento que distingue e diferencia os humanos.&lt;br /&gt;A identidade portuguesa está nos nossos genes, nos registos da nossa gloriosa história e numa particular forma colectiva de viver e de conviver.&lt;br /&gt;Somos diferentes, todo o mundo o reconhece e essa é uma enorme vantagem, que a história nos narra e o futuro reconhecerá.&lt;br /&gt;Uma riqueza infinita e um desígnio a cumprir.&lt;br /&gt;Iniciamos o processo da globalização moderna, fomos traídos porque éramos obstáculo à imposição no mundo das ideologias materialistas, está hoje chegado de novo o momento de afirmação no mundo da nossa qualidade humana e de através dela oferecer a oportunidade de humanizar de novo e voltar a obter o reconhecimento de todos.&lt;br /&gt;Povo de fracas posses materiais, mas de uma riqueza infinita que tem de voltar a explorar.&lt;br /&gt;A nossa identidade humana é uma riqueza invejada pelos outros povos. Uma força imbatível para a qual não temos concorrência. &lt;br /&gt;Portugal tem hoje no mundo aproximado pela tecnologia e informação a sua grande oportunidade de afirmação.&lt;br /&gt; Ninguém como os portugueses sabem relacionar-se com os outros povos, porque tem um impar sentido do respeito e uma enorme capacidade de afirmação. &lt;br /&gt;Porque somos hoje o que sempre fomos, um povo missionário mas respeitador.&lt;br /&gt;Esta é a nossa grande oportunidade moderna. &lt;br /&gt;Arautos no mundo do humanismo e receptores dos benefícios que essa nova missão nos trará.&lt;br /&gt;Aventureiros arrojados, desprendidos dos confortos, apaixonados pelo território para onde sempre olhamos como a nossa mais amada referência, somos capazes de abdicar, de até fazer sacrifícios se tivermos como objectivo um desígnio a cumprir.&lt;br /&gt;Espalhados pelo mundo mais de cinco milhões de portugueses dão-nos essa lição de portuguesismo.&lt;br /&gt;Não o duvidemos e chamemo-los para a partilha de um projecto colectivo. Entre eles estão os melhores, os mais qualificados e a áurea do sucesso … motivemos neles o patriotismo e associemo-nos todos num projecto de Nação do mundo. &lt;br /&gt;Um projecto nacional, com a alma em alta de um povo que voltará a sorrir, porque acredita e porque tem orgulho próprio.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4229256420746812301?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4229256420746812301/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/portugal-dos-portugueses-nossa-unica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4229256420746812301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4229256420746812301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/portugal-dos-portugueses-nossa-unica.html' title='Portugal dos portugueses, a nossa única garantia de futuro.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4415489943719586769</id><published>2010-06-09T11:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T11:28:55.241-07:00</updated><title type='text'>Dia de Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TA_dVqqAS7I/AAAAAAAAAa0/yJq9-fuAjDU/s1600/viewer%5B2%5D.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TA_dVqqAS7I/AAAAAAAAAa0/yJq9-fuAjDU/s320/viewer%5B2%5D.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480842635830643634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia de Portugal - 10 de Junho &lt;br /&gt;( 11,30 horas )&lt;br /&gt; Monumento aos Combatentes (Belém-Lisboa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homenagem à memória de todos quantos, chamados um dia a Servir, tombaram no campo da honra, em qualquer época ou ponto do globo" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma convocatória de presença a todos os patriotas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4415489943719586769?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4415489943719586769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/dia-de-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4415489943719586769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4415489943719586769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/dia-de-portugal.html' title='Dia de Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TA_dVqqAS7I/AAAAAAAAAa0/yJq9-fuAjDU/s72-c/viewer%5B2%5D.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5802831426648432554</id><published>2010-06-03T16:24:00.000-07:00</published><updated>2010-06-03T16:27:23.135-07:00</updated><title type='text'>Homenagem à traição. Texto de António Oliveira Martins</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TAg6TFYAGdI/AAAAAAAAAao/TMz7-12FFbE/s1600/Rosa+Coutinho.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 238px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TAg6TFYAGdI/AAAAAAAAAao/TMz7-12FFbE/s320/Rosa+Coutinho.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478693046230981074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu ontem um traidor à Pátria da pior espécie. E afirmo-o depois de morto, como o afirmei enquanto era vivo, enquanto o afirmo relativamente a todos os "obreiros" ainda vivos ou já no inferno, da descolonização e do 25 de Abril de má memória!&lt;br /&gt;Com Rosa Coutinho, que infelizmente não conseguimos ver julgado e condenado em vida por crimes de genocídio contra a humanidade pelos seus "feitos" em Angola, gostaríamos também de ver Almeida Santos, e Mário Soares entre muitos outros. E quanto antes.&lt;br /&gt;Esta gente destruíu a Pátria, e colocou o nosso Ultramar na fome e na guerra civil. É muito grave.&lt;br /&gt;Ficarão todos na história de Portugal pelas piores razões: destruiram a Pátria, e contrbuíram para a morte e desgraça de muitos Portugueses de todas as raças e credos. Foram quiçá ainda piores que Miguel de Vasconcelos!&lt;br /&gt;A justiça de Deus, é incomensurável face à justiça humana, hoje tão falha de eficácia e de ética.&lt;br /&gt;Estou certo de que Rosa Coutinho, o Almirante de sorriso alvar e provocatório, arde hoje, junto a muitos outros traidores e criminosos, nas chamas de Satanás, seu particular amigo!&lt;br /&gt;Eles vão indo. Mas a história, essa, não o esquecerá jamais! Os seus nomes ficarão escritos a vermelho. Vermelho de sangue, vermelho de sofrimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;António de Oliveira Martins - Lisboa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5802831426648432554?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5802831426648432554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/homenagem-traicao-texto-de-antonio.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5802831426648432554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5802831426648432554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/homenagem-traicao-texto-de-antonio.html' title='Homenagem à traição. Texto de António Oliveira Martins'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/TAg6TFYAGdI/AAAAAAAAAao/TMz7-12FFbE/s72-c/Rosa+Coutinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6733115785504023678</id><published>2010-06-03T16:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-03T16:24:36.307-07:00</updated><title type='text'>Homenagem à traição. Texto de António Olib</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6733115785504023678?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6733115785504023678/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/homenagem-traicao-texto-de-antonio-olib.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6733115785504023678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6733115785504023678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/06/homenagem-traicao-texto-de-antonio-olib.html' title='Homenagem à traição. Texto de António Olib'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4622914983140477337</id><published>2010-05-30T10:51:00.000-07:00</published><updated>2010-05-30T10:53:06.739-07:00</updated><title type='text'>A Revolução</title><content type='html'>A Revolução Portuguesa. &lt;br /&gt;Nunca fui um revolucionário, sempre aspirei a viver num Estado de Direito, onde a liberdade fosse o princípio essencial do sistema político e onde o respeito pela independência dos poderes fosse a regra de oiro.&lt;br /&gt;Só com um esforço de ingénuo optimismo, poderemos hoje acreditar que o actual regime e sistema político português, é hoje um Estado de Direito Democrático, e pior ainda, acreditar que ainda possa evoluir nesse sentido.&lt;br /&gt;Esse sonho, essa aspiração, está hoje totalmente bloqueado por uma Oligarquia partidária dominante, que travestiu a democracia representativa, num simulacro caricato e que nos conduziu ao retrocesso humano e material, também à decadência social.&lt;br /&gt;A minha descrença é total na viabilidade de uma via reformista de mudança.&lt;br /&gt;A intuição e a razão, indica-me outro caminho, infelizmente mais penalizador, porventura o único possível e o único que poderá ser eficaz.&lt;br /&gt;O importante não será a preparação de uma revolução, pois a queda desta simulação política, será inevitável a curto prazo. O abismo para onde se conduziu é evidente e a cegueira dos actuais políticos também, o passo em frente para a queda final, só a eles surpreenderá.&lt;br /&gt;O mais importante é assim encontrar a resposta certa para o projecto nacional que se seguirá.&lt;br /&gt;O poder não poderá cair na rua, pois ainda há muitos vagabundos doutrinários de ideias do passado e doutras paragens, que estão à espera para aproveitar, de uma eventual desorientação que o momento de ruptura inevitável, irá provocar.&lt;br /&gt;É nos princípios unificadores da maioria dos portugueses que poderá estar a garantia indispensável para a nossa libertação.&lt;br /&gt;Portugal é dos portugueses, é território, cultura e identidade, sociedade de seres humanos com valores firmes, é passado e será futuro.&lt;br /&gt;Portugal é dos portugueses, de todos, dos que vivem nas suas diferentes regiões e dos que estão espalhados por todo o Mundo. Portugal é uma Nação do Mundo.&lt;br /&gt;Portugal é dos portugueses pelos portugueses terá de ser governado.&lt;br /&gt;Portugal tem futuro como país e como Nação, a sua soberania sobre o seu território e os direitos da sua sociedade são inquestionáveis.&lt;br /&gt;Portugal é a nossa raiz, o nosso berço, a nossa honra, o nosso orgulho, a nossa paixão.&lt;br /&gt;O patriotismo é assim o sentimento unificador, o verdadeiro sentido de Portugal.&lt;br /&gt;É na valorização desse sentimento patriótico, que nos voltaremos a reencontrar e unidos nessa paixão, poderemos então por mãos à obra.&lt;br /&gt;Não há obra humana de qualidade sem paixão, não haverá nunca um projecto consistente sem esta premissa de sentimento forte e unificador.&lt;br /&gt;Portuguesismo é a condição seguinte. &lt;br /&gt;Portuguesismo é a nossa identidade, a nossa diferenciação e a nossa enorme riqueza.&lt;br /&gt;O portuguesismo representa um conjunto de características únicas, que nos distingue como povo, que nos preservou como Nação por nove séculos, que promoveu o sucesso no passado, também dos emigrantes portugueses no presente, que espantou todos os povos do mundo e originou o reconhecimento unânime da história mundial.&lt;br /&gt;Ter orgulho no nosso portuguesismo, é ter honra e orgulho em nós próprios, o único caminho para a motivação e entusiasmo colectivo.&lt;br /&gt;Portuguesismo é a nossa identidade, os nossos valores, os nossos costumes e tradições, a nossa sociedade cristã, a nossa dignidade, o nosso respeito por todos e a nossa exigência de respeitabilidade. É arrojo, criatividade e fé.&lt;br /&gt;O projecto de futuro português não pode continuar limitado à exclusividade da premissa materialista. &lt;br /&gt;O projecto terá de ser envolvente e a expressão de todas as nossas potencialidades de riqueza.&lt;br /&gt;A nossa riqueza humana, associada à nossa riqueza social, cultural e histórica, a nossa riqueza sentimental que nos aproxima de outros povos, a nossa riqueza patrimonial que está desprezada num imensidade de mar por explorar e num território em desertificação social, patrimonial, ambiental e económica.&lt;br /&gt; A nossa riqueza enorme por estarmos presentes em todo o mundo e por ainda podermos através do sentimento afectivo, originar retornos financeiros e de qualidade humana, de que tanto carecemos.&lt;br /&gt;Não há povo tão rico e todos nos invejam essa riqueza imensa. &lt;br /&gt;Foi por isso que usaram a traição para destruir o Império, mas o Império existe porque ele era mais do que património e mesmo desprezando os direitos a esse património, existem elos de tal forma fortes e um tal reconhecimento pela nossa riqueza humana, que outra forma de oportunidade pode e deve vir a ser criada.&lt;br /&gt;Prestar o serviço de aproximação dos povos e da integração das culturas preservando as suas expressões próprias, é um desígnio histórico dos portugueses, uma outra forma de riqueza, para a qual estamos predestinados.&lt;br /&gt;Não é falta de potencialidades ou de oportunidades que carecem os portugueses e Portugal, é da tomada de consciência colectiva desta realidade.&lt;br /&gt;A afirmação dos princípios essenciais abrirá a janela para que possa entrar esta noção e o projecto nacional verá então a luz do dia.&lt;br /&gt;Patriotismo, portuguesismo, honra pelo passado e orgulho pelo que somos.&lt;br /&gt;A libertação dos portugueses e de Portugal.&lt;br /&gt;Verdade, honestidade, honra, respeito e dignidade, em liberdade.&lt;br /&gt;Exigência como cultura, que determinará o mérito e a qualidade, no serviço público, que originará a responsabilização dos representantes.&lt;br /&gt;Este é um projecto de regime, para o qual é essencial encontrar a referência de liderança.&lt;br /&gt;Sem essa referência, a sua consistência será novamente corroída e destruída, pelos agentes da sua execução, os partidos políticos.&lt;br /&gt;O Rei identificador e protagonista pela sua afirmação nestes princípios essenciais, será assim também a única forma de garantir o equilíbrio institucional, que viabiliza a via partidária como forma de garantir a representatividade popular neste projecto nacional e nas suas diversas formas de expressão possível ao nível da governação.&lt;br /&gt;Esta função Real, livre e independente, afirmativa, empenhada, determinada, exigente e motivadora, será determinante para a libertação de Portugal e como garantia das liberdades dos portugueses, da existência de um Estado de Direito e do exercício da democracia.&lt;br /&gt;A nossa referência para o futuro está na nossa herança.&lt;br /&gt;É dela a Palavra da Salvação.&lt;br /&gt;Ao povo cumpre unir-se no verdadeiro sentido de Portugal e através do renascimento da sua postura de exigência patriótica, pedir e apoiar essa Palavra, que recupere a nossa Alma e motive a nossa Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4622914983140477337?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4622914983140477337/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/revolucao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4622914983140477337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4622914983140477337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/revolucao.html' title='A Revolução'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8060984398788440921</id><published>2010-05-29T08:10:00.000-07:00</published><updated>2010-05-29T08:12:35.656-07:00</updated><title type='text'>As referências corrosivas da sociedade.</title><content type='html'>O Chefe de Estado desprezou a sociedade portuguesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um país que não tem referências unificadoras dos valores consolidados da sua sociedade é um país à deriva e sem rumo.&lt;br /&gt;O Chefe de Estado deveria ser a referência unificadora do sentido e dos valores identificadores da sociedade.&lt;br /&gt;A atitude do Chefe de Estado ao promulgar a Lei sobre o casamento homossexual é desde logo uma violação desse estatuto, mas a justificação que transmite aos portugueses é muito mais grave, porque representa uma outra referência negativa e contraria ao verdadeiro sentido de Estado de um Presidente da Republica português.&lt;br /&gt;Essa justificação de atitude para promulgar a lei, revela a mentalidade da pessoa de Cavaco Silva e a sua incapacidade de percepção do interesse nacional e de incompreensão da sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;O Presidente da Republica, justifica a sua atitude através da sua mentalidade materialista. Diz que um problema menor não pode desviar a atenção para os verdadeiros problemas de Portugal.&lt;br /&gt;A questão é assim tão grave quanto isto…para Cavaco Silva a prioridade de toda a nossa atenção terá de estar no combate à crise, ao deficit e demais questões financeiras. As questões da sociedade, são para ele, questões menores, que não devem desviar as atenções da família portuguesa.&lt;br /&gt;Como encara o português comum e a família comum esta visão e esta mentalidade?&lt;br /&gt;Manuel o português comum, casado com Maria, constituindo uma família portuguesa repetirá se olhar para o Presidente como uma referência, que deveria ser, seguindo o seu exemplo de raciocínio justificativo perante os seus problemas familiares concretos.&lt;br /&gt;Dirá Manuel a sua Maria… deixa-me de azucrinar a cabeça com essas questões dos filhos, deixa-me livre para só pensar como poderei arranjar-me para pagar as prestações da casa, quero lá saber se o nosso filho anda ou não na droga, tenho de me concentra no importante.&lt;br /&gt;É assim que a referência do Presidente da Republica iria funcionar, se o Chefe de Estado fosse uma referência.&lt;br /&gt;Felizmente que não o é. Pois lamentavelmente há muito que a Sociedade portuguesa não vê nos Chefes de Estado uma referencia essencial.&lt;br /&gt;Mas uma sociedade sem referências é uma sociedade condenada à decadência.&lt;br /&gt;Dizem os analistas políticos que a sociedade portuguesa irá perdoar a Cavaco Silva e voltará a elegê-lo como Presidente.&lt;br /&gt;Espero sinceramente que estejam enganados, pois isso seria um sinal muito grave de uma total dependência da sociedade a um regime que obriga a maioria da sua sociedade a votar contra a sua consciência colectiva, por ausência de alternativas.&lt;br /&gt;Optar por um mal menor já é muito mau e já estamos há tempo demais sujeitos a essa circunstância. Mas votar contra a nossa própria consciência e a favor de quem despreza os nossos valores, é uma violação da nossa própria liberdade.&lt;br /&gt;Este regime, esta Republica não merece que nos violentemos a esse ponto.&lt;br /&gt;Os portugueses terão de entender que há alternativa a este regime, que nos pode voltar a dar a possibilidade de sermos livres e de nunca sermos violentados.&lt;br /&gt;As próximas eleições presidenciais são a oportunidade da sociedade portuguesa dizer não a esta Republica que lhe impõe valores que não são os seus.&lt;br /&gt;Bastará que sejamos coerentes connosco próprios e sigamos a nossa consciência em liberdade.&lt;br /&gt;Libertados de todas as pressões e chantagens emocionais, que cairão sobre nós, caberá a cada um de nós ser capaz de se afirmar na sua coerência… há momentos históricos em que a razão tem de se sobrepor ao temor.&lt;br /&gt;Preservar esta Republica é votar nas próximas eleições presidenciais, exigir a recuperação de Portugal e do seu sentido, é pela abstenção, transforma-la numa vontade minoritária da sociedade portuguesa e abrir a janela da esperança para a mudança.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-8060984398788440921?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/8060984398788440921/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/as-referencias-corrosivas-da-sociedade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8060984398788440921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/8060984398788440921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/as-referencias-corrosivas-da-sociedade.html' title='As referências corrosivas da sociedade.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-4449274294907108668</id><published>2010-05-28T10:42:00.000-07:00</published><updated>2010-05-28T10:44:44.627-07:00</updated><title type='text'>Carta Compromisso dos Libertados.</title><content type='html'>A Nova Cruzada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta de Compromisso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cujo pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência do equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades territoriais, culturais e humanas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo o seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Cruzada não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante e permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes… do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Cruzada é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Cruzada é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão lutas diárias, a que se associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os libertados, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a Nova Cruzada e exortam todos os patriotas a unirem-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-4449274294907108668?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/4449274294907108668/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/carta-compromisso-dos-libertados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4449274294907108668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/4449274294907108668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/carta-compromisso-dos-libertados.html' title='Carta Compromisso dos Libertados.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5967455884269801960</id><published>2010-05-25T13:57:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T13:58:21.500-07:00</updated><title type='text'>Uma reflexão importante de Eduardo Prado Coelho</title><content type='html'>Precisa-se de matéria prima para construir um País &lt;br /&gt;Eduardo Prado Coelho - in Público (2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. &lt;br /&gt;Agora dizemos que Sócrates não serve. &lt;br /&gt;E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. &lt;br /&gt;Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. &lt;br /&gt;O problema está em nós. Nós como povo. &lt;br /&gt;Nós como matéria prima de um país. &lt;br /&gt;Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. &lt;br /&gt;Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. &lt;br /&gt;Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO. &lt;br /&gt;Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.&lt;br /&gt;Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.&lt;br /&gt;Pertenço a um país: &lt;br /&gt;- Onde a falta de pontualidade é um hábito;&lt;br /&gt;- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. &lt;br /&gt;- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, &lt;br /&gt;reclamam do governo por não limpar os esgotos.&lt;br /&gt;- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. &lt;br /&gt;- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. &lt;br /&gt;- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis &lt;br /&gt;que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns. &lt;br /&gt;- Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame. &lt;br /&gt;- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada &lt;br /&gt;finge que dorme para não lhe dar o lugar. &lt;br /&gt;- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. &lt;br /&gt;- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. &lt;br /&gt;Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. &lt;br /&gt;Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. &lt;br /&gt;Não. Não. Não. Já basta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. &lt;br /&gt;Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte... &lt;br /&gt;Fico triste. &lt;br /&gt;Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. &lt;br /&gt;E não poderá fazer nada... &lt;br /&gt;Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. &lt;br /&gt;Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier. &lt;br /&gt;Qual é a alternativa ? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ? &lt;br /&gt;Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados ! &lt;br /&gt;É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... &lt;br /&gt;Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.&lt;br /&gt;Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. &lt;br /&gt;Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. &lt;br /&gt;Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: &lt;br /&gt;Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso. &lt;br /&gt;É a indústria da desculpa e da estupidez. &lt;br /&gt;Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. &lt;br /&gt;Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI &lt;br /&gt;QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. &lt;br /&gt;AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO. &lt;br /&gt;E você, o que pensa ?... MEDITE! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDUARDO PRADO COELHO ( 2007 )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5967455884269801960?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5967455884269801960/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/uma-reflexao-importante-de-eduardo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5967455884269801960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5967455884269801960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/uma-reflexao-importante-de-eduardo.html' title='Uma reflexão importante de Eduardo Prado Coelho'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-738616745983478559</id><published>2010-05-24T10:17:00.001-07:00</published><updated>2010-05-24T10:18:53.777-07:00</updated><title type='text'>A Raíz do Território Sagrado</title><content type='html'>A Raiz de Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal é um território onde foi plantada uma forte raiz.&lt;br /&gt;Ventos gelados e as mais diversas intempéries,&lt;br /&gt;Têm definhado o brotar da mais bela flor do mundo,&lt;br /&gt;Uma forte raiz a quem se nega, o surgimento da arvore florida.&lt;br /&gt;Muitos de nós nunca viram essa maravilhosa flor,&lt;br /&gt;Nunca sentiram o seu perfume, nunca puderam apreciar a sua beleza.&lt;br /&gt;Já muitos de nós dela não se lembram, já dela não falam a seus filhos.&lt;br /&gt;Quem pode ter paixão pelo que se esquece e pelo que nunca sentiu?&lt;br /&gt;Esta é a terrível arma do esquecimento, que impede a nossa paixão.&lt;br /&gt;Uma violação da natureza, um pecado capital,&lt;br /&gt;Traição dos insensíveis á beleza, ao sentimento, renegados sem coração.&lt;br /&gt;Que renegam a si próprios a essência humana e obrigam outros a essa condição.&lt;br /&gt;Traição ao humanismo, ao heroísmo dos antepassados e ao futuro dos seus filhos.&lt;br /&gt;Vis traidores que apenas olham para seu umbigo asqueroso.&lt;br /&gt;Ignorantes e pequenos, tão senhores do seu egoísmo, esqueceram-se de pensar.&lt;br /&gt;A raiz é secular, é profunda e forte, foi plantada num solo sagrado.&lt;br /&gt;Tão forte que bastará uma pequena clareira de sol aberto, para que o seu vigor volte de novo.&lt;br /&gt;Esse dia de Primavera chegará breve, bastará seu anúncio pelos que têm essa lembrança.&lt;br /&gt;O povo está saturado do vento frio, das tormentas e anseia pelo sol e ar puro.&lt;br /&gt;Nesse dia todos jubilarão de alegria a ver a árvore a crescer e a ramificar.&lt;br /&gt;O espanto daqueles que nunca a tinham visto, será transformado em sentimento,&lt;br /&gt;Os que dela estavam esquecidos, reconhecerão a verdade dos convictos apaixonados.&lt;br /&gt;Fugirão para longe para sempre desterrados os apátridas sem valor, nem sentimento.&lt;br /&gt;A flor mais bela do Mundo, estará livre para se mostrar.&lt;br /&gt;A Alma do povo ressuscitada, motivará de novo o orgulho, a honra e a glória.&lt;br /&gt;Portugal voltará a afirmar-se no Mundo com todo o seu esplendor.&lt;br /&gt;Porque os portugueses voltaram a ver, a sentir, a exprimir,  a sua condição e a sua paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-738616745983478559?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/738616745983478559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/raiz-do-territorio-sagrado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/738616745983478559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/738616745983478559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/raiz-do-territorio-sagrado.html' title='A Raíz do Território Sagrado'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2631046520759064974</id><published>2010-05-19T15:42:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T15:43:33.945-07:00</updated><title type='text'>Portugal de hoje e a União Europeia de amanhã</title><content type='html'>A Europa precisa de salvar o euro como moeda forte. Este é o grande objectivo e a grande prioridade da política europeia.&lt;br /&gt;Para que assim seja, todos os países da zona euro, têm de ter contas públicas sem derrapagens e controladas. Esta é a ordem política essencial da União Europeia.&lt;br /&gt;O controlo do deficit e a sua aproximação para níveis da ordem dos 3% do PIB como limite é a imposição a que Portugal está obrigado, para poder continuar a manter os níveis do custo de seu endividamento e para continuar a aspirar na obtenção de novos empréstimos.&lt;br /&gt;Mas o endividamento externo português e a estagnação do desenvolvimento económico, constituem os dois mais graves problemas nacionais.&lt;br /&gt;A redução do deficit das contas públicas portuguesas é assim uma imposição de Bruxelas, que nos irá viabilizar a persistência do erro, que é continuar a recorrer aos empréstimos externos para pagar as despesas correntes do Estado.&lt;br /&gt;A persistência neste erro, tem como consequência lógica o adiamento das reformas essenciais do sistema de Ensino público, da Justiça, do Estado providência, que são factores determinantes para o desenvolvimento económico e para a diminuição da despesa corrente do Estado.&lt;br /&gt;Os aumentos de impostos que agora já são anunciados e as quebras de rendimentos subsequentes, irão penalizar ainda mais o consumo privado, a inexistência de poupança nacional e como tal penalizar ainda mais a nossa tendência de estagnação económica.&lt;br /&gt;Dependentes a sermos os meninos bem comportados desta União disciplinada pelo rigor alemão, também somos simultaneamente induzidos a fazer-lhes o favor de continuar a obter e a pagar o dinheiro que os seus bancos nos facultam e assim promover o seu desenvolvimento e enriquecimento.&lt;br /&gt;O nosso empobrecimento progressivo, é o nosso contributo para o seu enriquecimento. &lt;br /&gt;O nosso desenvolvimento não lhes interessa minimamente, pois não contam com o nosso mercado para vender os seus produtos ou serviços.&lt;br /&gt;A noção actual de solidariedade europeia é exclusivamente financeira e não de natureza económica e do bem-estar dos povos dos países que a integram.&lt;br /&gt; Esta é uma profunda alteração da política da União, consequência directa do Tratado de Lisboa, onde países como Portugal perderam claramente a sua capacidade negocial e de influência política.&lt;br /&gt;Este primado financeiro da política da União, terá o reverso da medalha inevitável no acentuar das disparidades do desenvolvimento dos países periféricos e a consequente revitalização das suas dinâmicas nacionalistas.&lt;br /&gt;Ao alargamento precipitado da União, seguir-se-á o processo do seu desmembramento.&lt;br /&gt; Políticas governamentais como a portuguesa são de tal forma insustentáveis em termos económicos e financeiros, que serão insuportáveis para o rigor financeiro que vai ser exigível à moeda única e na actual concepção europeia isso vai ser determinante nas escolhas de quais os países que têm condições para o assegurar.&lt;br /&gt;A delicadeza deste gravíssimo problema, não pode levar a que Portugal mantenha a cabeça debaixo da areia e não o encare com realismo e antecipação.&lt;br /&gt;Estamos a correr um risco demasiado elevado.&lt;br /&gt;Não é tanto o que muitos pressentem de que a União tem os dias contados, pela sua incapacidade de subsistência face à globalização dos mercados. É que essa luta da União, vai originar critérios políticos de rigor orçamental muito apertados, para os quais Portugal, não tem qualquer hipótese de resposta, precisamente pela sua concepção de Estado. Um Estado que consome mais de 50% do Produto Interno do país.&lt;br /&gt;O despesismo português, a macrocefalia do Estado, a nossa escassa produtividade empresarial, não são problemas que se resolvam com a celeridade que a crise da União imporá como exigência de adaptação, muito menos com o sistema político que temos.&lt;br /&gt;Aos portugueses exige-se encarar a realidade e encontrar alternativas por antecipação.&lt;br /&gt;Este debate público terá de começar a ser feito.&lt;br /&gt; Não pelos mesmos que com mais ou menos responsabilidades continuam amarrados a preconceitos e a ideias fixas, mas pela massa critica competente e consciente, que por descrença neste sistema, tem sido marginalizada do debate nacional.&lt;br /&gt;É a hora de surgir a terreiro a competência e a nova ideia.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2631046520759064974?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2631046520759064974/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/portugal-de-hoje-e-uniao-europeia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2631046520759064974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2631046520759064974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/portugal-de-hoje-e-uniao-europeia-de.html' title='Portugal de hoje e a União Europeia de amanhã'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-9131257753074903850</id><published>2010-05-18T14:25:00.001-07:00</published><updated>2010-05-18T14:25:38.985-07:00</updated><title type='text'>A falsidade repulsiva</title><content type='html'>A falsidade é a característica que mais me repugna num ser humano.&lt;br /&gt;O que mais me chocou ontem no discurso do Presidente da República, foi ter percebido que quem estava a falar era falso e não se envergonhava dessa característica.&lt;br /&gt;A decisão de promulgar a Lei do Casamento entre homossexuais, imediatamente após a visita do Papa a Portugal, apenas representa que as palavras e as condutas do Presidente da República durante a visita do Santo Padre, foram uma lamentável sucessão de falsidades de comportamento do sujeito Aníbal Cavaco Silva.&lt;br /&gt;Lamentável comportamento, que fere toda a nossa sensibilidade, de uma pessoa que já tendo tomado uma decisão, faz-se passar pelo mais orgulhoso dos fiéis na presença do Papa e perante a alegria dos portugueses, para no dia seguinte ser um colaboracionista destacado, contra a essência da mensagem Papal e envergonhar a maioria dos portugueses, que tinha sido enaltecidos, como um povo glorioso.&lt;br /&gt;Como pode um homem assim ser Presidente da República de Portugal?&lt;br /&gt;Mas a sua falsidade tem ainda outra agravante. É que o que a ocasiona não é a consciência do sujeito Cavaco Silva, mas a necessidade de não provocar um debate com as forças apoiantes do seu concorrente às eleições presidenciais.&lt;br /&gt;A falsidade tem origem política e representa a enorme falsidade da própria República.&lt;br /&gt;Se o momento não fosse pré-eleitoral, ou se fosse pós eleitoral, ficamos todos a saber que a convicção de Cavaco Silva se tinha imposto, à sua dependência como candidato presidencial.&lt;br /&gt;O regime republicano é assim. Toda uma sociedade vai sofrer uma afronta na sua essência porque há uma eleição presidencial que exige do candidato a atitude de falsidade.&lt;br /&gt;Não nos temos cansado de fazer esta simples demonstração…com um Rei livre, isento e independente, nunca os portugueses ficariam sujeitos a este vexame.&lt;br /&gt;O povo português não merece, ter como referências níveis tão baixos de valor humano.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-9131257753074903850?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/9131257753074903850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/falsidade-repulsiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9131257753074903850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/9131257753074903850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/falsidade-repulsiva.html' title='A falsidade repulsiva'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2004392391392627623</id><published>2010-05-15T12:52:00.000-07:00</published><updated>2010-05-15T12:54:35.034-07:00</updated><title type='text'>A "crise" portuguesa, somos nós.</title><content type='html'>A crise portuguesa somos nós.&lt;br /&gt;Crise é hoje a palavra terrível, que todos pronunciam.&lt;br /&gt;Mas o que é a crise, que crise? Conceito abstracto ou concreto?&lt;br /&gt;Em Portugal ela ainda há bem pouco tempo era negada. Não convinha falar dela por motivos eleitorais. &lt;br /&gt;Aparece subitamente vinda do exterior, gerada por uns vagos especuladores financeiros.&lt;br /&gt;Apelidaram esta “crise” de internacional ou global. Politicamente ela é apresentada como a mãe de todas as outras, que entretanto iam chegando à luz do dia. A crise de emprego, a crise das empresas, a crise social, a crise financeira, a crise económica, a crise de valores.&lt;br /&gt;Com a chegada de todas estas crises, tudo vale para impedir a crise maior, essa terrível crise política que seria a mais dramática de todas.&lt;br /&gt;A “crise” é justificação, é desresponsabilização…é qualquer coisa que aconteceu fora de todas as previsões, que sobre nós se abateu e que teremos de ultrapassar. Ela encobre os erros, justifica a incapacidade e irresponsabilidade política.&lt;br /&gt;Os portugueses aceitam resignados a sua apresentação. Basta a repetição “politicamente correcta”, que é a “crise” que nos impõe os sacrifícios, que origina o desemprego ou as falências, que todos teremos de aceitar essa malfadada circunstância, que nos caiu em cima como se de uma calamidade se tratasse.&lt;br /&gt;A “crise” que nos caiu em cima, sem culpa de ninguém, é uma razão com tal consistência, que não vale a pena saber o que é, nem como veio, nem indagar das razões ou das responsabilidades.&lt;br /&gt;Resta-nos chorar, talvez rezar e pedir a Deus que nos ajude.&lt;br /&gt;Este conformismo nacional é o verdadeiro drama. &lt;br /&gt;A “crise” está em cada um de nós e em todos.&lt;br /&gt;O conformismo e a resignação, é afinal a essência da “crise nacional”.&lt;br /&gt;Todos estamos disponíveis para aceitar as imposições de sacrifícios e quebra de direitos, como se de uma penitência se tratasse. &lt;br /&gt;Penitência sobre pecados que não cometemos, que não quisemos que fossem cometidos e como tal tem apenas o significado de uma resignação. Um sinal de cobardia colectiva e de total submissão, que será inevitavelmente interpretado como apoio ou conivência.&lt;br /&gt;Porém enquanto muitos sofrem e choram …. Alguns outros, a ela são indiferentes e dela continuarão a beneficiar. Porque não são responsabilizados, porque preservam os seus privilégios e o seu poder, porque podem continuar a esconder afinal a verdadeira face da crise portuguesa, porque ficam a salvo do julgamento sobre as suas responsabilidades.&lt;br /&gt;Os pecadores conseguem assim a sua absolvição, condenando todo um povo, que por ser nobre não quer ainda acreditar, nesta violação dramática do mais elementar sentido da política, que é servir a população.&lt;br /&gt;Muitos dos conscientes e até dos revoltados, acreditam na justiça das circunstâncias. &lt;br /&gt;Também eles se mantêm em silêncio na expectativa de que toda a mentira se transforme numa situação de tal forma insustentável, que origine a sua queda final pelo abismo, para onde se conduziu este regime e este sistema político. &lt;br /&gt;Outra forma de conformismo, mais grave ainda porque consciente. &lt;br /&gt;A “crise” portuguesa somos nós e só a nossa atitude patriótica a pode resolver.&lt;br /&gt;Esta é uma gravíssima crise, talvez a mais grave de toda a nossa História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2004392391392627623?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2004392391392627623/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/crise-portuguesa-somos-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2004392391392627623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2004392391392627623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/crise-portuguesa-somos-nos.html' title='A &quot;crise&quot; portuguesa, somos nós.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-6881868831045416661</id><published>2010-05-12T05:16:00.000-07:00</published><updated>2010-05-12T05:17:12.175-07:00</updated><title type='text'>A insolvência nacional e a traição a Portugal e à Democracia</title><content type='html'>Sócrates abandonou subitamente a sua persistência em levar por diante as grandes obras públicas.&lt;br /&gt;A cimeira europeia a isso o obrigou.&lt;br /&gt;Foi criado um Fundo europeu de sustentação do euro.&lt;br /&gt;Foi criado um Governo Económico e Financeiro Europeu.&lt;br /&gt;A partir de agora as Nações da zona euro, estão sujeitas às decisões da Eurocracia.&lt;br /&gt;A soberania dos povos, a democracia passou a ficção.&lt;br /&gt;A Europa determinou o fim da nossa Agricultura, das Pescas e estrangulou a pequena indústria e o pequeno Comercio. &lt;br /&gt;A vocação nacional passou a ser os Serviços e o Turismo.&lt;br /&gt;Uma vocação de servilismo perante os visitantes os interesses instalados.&lt;br /&gt;Destruiu-se o nosso tecido económico base, a nossa sustentação e promoveu-se a nossa insolvência como País independente.&lt;br /&gt;Tudo estrategicamente planeado, no sentido de deste pequeno quadrado secular, não ter condições de viabilidade e ser uma das extremidades bem amarradas ao centro do poder de uma Federação Europeia, que face ao progressivo cepticismo dos povos periféricos, os conduz nesse caminho através da obediência forçada pelas carências que lhe foram impostas.&lt;br /&gt;Este sonho Europeu, que se alimentou na liberdade dos povos, na melhoria do seu bem estar e ansiedade natural da vivência em paz, condena-se a si próprio ao negar a participação das Nações, ao restringir o seu bem estar e a sua evolução económica e ao violentar os princípios democráticos que eram uma premissa do projecto.&lt;br /&gt;Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda, constituem o principal problema deste eixo Franco-Alemão dominante e dominador deste projecto europeu. Porque foram objecto de uma estratégia de dominação através de uma política indutora da sua insolvência económica, mas que constituem um enorme perigo para o sonho, pois todos eles são constituídos por povos com uma forte identificação e com uma secular existência como Nações, como uma história de lutas heróicas pela sua independência e sobretudo porque isto é a sua grande riqueza e potencialidade.&lt;br /&gt;Portugal foi dominado pela traição e os traidores estão no poder ao serviço de quem lhes pagar melhor. Mercenários que usam a arma da mentira e da manipulação, usurpadores dos conceitos e dos valores.&lt;br /&gt;Portugal não é pequeno, nem pobre e esta tem sido a mentira soberana que é usada como arma dos traidores.&lt;br /&gt;A Europa quer ter a soberania total, sobre a nossa Plataforma Marítima Continental, porque sabe bem que aí estão reservas enormes de matérias primas e de energia, que lhe poderão dar no futuro próximo condições de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Portugal é hoje com a sua Plataforma Marítima Continental, o maior país da Europa e bastará perceber a razão pela qual este facto tem sido negado aos portugueses, para entender toda esta manobra europeia para nos retirar o sentido de Nação independente e soberana.&lt;br /&gt;Portugal é uma Nação do mundo, porque tem mais de um terço da sua população nele inserida e porque tem laços culturais e fortes afinidades, que lhe garantem a sua sustentabilidade e o seu projecto de futuro.&lt;br /&gt;Não tem qualquer sentido para os portugueses esta submissão à mentira e à traição.&lt;br /&gt;Temos todas as condições para nos continuarmos a afirmar como Nação soberana e de voltarmos a dar uma lição de história à Europa.&lt;br /&gt;Já o fizemos no passado e voltaremos a fazê-lo agora.&lt;br /&gt;Temos um povo diferente, que sempre soube reagir em defesa da sua Pátria e na defesa dos seus direitos. &lt;br /&gt;O engano dos traidores e dos seus instrutores é que este povo não foi anulado e o seu silêncio e a sua aparente resignação, não significa submissão.&lt;br /&gt;Este povo aguarda as provas definitivas de toda esta traição. &lt;br /&gt;A sua aparente apatia resulta de toda uma experiência histórica de sabedoria perante a oportunidade de acção.&lt;br /&gt;Muitos dos mais conscientes, estão cada vez mais ansiosos e não compreendem esta atitude colectiva.&lt;br /&gt;Desesperam pelo silêncio das lideranças expectáveis. Desesperam pela aparente resignação colectiva.&lt;br /&gt;Mas o momento não é de acusação, pois é o momento de Acreditar.&lt;br /&gt;Acreditar em Portugal, nos portugueses e na sua sabedoria.&lt;br /&gt;Portugal não acabou, nem há-de acabar, não por vontade de alguns, mas pela vontade da maioria dos portugueses e pela sua Fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-6881868831045416661?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/6881868831045416661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/insolvencia-nacional-e-traicao-portugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6881868831045416661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/6881868831045416661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/insolvencia-nacional-e-traicao-portugal.html' title='A insolvência nacional e a traição a Portugal e à Democracia'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5948153423140137420</id><published>2010-05-09T14:00:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T14:02:01.844-07:00</updated><title type='text'>A Vitória do Benfica. Um bem haja ao Benfica de um Sportinguista.</title><content type='html'>Sou sportinguista desde que me conheço, sempre considerei o Benfica como o principal adversário do clube da minha paixão.&lt;br /&gt;Impressionaram-me fortemente as manifestações de alegria dos benfiquistas e isso transmitiu-me uma forte sensação de alegria.&lt;br /&gt;Tentei em mim mesmo uma resposta sobre essa estranha sensação, que pela primeira vez sentia.&lt;br /&gt;Não me recordava de tão entusiásticas, esfusiantes e imediatas manifestações de alegria, por uma vitória encarnada.&lt;br /&gt;Esta é uma vitória do mais popular clube português. Daquele que tem mais adeptos e simpatizantes. Uma vitória num campeonato nacional.&lt;br /&gt;Exactamente, o campeonato nacional ainda é o mais importante campeonato de futebol para os portugueses. Num mundo de informação globalizada, ainda não vibramos nada com o campeonato espanhol, alemão, italiano ou inglês.&lt;br /&gt;Ainda somos portugueses e ferrenhos pelas nossas bandeiras de paixão. &lt;br /&gt;O Benfica é uma dessas bandeiras e símbolos nacionais mais importantes. A paixão de milhões de portugueses por Portugal, exprime-se através do seu amor clubista nacional.&lt;br /&gt;Esta vitória desta bandeira simbólica, representa também a uma vitória sobre o clima de suspeição generalizado da sociedade português, fortemente presente no futebol.&lt;br /&gt;Tem também este significado, de ser uma vitória sobre a suspeição da viciação ou manipulação das regras. Uma vitória do mais apto, do que ganhou sem favores, do que não precisou dessas manobras. Uma vitória da verdade.&lt;br /&gt;Alguns dirão que futebol é a alienação do povo. Esses não compreendem nada, do fenómeno social e afectivo que representa o futebol e a sua razão de ser.&lt;br /&gt;Alienação natural de um povo que precisa de ter a sua afectividade e o seu orgulho próprio alimentado. Uma escolha de um povo, que carente de outras referencias afectivas e de outros motivos de orgulho.&lt;br /&gt;O que seria Portugal, se toda esta energia promovida pela paixão futebolística, também fosse canalizada para a Pátria?&lt;br /&gt;Não é o futebol que é uma alienação. O futebol alimenta uma necessidade primária essencial dos portugueses, que a política lhe renega. &lt;br /&gt;Os portugueses precisam de estímulos que alimentem o seu carácter apaixonado, precisam de motivações de luta e de expectativas de vitória e a política apenas lhes produz a frustração.&lt;br /&gt;As suas referências essenciais de vitória e de orgulho estão no futebol.&lt;br /&gt;É lamentável, evidentemente que sim, mas absolutamente natural.&lt;br /&gt;As manifestações pela vitória do Benfica representam uma evidência magnífica.&lt;br /&gt;Ainda somos um povo capaz de vibrar fortemente e que vibra com a sua paixão.&lt;br /&gt;Bem hajam estes portugueses que se expressaram de forma tão genuína.&lt;br /&gt;Bem haja o Benfica por ter contribuído para a sua expressão.&lt;br /&gt;Portugal continua um dos países mais ricos do mundo, porque tem símbolos grandes, mesmo que não sejam estimulados os melhores e os mais apropriados para a nossa preservação como a mais distinta Nação do mundo.&lt;br /&gt;Portugal continua a ser um dos países mais ricos do mundo, porque os portugueses são apaixonados e quando e sempre que motivados, dão respostas fantásticas que mais nenhum outros povo consegue dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5948153423140137420?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5948153423140137420/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/vitoria-do-benfica-um-bem-haja-ao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5948153423140137420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5948153423140137420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/vitoria-do-benfica-um-bem-haja-ao.html' title='A Vitória do Benfica. Um bem haja ao Benfica de um Sportinguista.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-3690527111043958190</id><published>2010-05-07T15:07:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T15:09:13.712-07:00</updated><title type='text'>Unamo-nos na essência do sentido de Portugal</title><content type='html'>Patriotismo é o sentimento que nos voltará a reencontrar,&lt;br /&gt;Que nos unificará pela paixão à nossa raiz, Portugal.&lt;br /&gt;Portuguesismo é a expressão do nosso carácter colectivo.&lt;br /&gt;A identidade de que nos orgulhamos.&lt;br /&gt;Orgulho próprio que ressuscitará a nossa vontade e a nossa Alma.&lt;br /&gt;O renascimento do sentimento patriótico,&lt;br /&gt;A afirmação da nossa Identidade e diferenciação,&lt;br /&gt;O orgulho e a honra que sentiremos,&lt;br /&gt;Impulsionará a vontade dos descrentes, dos resignados e dos revoltados.&lt;br /&gt;Abrir-se-á então a porta da esperança,&lt;br /&gt;Por ela entrará a confiança, a nova Ideia e o projecto,&lt;br /&gt;Que a todos motivará, que nos entusiasmará.&lt;br /&gt;Com surpresa iremos então constatar…&lt;br /&gt;Tanta oportunidade que desperdiçamos,&lt;br /&gt;Por estarmos hoje vendados,&lt;br /&gt;Encabrestados apenas num sentido.&lt;br /&gt;Patriotismo, Portuguesismo e Orgulho,&lt;br /&gt;É tudo quanto precisamos e tudo o que nos faz falta.&lt;br /&gt;Esta é carência, que nos faz ser pequenos e fracos,&lt;br /&gt;Coisa que nunca fomos e que não seremos.&lt;br /&gt;Gloriosos heróis do mundo no passado,&lt;br /&gt;Aprisionados pela inveja dos outros,&lt;br /&gt;Uniformizados numa roupagem de prisioneiros,&lt;br /&gt;Libertemo-nos dessa condenação.&lt;br /&gt;Recuperemos o nosso equilíbrio,&lt;br /&gt;O direito à nossa origem e vocação cristã&lt;br /&gt;Libertemo-nos do materialismo,&lt;br /&gt;Ressuscitemos em cada um de nós o nosso Humanismo,&lt;br /&gt;Rejeitemos esta hibernação a que nos condenaram,&lt;br /&gt;Esses apátridas, interesseiros, corruptos e traidores&lt;br /&gt;Afirmemo-nos no que somos.&lt;br /&gt;Portugueses do Mundo, arrojados e confiantes,&lt;br /&gt;Unidos numa Nação distinta das demais,&lt;br /&gt;Pelo Portuguesismo das suas gentes,&lt;br /&gt;Pelo orgulho próprio no presente e honra do passado,&lt;br /&gt;Pela paixão pelo nosso território, Portugal.&lt;br /&gt;Cumpriremos assim o nosso desígnio,&lt;br /&gt;Encontraremos o sorriso nas nossas crianças,&lt;br /&gt;Cantaremos um novo Hino, ergueremos de novo a nossa Bandeira,&lt;br /&gt;Morreremos a sorrir porque voltamos ao caminho,&lt;br /&gt;Que desde há nove séculos percorremos,&lt;br /&gt;Porque sempre acreditamos, porque nunca duvidamos,&lt;br /&gt;Que somos diferentes e melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política é sentimento, é mobilização da confiança, é transmissão de esperança.&lt;br /&gt;Viva Portugal : Vivam os Portugueses.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-3690527111043958190?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/3690527111043958190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/unamo-nos-na-essencia-do-sentido-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3690527111043958190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/3690527111043958190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/unamo-nos-na-essencia-do-sentido-de.html' title='Unamo-nos na essência do sentido de Portugal'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-2649245974962572989</id><published>2010-05-06T06:44:00.000-07:00</published><updated>2010-05-06T06:46:32.466-07:00</updated><title type='text'>A inacreditável Sociedade Anónima…Portugal S.A.</title><content type='html'>Ninguém tem dúvidas que o “Chairman” eleito pelos grandes accionistas (PSD e CDS) tem qualificação suficiente para ocupar o cargo de Presidente da Sociedade Anónima.&lt;br /&gt;Professor formado nas mais prestigiadas Universidades  Keynesianas, é a pessoa indicada para dirigir uma empresa inviabilizada pela sua crónica falta de competitividade. &lt;br /&gt;Para o Chairman Cavaco Silva, homem de profunda presunção, nada disto será um problema, pois como “keynesiano convicto” a economia é uma ciência exacta e não há fórmula matemática que não resolva o problema mais bicudo.&lt;br /&gt;Chegada a hora de escolher o Director Executivo, o Chairman teve de ceder a um outro grupo de grandes accionistas (PS) e simultaneamente apaziguando alguma instabilidade que os pequenos accionistas (Bloco e PCP) poderiam vir a causar.&lt;br /&gt;O novo Director Executivo (Sócrates) escolhido, é um rapazola muito bem integrado na sociedade pós revolucionária, que através das “passagens administrativas” e outras facilidades, encontrou uma mina de credibilidade “ curricular”, que os trabalhadores não reconhecem, mas que satisfez a generalidade dos accionistas, também eles “novos ricos”, compradores  das acções a saldo, desta triste Sociedade Anónima.&lt;br /&gt;Apesar do Chairman, que apesar de tudo tem uma ténue raiz de ruralidade (portuguesismo), não gostar muito das gravatas e das tendências, do nomeado Director Geral, na sua enorme presunção e douta qualificação, pela sua cabeça nunca passaram dúvidas quanto à infalibilidade das suas equações matemáticas e por consequência de o protagonismo na salvação da situação critica da Sociedade, lhe estaria reservado.&lt;br /&gt;Pôs então o Chairman Cavaco, mãos à obra num profundo estudo sobre qual era a melhor equação matemática, que melhor poderia resolver o problema mais grave da SA, que era no seu conceito douto, ter uma variável terrível…os trabalhadores ( portugueses), variável tão diferenciada que teve dificuldade de encontrar nos seus tratados de economia, outra qualquer que se assemelhasse.&lt;br /&gt;Para este trabalho alugou um apartamento em Lisboa ( sede da Sociedade), mas não quis viver no Palácio que lhe reservaram, porque cultiva a ideia da modéstia pública, mas sobretudo porque a sua esposa não gostava dos azulejos, que considerava feios e frios. Como não podia passar sem o conforto da sua esposa, lá se isolou no seu apartamento.&lt;br /&gt;O Director Executivo, ficou então à vara larga. Manipulou a Assembleia de accionistas a seu belo prazer ( Assembleia da Republica), convencendo todos de que a Empresa vivia num clima de grande expansão de negócios, distribuindo benesses, empregos e bons ordenados a todos os accionistas e conseguindo empréstimos bancários que lá iam suportando todo aquele carnaval despesista.&lt;br /&gt;O Chairman a nada assistia, pois continuava isolado no seu apartamento, tentando desesperadamente encontrar a equação onde colocar a tal variável (trabalhadores= portugueses) tão inédita e tão diferente.&lt;br /&gt;A Sociedade ia de vento em popa. Não conseguia novos mercados, nem aumentava a produção, menos ainda a produtividade, mas havia dinheiro e isso é que importava. Cada vez eram mais os “amigos” que beneficiavam de toda esta espantosa forma de gerir a empresa.&lt;br /&gt;Os membros da Assembleia Geral ( AR) estavam esfusiantes com a sua empresa. Tinham agora como nunca, bons automóveis e viagens para beneficiar. O Director Executivo era quase um herói para todos estes provincianos “novos ricos”, pois nunca tinham pensado em que o seu investimento lhes traria tão rapidamente um retorno tão profícuo.&lt;br /&gt;Havia algum mal -estar entre os trabalhadores, pois estavam mal pagos, já tinham dificuldades em pagar a renda da casa e viam chegar e partir os “executivos” e accionistas, com alguma inveja. Estes, pouco preocupados com o que sentiam os trabalhadores ( povo) e nem sequer tinham qualquer despeito em disfarçar as suas mordomias de donos e gestores da empresa. Ostensivamente chegavam à hora da interrupção laboral, e quando todos podiam assistir, chegavam no último modelo do mais caro topo de gama, da Mercedes, esperavam que o motorista fardado a rigor lhes abrisse a porta, saiam com solenidade pacóvia e acenavam para assistência com o necessário distanciamento que a sua condição impunha.&lt;br /&gt;O descontentamento de alguns trabalhadores (portugueses) originou uma nova onda de mudança nos quadros laborais e o seu rejuvenescimento. Despediram-se os mais insatisfeitos e mais velhos (indemnizações), trocaram-se estes, por alguns amigos, filhos e sobrinhos dos accionistas. Acalmaram-se assim os descontentes, também os que ficaram com trabalho garantido e apaziguou-se o clima de crispação na empresa.&lt;br /&gt;Ao Director Executivo subiu-lhe à cabeça todo este poder empresarial. Ele tinha de ficar na memória histórica e tinha de conseguir uma obra tal, que viabilizasse o seu mais íntimo sonho de vir a ter uma estátua com o seu “especial” busto, á entrada da sede da empresa.&lt;br /&gt;Os accionistas e alguns outros quadros da empresa, teriam de lhe ficar eternamente reconhecidos. Os estrangeiros que visitassem a empresa e sobretudo a sede (Lisboa) teriam de ficar impressionados com tanto luxo, com tanta modernidade.&lt;br /&gt;Auto Estradas, TGV, Aeroporto, Pontes e mais Pontes, tudo obras para uso exclusivo dos accionistas, dos quadros das empresas e para sua glória, pois os visitantes dessas outras empresas vizinhas (União Europeia) ficariam impressionados com a sua demonstração de como se pode viver bem, sem ser preciso essa “ louca ideia” de ter de produzir riqueza própria.&lt;br /&gt;Foi então que um grupo de reformados e despedidos dos quadros da empresa, foram bater à porta do Chairman, para lhe dizer o que se estava a passar e que o Director Executivo estava com sonhos megalómanos que poderiam levara a empresa à total falência.&lt;br /&gt;Ficou muito surpreendido o Chairman com o que o lhe diziam. &lt;br /&gt;Disse-lhes que estava preocupado, mas que estava quase a encontrar a “equação” que resolveria o problema. &lt;br /&gt;Por ocasião da festa de aniversário da fundação da empresa (25 de Abril) fez essa mesma declaração aos accionistas….acreditem em mim e na minha douta qualidade, estou quase a encontrar a “ equação certa”. &lt;br /&gt;Todos aplaudiram o seu esforço, acreditaram no seu empenho e na sua capacidade doutoral.&lt;br /&gt;Com algumas dificuldades de dar “garantias bancárias” para novos empréstimos o Director Executivo lá continuou de roda livre a alimentar o seu sonho e a continua e cada vez mais necessária distribuição de benesses e mordomias aos accionistas ( militantes partidários).&lt;br /&gt;Surge então o problema. Uma Sociedade do mesmo ramo de negócio ( Grécia) e com grandes semelhanças de gestão, entra mesmo em falência. Os bancos que emprestavam dinheiro fazem então a declaração de que para aquele ramo de negócio o crédito passará a ser muito mais caro, pois é um ramo de elevadíssimo risco. &lt;br /&gt;Ou entram noutro ramo de negócio e com outros critérios de gestão ou não haverá mais credito e exigimos os pagamentos integrais do que devem.&lt;br /&gt;Não acreditou o Director Executivo nesta ameaça, que considerou simples manobra especulativa. Voltou a pensar através da mentalidade típica dos “pato bravos” da decda de setenta….se nos apresentarmos á sua porta com um automóvel topo de gama, na dúvida, voltarão a emprestar-nos de novo o que precisamos.&lt;br /&gt;Vamos então continuar a anunciar as nossas grandiosas obras e vamos simultaneamente cortar nos salários para os impressionar com a nossa capacidade de contenção das despesas de produção e demonstrar que o nosso produto pode ser competitivo e ter venda.&lt;br /&gt;Foi assim que chegaram as greves à Empresa que a paralisaram totalmente.&lt;br /&gt;A empresa está agora fechada e os trabalhadores esperam, a resolução da Comissão dos Credores. Têm alguma esperança que decidam sobre a sua reabertura, mas não têm grande convicção…estão porém determinados de que se isso não acontecer…tomarão conta dela em auto-gestão.&lt;br /&gt;Se isso acontecer, pode ser que a Sociedade volte à condição de País.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-2649245974962572989?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/2649245974962572989/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/inacreditavel-sociedade-anonimaportugal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2649245974962572989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/2649245974962572989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/inacreditavel-sociedade-anonimaportugal.html' title='A inacreditável Sociedade Anónima…Portugal S.A.'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-5696577341339444143</id><published>2010-05-03T02:50:00.000-07:00</published><updated>2010-05-03T02:51:43.585-07:00</updated><title type='text'>O sacrifício da democracia</title><content type='html'>O sacrifício da democracia&lt;br /&gt;Portugal pede sacrifícios aos portugueses. &lt;br /&gt;O PEC, afecta rendimentos de toda uma classe média já de si endividada e empobrecida.&lt;br /&gt;O PEC será insuficiente, todos os políticos e analistas o reconhecem. Novos sacrifícios vão ser exigidos.&lt;br /&gt;A classe política mantém intactos os seus privilégios. Fundações e organismos públicos de duvidoso interesse garantem a milhares de privilegiados oriundos da esfera dos partidos dominantes rendimentos afrontosos neste momento em que se exigem sacrifícios.&lt;br /&gt;Não há vergonha nesta classe política.&lt;br /&gt;Neste momento critico, mantêm-se obras públicas megalómanas, comprometem-se os escassos recursos financeiros. Os portugueses não entendem, apenas se sujeitam porque estão sujeitados e dependentes, pois a maioria vive à custa do Orçamento do Estado.&lt;br /&gt;Todos sabem que esta mentira não é sustentável por muito tempo. Todos estão preocupados e desiludidos. Mas não têm outro remédio senão em silencio tomar a única atitude que lhes resta….aproveitar as migalhas que ainda podem usufruir.&lt;br /&gt;Estamos solidários com a Grécia e mantemos o TGV. Mais de 3,5 mil milhões de euros irão ser disponibilizados com estas duas atitudes que tentam preservar a imagem da mentira e da ilusão. &lt;br /&gt;Não temos condições para acompanhar a solidariedade com a Grécia e deveríamos ser suficientemente honestos para o reconhecer.&lt;br /&gt; Não somos ricos, não precisamos, não queremos fazer esse favor a Castela….não queremos andar nesse instrumento de destruição da nossa potencialidade atlântica que é o TGV.&lt;br /&gt;A Assembleia da República marca uma sessão para discutir e analisar o decreto lei que permite o concurso público da linha do TGV, Poceirão a Elvas.&lt;br /&gt;Os deputados têm o direito e o dever de tomarem posição sobre esta tão importante matéria. São eles que deveriam representar toda a população, que coloca todas as reservas face a esta obra.&lt;br /&gt;Essa sessão é marcada para dia 28 do presente mês.&lt;br /&gt;O Governo antecipa a assinatura dos contratos de concessão dessa obra para o final desta semana.&lt;br /&gt;O Governo renega aos deputados a sua função. Renega a democracia.&lt;br /&gt;Os interesses empresariais internos e os serviços políticos ao iberismo, falaram mais alto, que a democracia.&lt;br /&gt;A democracia não está moribunda, já não é apenas um simulacro travestido, é um cadáver.&lt;br /&gt;A democracia está morta e o seu cadáver foi atirado para uma vala, sem sequer ter merecido um funeral digno.&lt;br /&gt;Ao menos uma simples lápide, para que ficasse na memória colectiva futura, que foi um sonho da maioria dos portugueses.&lt;br /&gt; O que vai ficar na memória futura é toda esta agonia desesperante e empobrecedora.&lt;br /&gt;Esta decadência indigna, será o que ficará gravado na lápide deste sistema, desta lamentável Oligarquia.&lt;br /&gt;“ Democracia assassinada pelos privilégios da classe política e pela submissão nacional aos interesses externos.”. o POVO.&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8304006166706200102-5696577341339444143?l=desafiodemudanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/feeds/5696577341339444143/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/o-sacrificio-da-democracia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5696577341339444143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8304006166706200102/posts/default/5696577341339444143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desafiodemudanca.blogspot.com/2010/05/o-sacrificio-da-democracia.html' title='O sacrifício da democracia'/><author><name>José J. Lima Monteiro Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07537322644721028999</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Fsb-q5iRqxk/SiGd5eeHOfI/AAAAAAAAARs/JVzaU54yLG0/S220/ze-rua-a.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8304006166706200102.post-8067203147283622164</id><published>2010-05-02T08:15:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T08:17:13.973-07:00</updated><title type='text'>A Neutralização da Democracia Portuguesa</title><content type='html'>A Neutralização da Democracia Portuguesa&lt;br /&gt;Uma denúncia sempre esquecida.&lt;br /&gt;Há sempre nas análises políticas algumas coisas que escapam à apreciação racional dos analistas, mesmo dos independentes, porque não tem na sua origem e prática, nenhuma consistência ou base legal.&lt;br /&gt;Se analisarmos com independência os factores inibitórios do exercício democrático do actual sistema político, somos logo encaminhados para o actual quadro constitucional e legal, que efectivamente ocasiona espartilhos, que só por si já permitem classificar tudo isto, com
